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Vereador Leonel de Esquerda diz que escândalo do Banco Master “destruiu narrativa bolsonarista” e atinge Flávio Bolsonaro

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Parlamentar do Rio de Janeiro afirma que caso envolvendo o Banco Master virou símbolo de desgaste da direita ligada ao bolsonarismo.

O vereador Leonel de Esquerda afirmou que o escândalo envolvendo o Banco Master atingiu diretamente a direita brasileira e abalou o discurso político construído pelo bolsonarismo nos últimos anos. Segundo o parlamentar carioca, o caso já é visto por adversários políticos como um dos episódios mais delicados envolvendo aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante declaração na Câmara de Vereadores do Rio, Leonel disse que o chamado “Bolsomaster” virou um símbolo de desgaste político para o grupo bolsonarista. Na avaliação do vereador, as denúncias e informações divulgadas nos últimos dias enfraquecem o discurso anticorrupção que marcou a trajetória da direita ligada ao ex-presidente.

“O escândalo de corrupção do Banco Master pegou a direita e destruiu a narrativa bolsonarista. O Bolsomaster é um escândalo da direita, de Flávio Bolsonaro”, declarou o vereador.

A fala ocorre em meio à repercussão nacional sobre denúncias e investigações relacionadas ao Banco Master, que vêm gerando embates políticos entre parlamentares da oposição e aliados do senador Flávio Bolsonaro. O tema ganhou força nas redes sociais e passou a ser explorado por diferentes grupos políticos em Brasília e no Rio de Janeiro.

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Leonel de Esquerda também criticou a postura de lideranças bolsonaristas diante das denúncias. Para ele, setores da direita tentam minimizar a repercussão do caso enquanto evitam comentar publicamente as acusações que vêm sendo divulgadas.

Nos bastidores políticos, aliados da oposição avaliam que o caso pode ampliar o desgaste da imagem de figuras importantes do bolsonarismo, especialmente em um momento de articulações para as eleições de 2026. O episódio também reacendeu debates sobre transparência, relações políticas e movimentações financeiras envolvendo agentes públicos.

A repercussão do caso segue movimentando o cenário político nacional e promete continuar no centro dos debates entre governo, oposição e lideranças partidárias nos próximos dias.

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Parlamentares do PT, PCdoB e PSOL acionam PGR e PF contra Flávio Bolsonaro após denúncias envolvendo banqueiro

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Parlamentares acionam autoridades e cobram abertura de inquérito, quebra de sigilos e até prisão preventiva do senador do PL – Foto: Bruno Spada/ CdosD/ Kayo Magalhães/ CdosD/ IA / Brasil 247

A Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Polícia Federal passaram a analisar uma representação criminal apresentada por deputados da oposição contra o senador Flávio Bolsonaro. O documento pede a abertura de investigação formal e solicita uma série de medidas cautelares, incluindo quebra de sigilos, bloqueio de bens e até eventual prisão preventiva do parlamentar.

A notícia de fato foi protocolada pelos deputados Pedro Uczai, Jandira Feghali e Tarcísio Motta. A peça encaminhada às autoridades cita mensagens e áudios atribuídos ao senador em conversas mantidas com o empresário Daniel Vorcaro, em meio às investigações relacionadas à Operação Compliance Zero.

Segundo o material anexado à representação, os diálogos mencionariam negociações financeiras envolvendo cifras milionárias, além de supostos repasses feitos ao longo de 2025. Os deputados afirmam que os conteúdos apresentados indicariam uma relação próxima entre o senador e o banqueiro investigado.

Em um dos trechos citados no documento, Flávio Bolsonaro teria utilizado a expressão “irmão” ao se dirigir a Daniel Vorcaro, além de mencionar dificuldades financeiras e cobranças ligadas a compromissos pendentes. A representação aponta ainda referências a parcelas atrasadas e obrigações financeiras em andamento.

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Os parlamentares também destacam mensagens enviadas na véspera da prisão de Vorcaro. Em um dos conteúdos reproduzidos na peça, o senador teria afirmado que permaneceria ao lado do empresário “sempre”, além de solicitar informações sobre questões financeiras que estariam sendo discutidas entre ambos.

A representação entregue à PGR sustenta que os fatos precisam ser apurados para identificar a origem e o destino dos recursos mencionados nas conversas, além de verificar a existência de possíveis intermediários financeiros e eventual circulação internacional de valores.

Os autores do pedido afirmam que as investigações podem alcançar crimes como lavagem de dinheiro, corrupção, tráfico de influência, organização criminosa e infrações contra o sistema financeiro nacional. O documento, no entanto, ressalta que as suspeitas ainda dependem de investigação e não representam conclusão definitiva sobre os fatos.

Além da abertura de inquérito, os deputados solicitaram ao Supremo Tribunal Federal a adoção de medidas cautelares consideradas urgentes, entre elas buscas e apreensões, preservação de provas digitais, análise de mensagens e registros eletrônicos, além do bloqueio de bens ligados aos investigados.

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Os parlamentares argumentam que existe risco de desaparecimento de provas e movimentação de ativos financeiros, principalmente devido à natureza digital das comunicações e ao volume de recursos citado no material encaminhado às autoridades.

Até o momento, nem a Procuradoria-Geral da República nem a Polícia Federal divulgaram posicionamento oficial sobre eventual abertura de investigação envolvendo o senador.

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