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Influenciadora Karoline Lima exibe anel de diamante e aumenta rumores de noivado com Léo Pereira

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Influenciadora acompanhou a partida da Seleção Brasileira ao lado da filha e detalhe no visual chamou a atenção dos torcedores –  Reprodução/ Instagram

A influenciadora Karoline Lima voltou a movimentar as redes sociais ao aparecer usando um anel de diamante no dedo anelar durante a partida entre Brasil e Japão. O acessório rapidamente despertou especulações de que ela e o zagueiro Léo Pereira estariam oficialmente noivos, embora o casal ainda não tenha feito qualquer anúncio sobre o assunto.

Para acompanhar o confronto da Seleção, Karoline apostou em um visual inspirado no estilo country. Ela vestiu uma camisa azul com o número 15, utilizado pelo jogador, combinada com casaco de camurça, chapéu e botas de caubói. A influenciadora assistiu ao jogo ao lado da filha, Cecília, e compartilhou registros do momento nas redes sociais.

Os rumores ganharam força porque o casal voltou a ser visto junto nas últimas semanas, após um período de separação. Além de aparições públicas, os dois também foram flagrados trocando demonstrações de carinho durante a Copa do Mundo, alimentando as especulações sobre uma possível reconciliação e um novo passo no relacionamento.

Karoline Lima e Léo Pereira iniciaram o romance em 2023 e oficializaram o namoro meses depois. Em janeiro deste ano, anunciaram o término da relação, mas recentemente passaram a aparecer juntos novamente em encontros e passeios, sem confirmar oficialmente a retomada do namoro.

Antes do relacionamento com Léo Pereira, Karoline viveu um relacionamento com o jogador Éder Militão. Os dois são pais de Cecília, de 3 anos. Desde que os rumores de reconciliação começaram, a influenciadora tem mantido discrição sobre sua vida amorosa, evitando comentar publicamente o assunto.

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Nando Reis redescobre prazer pela leitura após se afastar do celular e revela livros que marcaram sua vida

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Cantor conta como retomou o hábito de ler, relembra a descoberta de Dostoiévski na adolescência e destaca obras de Victor Hugo – Foto: Divulgação

Nando Reis decidiu reencontrar nos livros uma forma de recuperar a concentração e o encantamento que, segundo ele, haviam perdido espaço para o celular, as séries e outras distrações do cotidiano. Em sua casa, na região do Sumaré, zona oeste de São Paulo, o cantor mantém uma biblioteca que reúne clássicos da literatura mundial, autores brasileiros e publicações relacionadas à música. Em entrevista ao Estadão, o ex-integrante dos Titãs contou que não se considera um leitor voraz, mas que nos últimos anos voltou a dedicar parte importante de sua rotina à literatura.

A retomada levou o músico a encarar obras extensas que durante muito tempo permaneceram fora de suas leituras. Entre elas estão Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, Os Miseráveis, de Victor Hugo, além de livros de Tolstói, Balzac e Marcel Proust. Antes de chegar aos grandes clássicos, Nando passou por autores contemporâneos e pela autoficção. Não se identificou com A morte do pai, de Karl Ove Knausgård, mas encontrou maior interesse nos textos do francês Édouard Louis. A trilogia Sexus, Plexus e Nexus, de Henry Miller, foi apontada pelo cantor como uma espécie de impulso para enfrentar obras que considerava mais desafiadoras.

Entre os livros que mudaram sua percepção está Os Miseráveis. Nando revelou que durante anos manteve resistência ao romance de Victor Hugo por causa da impressão negativa deixada por uma adaptação para o cinema. A experiência com o texto original, porém, foi completamente diferente. Depois da leitura, passou a considerar a obra uma maravilha e reconheceu que sua antiga implicância era baseada no desconhecimento. A descoberta reforçou sua disposição de abandonar preconceitos e dar oportunidade a títulos que anteriormente evitava.

A ligação com Fiódor Dostoiévski começou muito antes dessa nova fase. Aos 15 anos, Nando encontrou Crime e Castigo em uma banca de jornal quando seguia para a escola e decidiu comprar o livro. Pouco depois, durante um fim de semana em que estava gripado e febril, mergulhou na história de Raskólnikov. A experiência foi tão intensa que o levou a procurar outros títulos do escritor russo na coleção existente na casa do avô. O cantor relata que Dostoiévski se tornou uma referência profunda em sua formação como leitor.

Os autores brasileiros também ocupam espaço especial nas estantes. Pedro Nava é citado por Nando como um de seus grandes ídolos, principalmente por causa de Baú de ossos, livro que despertava sua curiosidade desde a infância, quando via um exemplar na casa da avó. Otto Lara Resende e Millôr Fernandes aparecem entre outros nomes de sua biblioteca. Já na parte dedicada à música, dois volumes da enciclopédia Titãs da música guardam uma curiosidade histórica: segundo Nando, foi a partir desses livros que surgiu a inspiração para o nome da banda Titãs.

Atualmente, Nando Reis está mergulhado em Em busca do tempo perdido, de Marcel Proust, e descreve a leitura como uma experiência que exige atenção, releituras e concentração. Para o músico, justamente esse esforço representa parte do prazer que voltou a encontrar na literatura. Depois de perceber quanto de seu tempo havia sido absorvido pelas telas, ele retomou o contato com romances monumentais e redescobriu uma relação iniciada ainda na adolescência. Sua biblioteca passou, assim, a representar não apenas uma coleção de obras, mas também o registro de diferentes fases de uma trajetória marcada pela música e, novamente, pelos livros.

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