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Marcelo Freixo diz que Cláudio Castro está ‘mais perto de Bangu do que do Congresso’ após desistência ao Senado

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Pré-candidato do PT associa saída da disputa eleitoral ao avanço das apurações envolvendo o ex-governador do Rio de Janeiro.

O pré-candidato a deputado federal Marcelo Freixo voltou a direcionar críticas ao ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), após os recentes desdobramentos das investigações conduzidas pela Polícia Federal. Em declarações públicas, Freixo relacionou a desistência de Castro da corrida ao Senado ao avanço das operações que apuram movimentações financeiras envolvendo recursos públicos e fundos ligados ao Banco Master.

A nova fase da Operação Compliance Zero colocou novamente o nome de Cláudio Castro no centro das atenções. A investigação busca esclarecer investimentos bilionários realizados pelo Rioprevidência em fundos associados à instituição financeira, que também é alvo de apurações sobre um suposto esquema de fraudes que teria movimentado valores expressivos no sistema financeiro nacional.

Ao comentar a decisão do ex-governador de abrir mão da candidatura ao Senado, Freixo afirmou que a medida demonstra o impacto político das investigações. O petista declarou que os acontecimentos recentes reforçam questionamentos que vêm sendo levantados há meses sobre a gestão estadual e a relação com determinados grupos econômicos.

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Durante suas manifestações, Freixo utilizou um tom duro contra o adversário político, sugerindo que o futuro de Cláudio Castro estaria mais ligado ao avanço das investigações do que à continuidade da carreira eleitoral. As declarações repercutiram nas redes sociais e ampliaram o debate político no estado do Rio de Janeiro.

Por sua vez, Cláudio Castro voltou a negar qualquer participação em irregularidades. O ex-governador afirmou que acompanha os procedimentos legais e disse confiar que os fatos serão esclarecidos ao longo das investigações conduzidas pelos órgãos competentes.

A pressão sobre Castro aumentou após a Polícia Federal realizar uma nova operação de busca e apreensão, a segunda em menos de duas semanas. O episódio intensificou a crise política em torno do ex-governador e fortaleceu os discursos da oposição, que vê nas investigações um fator decisivo para a mudança de seus planos eleitorais para 2026.

Veja o vídeo:

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Marcelo Freixo ataca Bolsonaro após decisão dos Estados Unidos sobre PCC e CV e defende soberania brasileira

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Deputado afirma que combate ao crime organizado deve ser conduzido pelas instituições nacionais e critica qualquer interferência estrangeira –  Foto: Renato Vaz/ Embratur

O deputado federal Marcelo Freixo voltou a criticar a família Bolsonaro ao comentar a decisão do governo dos Estados Unidos de enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o enfrentamento ao crime organizado deve permanecer sob responsabilidade exclusiva das autoridades brasileiras e sem influência externa.

Na manifestação, Freixo questionou a legitimidade de integrantes do bolsonarismo para tratar de temas ligados à segurança pública. Segundo ele, grupos políticos que mantêm relações com setores investigados ou ligados à criminalidade não possuem credibilidade para liderar o debate sobre combate ao crime organizado no país.

O deputado também afirmou que o Brasil deve preservar sua autonomia diante de decisões adotadas por outros países. Para Freixo, a classificação das facções brasileiras pelo governo norte-americano não pode servir de justificativa para qualquer tipo de intervenção estrangeira em assuntos internos do Estado brasileiro.

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Ao comentar o tema, o parlamentar defendeu que o combate às organizações criminosas exige investimentos em inteligência, investigação, cooperação entre instituições e fortalecimento dos órgãos de segurança. Na avaliação dele, o enfrentamento ao crime não deve ser transformado em instrumento de disputa política ou ideológica.

Freixo destacou ainda que o combate à criminalidade precisa atingir todas as estruturas ilegais que atuam no país, incluindo facções ligadas ao tráfico de drogas, milícias e grupos envolvidos em crimes financeiros. Segundo ele, o Estado deve agir de forma rigorosa contra qualquer organização criminosa, independentemente de sua natureza ou influência.

Por fim, o deputado afirmou que a defesa da soberania nacional deve caminhar junto com o fortalecimento das políticas de segurança pública. Para ele, o Brasil possui instituições capazes de enfrentar o crime organizado e deve conduzir essa missão com independência, respeitando suas próprias leis e decisões democráticas.

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