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Benedita da Silva participa de encontro com lideranças evangélicas e reforça compromisso com diálogo e justiça social

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Deputada destacou a importância do respeito, da dignidade humana e da aproximação com representantes das igrejas durante evento promovido pelo CONCE.

A deputada federal Benedita da Silva participou do Encontro de Lideranças Evangélicas promovido pelo CONCE, ocasião em que reforçou a importância do diálogo entre diferentes setores da sociedade e da valorização dos princípios de respeito e inclusão. O evento reuniu representantes do segmento evangélico para discutir temas voltados à cidadania e ao fortalecimento da participação social.

Durante a programação, Benedita celebrou o reencontro com Chris Lopes Ilha e destacou a satisfação em participar de um espaço voltado à troca de experiências e ao fortalecimento das relações entre lideranças religiosas e representantes do poder público. Segundo a parlamentar, iniciativas como essa contribuem para ampliar o entendimento e a cooperação em torno de pautas de interesse coletivo.

Em sua manifestação, a deputada ressaltou que o diálogo, o respeito às diferenças e a defesa da dignidade humana são pilares fundamentais para a construção de políticas públicas mais inclusivas. Ela afirmou que esses valores fortalecem o compromisso com a justiça social e com a promoção dos direitos de toda a população.

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Ao final, Benedita da Silva reafirmou a disposição de seguir trabalhando em parceria com lideranças religiosas e movimentos sociais, defendendo a união de esforços para construir um Brasil mais justo, solidário e comprometido com a igualdade de oportunidades para todas e todos.

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Ex-ministro Haddad responsabiliza aproximação de aliados de Trump por impactos na economia paulista

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Ex-ministro afirma que alinhamento político de Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro com o presidente norte-americano prejudicou São Paulo 

O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, pré-candidato do PT ao Governo de São Paulo, voltou a fazer críticas ao governador Tarcísio de Freitas e ao senador Flávio Bolsonaro ao relacionar o alinhamento político de ambos com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aos reflexos econômicos enfrentados pelo estado paulista. A declaração ocorre em meio ao aumento das tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos.

Em manifestação divulgada nas redes sociais, Haddad afirmou que São Paulo apresentou desempenho econômico inferior ao restante do país no último ano. Segundo ele, enquanto a economia brasileira registrou crescimento de 2,3%, o estado avançou apenas 0,5%, resultado que atribuiu, em parte, às escolhas políticas da atual gestão estadual e ao apoio demonstrado por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro ao governo norte-americano.

As declarações foram feitas justamente no momento em que representantes do setor produtivo dos dois países buscam evitar um agravamento da disputa comercial. Organizações empresariais brasileiras e norte-americanas defenderam a ampliação do diálogo entre Brasília e Washington para impedir a entrada em vigor das tarifas de 50% anunciadas por Donald Trump sobre produtos brasileiros.

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Na avaliação das entidades, uma escalada nas barreiras comerciais poderá comprometer cadeias produtivas integradas, reduzir investimentos e provocar impactos negativos sobre empresas, trabalhadores e consumidores nos dois mercados. O objetivo do empresariado é ampliar o prazo para negociações diplomáticas antes da implementação das novas medidas.

Ao citar Tarcísio de Freitas e Flávio Bolsonaro, Haddad procurou reforçar o discurso de que decisões políticas e posicionamentos internacionais podem produzir efeitos diretos sobre a economia paulista. O petista defende que a prioridade deve ser a preservação dos interesses econômicos do estado e do país, especialmente em um cenário de instabilidade nas relações comerciais com os Estados Unidos.

O episódio amplia o debate político em torno da sucessão ao Palácio dos Bandeirantes e coloca a política externa no centro das discussões eleitorais em São Paulo. Com o avanço das tensões entre os dois países e a preocupação manifestada pelo setor empresarial, o tema tende a permanecer em destaque nos próximos meses, reunindo críticas, cobranças e propostas dos diferentes grupos políticos envolvidos na disputa.

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