Polícia
Suspeitos de sequência de assaltos são presos durante operação conjunta no Rio de Janeiro
Polícia
Dupla foi localizada dentro de um ônibus e estava com réplica de arma, munições e uma faca – Foto: Reprodução/ TV Globo
Uma operação integrada entre equipes da Polícia Militar e da Guarda Civil Municipal de Niterói resultou na prisão de dois homens suspeitos de integrar um grupo responsável por diversos assaltos a estabelecimentos comerciais nos municípios de São Gonçalo e Maricá, no estado do Rio de Janeiro.
A ação ocorreu após um trabalho de monitoramento realizado pelas forças de segurança. Os suspeitos foram encontrados dentro de um ônibus que trafegava pela Avenida Zumbi dos Palmares, em Maricá, onde foram abordados sem registro de confronto.
Durante a revista, os agentes apreenderam uma réplica de submetralhadora, um carregador de pistola calibre 9 milímetros contendo 25 munições e uma faca. Todo o material foi recolhido e encaminhado para a perícia.
De acordo com a Polícia Militar, a dupla é investigada por envolvimento em uma sequência de roubos praticados contra estabelecimentos comerciais, principalmente sorveterias, cujas ações criminosas provocaram preocupação entre comerciantes e moradores das duas cidades.
Os crimes ganharam grande repercussão após imagens gravadas por câmeras de segurança começarem a circular nas redes sociais. Em um dos vídeos, registrado em uma sorveteria no bairro Colubandê, em São Gonçalo, um dos criminosos aparece ameaçando funcionários com um objeto semelhante a uma submetralhadora durante o assalto.
Outro ataque com o mesmo modo de atuação foi registrado em uma sorveteria localizada em Maricá. As gravações reforçaram as suspeitas de que os mesmos indivíduos estariam envolvidos em diferentes ocorrências na região.
Segundo a Polícia Militar, as imagens captadas pelos sistemas de monitoramento serão analisadas pela Polícia Civil para confirmar a identidade dos envolvidos e verificar a possível ligação da dupla com outros roubos registrados recentemente.
Após a prisão, os suspeitos foram conduzidos para a delegacia responsável pela ocorrência, onde permaneceram à disposição da Justiça. Até o momento, a Polícia Civil ainda não divulgou oficialmente quais acusações foram formalizadas contra os detidos, e as investigações seguem em andamento.
Polícia
PF prende suspeitos em nova fase de operação contra grupo investigado por exploração sexual
Ação cumpre mandados na Paraíba e no Rio Grande do Norte e aprofunda investigação sobre organização criminosa – Foto: Reprodução
A Polícia Federal realizou, nesta segunda-feira (13), a segunda etapa da Operação Donos da Noite, com o objetivo de desarticular um grupo investigado por explorar sexualmente mulheres em situação de vulnerabilidade. A ofensiva resultou no cumprimento de dois mandados de prisão preventiva autorizados pela Justiça Federal da Paraíba.
As ordens judiciais foram executadas nos municípios de Pitimbu, no litoral paraibano, e Nova Cruz, no Rio Grande do Norte. Segundo a PF, os alvos são apontados como integrantes de uma organização criminosa que atuaria de forma estruturada para obter lucro por meio da exploração de mulheres.
De acordo com as investigações, as vítimas eram atraídas por promessas de trabalho ou melhores condições financeiras e, posteriormente, submetidas a um esquema de exploração. Os investigadores afirmam que havia mecanismos destinados a manter as mulheres sob controle, dificultando o rompimento com o grupo criminoso.
Entre as práticas identificadas estão o aliciamento, a criação de dívidas artificiais, restrições à liberdade de locomoção e a imposição de jornadas consideradas abusivas, além de outras formas de exploração econômica que beneficiariam os integrantes da organização.
A nova operação representa um desdobramento da primeira fase da investigação, realizada em junho deste ano, quando a Polícia Federal reuniu elementos que permitiram ampliar as apurações e identificar novos envolvidos no esquema.
Os investigados poderão responder por crimes como organização criminosa, tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, redução de pessoas à condição análoga à de escravo, rufianismo e manutenção de estabelecimento destinado à exploração da prostituição.
A Polícia Federal informou que as investigações continuam e não descarta novas medidas judiciais para identificar outros participantes da organização e possíveis vítimas que ainda não tenham sido localizadas.
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