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Madrasta é presa suspeita de envolvimento na morte de adolescente de 12 anos em São João de Meriti

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Polícia Civil solicitou a prisão da madrasta, que foi autorizada pela Justiça e cumprida – Foto: Reprodução/ TV Globo

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu a madrasta de Myrella Freire Venceslau, de 12 anos, suspeita de participação na morte da adolescente em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O caso gerou grande comoção entre moradores da região.

Myrella foi encontrada gravemente ferida nos fundos da casa onde morava, no bairro Vila Rosali. A adolescente apresentava diversos sinais de agressão física e foi socorrida por familiares até o Hospital Municipal de Meriti, mas já chegou sem vida à unidade de saúde.

As investigações são conduzidas por policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). No início da apuração, a polícia trabalhava com a hipótese de invasão da residência por um homem que teria cometido violência sexual contra a menina. No entanto, após o resultado do exame de necropsia, os investigadores descartaram qualquer indício de abuso sexual.

Com a mudança na linha de investigação, os policiais voltaram a ouvir testemunhas e familiares. Segundo a DHBF, a madrasta afirmou que havia saído para uma entrevista de emprego e deixado Myrella em casa com o irmão mais novo da adolescente. Porém, a polícia encontrou contradições no depoimento e concluiu que a versão apresentada não era compatível com os fatos apurados.

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A mãe da vítima estava trabalhando no momento das agressões. Ao retornar para casa, percebeu que a filha não estava no imóvel e iniciou buscas junto com familiares. Pouco tempo depois, Myrella foi localizada ferida nos fundos da residência.

De acordo com a Prefeitura de São João de Meriti, a adolescente deu entrada no Hospital Municipal de Meriti às 17h20, levada por familiares em um veículo particular. Em nota, a prefeitura informou que a vítima apresentava múltiplos traumas e já chegou à unidade sem sinais vitais.

Após reunir novas provas e depoimentos, a Polícia Civil solicitou a prisão da madrasta, que foi autorizada pela Justiça e cumprida no último sábado (9). O nome da suspeita não foi divulgado pelas autoridades.

O corpo de Myrella Freire Venceslau será enterrado nesta segunda-feira no Cemitério de Vila Rosali. O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

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Violência entre torcidas após clássico no Maracanã termina com morte de vascaíno no Rio de Janeiro

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Torcedor agredido depois de Flamengo x Vasco não resiste aos ferimentos e polícia tenta identificar envolvidos no ataque – Foto: Reprodução

A violência registrada após o clássico entre Flamengo e Vasco da Gama, no último domingo, voltou a chocar o Rio de Janeiro. Um dos torcedores vascaínos brutalmente espancados depois da partida morreu na madrugada desta sexta-feira (8), após permanecer vários dias internado em estado grave.

Fabiano Miranda Lopes, de 42 anos, estava hospitalizado no Hospital Municipal Souza Aguiar desde o dia da confusão. Ele sofreu diversos ferimentos graves durante a agressão e não resistiu às complicações provocadas pelos ataques.

De acordo com as investigações iniciais, Fabiano teria sido cercado por integrantes de uma torcida rival logo após deixar as proximidades do estádio do Maracanã. Testemunhas relataram momentos de extrema violência durante a ação.

Vídeos gravados por moradores da região começaram a circular nas redes sociais e mostram dois homens caídos na calçada, feridos e sem condições de reação. Em uma das gravações, um dos torcedores ainda aparece recebendo chutes e pontapés mesmo já desacordado no chão.

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As imagens também mostram o momento em que criminosos aproveitam a situação para roubar objetos pessoais da vítima. Segundo a polícia, o relógio de Fabiano foi levado durante as agressões, o que pode agravar ainda mais a situação criminal dos envolvidos.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu inquérito para apurar o caso e trabalha na identificação dos responsáveis pelas agressões. Os investigadores analisam vídeos, imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas para localizar os suspeitos.

O caso reacende o debate sobre a violência entre torcidas organizadas no futebol brasileiro. Especialistas em segurança pública defendem punições mais rígidas e fiscalização reforçada em dias de grandes clássicos, principalmente em partidas consideradas de alto risco.

A morte de Fabiano gerou revolta entre familiares, torcedores e internautas, que cobram justiça e responsabilização exemplar contra os autores do espancamento. Até o momento, ninguém havia sido preso pelo crime.

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