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Tentativa de feminicídio termina com prisão de suspeito em restaurante na Barra da Tijuca, no Rio

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Homem é preso após tentar matar ex-companheira dentro de casa em Nova Iguaçu – Foto: Reprodução

Um homem de 39 anos foi preso acusado de tentar matar a ex-companheira em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A prisão foi realizada por agentes da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), após investigação sobre o ataque ocorrido na residência da vítima.

De acordo com as autoridades, o suspeito, identificado como Renan Guimarães de Souza Augusto, teria invadido a casa da mulher durante a madrugada ao entrar pela janela da cozinha. A vítima e o agressor mantiveram um relacionamento por cerca de nove anos, mas estavam separados.

Segundo o relato da mulher à polícia, o homem a surpreendeu dentro da residência e passou a agredi-la violentamente. Durante o ataque, ele tentou sufocá-la e ameaçou matá-la.

Em meio à luta para se defender, a vítima conseguiu reagir e atingiu o agressor com um ferro de passar roupa. Mesmo ferido, o homem ainda tentou estrangulá-la, mas ela conseguiu se soltar e o atingiu novamente, fazendo com que ele fugisse do local.

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Após o registro da ocorrência e diligências realizadas pelos investigadores, Renan foi localizado e preso em um restaurante onde trabalhava, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. No momento da abordagem, segundo a polícia, ele afirmou que se preparava para deixar o local.

O suspeito foi encaminhado para a delegacia e permanece à disposição da Justiça. O caso é investigado como tentativa de feminicídio, crime considerado hediondo pela legislação brasileira.

Ex-companheiro invade casa e tenta matar mulher; vítima luta e sobrevive ao ataque – Foto: Reprodução

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PF e CGU investigam esquema com falsas declarações indígenas para fraudar benefícios do INSS

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Operação apura prejuízo superior a R$ 100 milhões e afasta servidores suspeitos de participação no esquema – Foto: Reprodução/ IA

A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta quinta-feira uma operação para desarticular um suposto esquema de fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A investigação aponta que declarações falsas de pertencimento a comunidades indígenas teriam sido utilizadas para garantir a concessão irregular de benefícios previdenciários.

De acordo com as investigações, o grupo suspeito produzia ou utilizava documentos fraudulentos para comprovar, de forma indevida, a condição de indígena de diversos beneficiários. Com essa documentação, os envolvidos conseguiam encaminhar pedidos de benefícios junto ao INSS que, segundo a Polícia Federal, não atendiam aos requisitos legais.

As diligências foram realizadas nas cidades de Eunápolis e Porto Seguro, no sul da Bahia. Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal, além de medidas cautelares contra investigados apontados como integrantes da organização criminosa.

Entre as determinações judiciais está o afastamento de dois servidores públicos suspeitos de participação nas irregularidades. A medida busca impedir que os investigados interfiram na produção de provas ou na continuidade das apurações.

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A Justiça também autorizou o bloqueio de aproximadamente R$ 1,5 milhão em bens e valores ligados aos investigados. O objetivo é garantir a recuperação de recursos caso seja confirmada a prática das fraudes e o prejuízo causado aos cofres públicos.

As investigações indicam ainda que o esquema não se limitava à obtenção dos benefícios. Após a liberação dos pagamentos, os suspeitos teriam contratado empréstimos consignados vinculados aos benefícios previdenciários, ampliando os ganhos financeiros obtidos de forma ilícita.

Segundo a Polícia Federal, o prejuízo estimado aos cofres públicos pode ultrapassar R$ 100 milhões. Os investigadores trabalham agora para identificar todos os beneficiários envolvidos, localizar outros participantes da organização e esclarecer a participação de intermediários e agentes públicos.

Os fatos apurados podem resultar na responsabilização dos envolvidos por crimes como falsificação de documentos, estelionato contra a Previdência Social, associação criminosa e outras infrações que venham a ser identificadas durante o avanço das investigações. A operação faz parte das ações permanentes dos órgãos de controle para combater fraudes em programas e benefícios públicos.

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