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Delegação do Acre participa do 22º Encontro Convergência em Foz do Iguaçu e representantes do Judiciário acreano são homenageados

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Delegação acreana acompanha debates nacionais sobre protesto de títulos; abertura teve homenagem a magistrados do TJAC – Foto: Assessoria

O Acre participa com uma delegação de 19 representantes do 22º Encontro Convergência, realizado entre os dias 23 e 25 de setembro, em Foz do Iguaçu, no Paraná. Promovido pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil (IEPTB), o evento reúne representantes do setor de diferentes estados para três dias de debates sobre inovação, tecnologia, crédito, segurança jurídica e modernização dos cartórios de protesto.

A programação teve início na noite desta quarta-feira (23), com a cerimônia oficial de abertura. Entre os participantes acreanos estão representantes do IEPTB, profissionais ligados aos cartórios de protesto e integrantes do Poder Judiciário.

Durante a solenidade, o corregedor-geral da Justiça do Acre, desembargador Raimundo Nonato da Costa Maia, e o juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça, Anastácio Lima de Menezes Filho, receberam uma Moção de Louvor e Reconhecimento.

A homenagem foi entregue pelo presidente do IEPTB no Acre, Ricardo Martins, e destacou a contribuição dos magistrados para o fortalecimento do diálogo institucional e o aperfeiçoamento dos serviços extrajudiciais no estado.

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Nonato Maia exerce o cargo de corregedor-geral da Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC) no biênio 2025–2027. Anastácio Lima de Menezes Filho atua como juiz auxiliar da Corregedoria-Geral da Justiça.

Nesta quinta-feira (24), o Convergência prossegue com debates sobre o papel dos cartórios na eficiência do Estado, estratégias comerciais, transformação digital do crédito, hospitalidade no atendimento ao público e avanços tecnológicos aplicados ao protesto. A programação também prevê discussão sobre o Provimento CN-CNJ nº 225/2026.

Na sexta-feira (25), último dia do encontro, serão abordados temas como os impactos dos novos impostos IBS e CBS sobre a atividade de protesto, novos serviços estratégicos, recuperação do crédito público, segurança jurídica e governança da informação. O painel de encerramento terá participação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.

A presença da delegação acreana permite ao IEPTB do Acre acompanhar de perto as principais discussões nacionais envolvendo a atividade, além de ampliar a troca de experiências com representantes de outros estados e acompanhar soluções voltadas à modernização dos serviços prestados à população.

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Em sua 22ª edição, o Encontro Convergência consolida-se como espaço de integração entre profissionais do segmento, magistrados e especialistas, reunindo discussões sobre os desafios atuais e as transformações tecnológicas e institucionais que vêm modificando a atividade de protesto no Brasil.

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André Kamai escancara contradições de Tião Bocalom na tribuna e cobra postura do MP diante de tamanha omição

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Em pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal nesta terça-feira (22), o vereador André Kamai (PT) teceu duras críticas à atuação do ex-prefeito e candidato ao governo Tião Bocalom durante o recente debate eleitoral. Para Kamai, Bocalom insistiu em pintar uma realidade paralela sobre a capital acreana e tentou se esquivar de responsabilidades graves de sua administração.

Irônico, o parlamentar abriu a sua fala relatando o quadro apresentado pelo ex-gestor para a cidade é irreal. “Eu tenho um sonho de passar férias nessa Rio Branco que o Bocalom desenha. Ô cidade perfeita, meu amigo, não tem um problema! Ele teve muita dificuldade de falar da capital; toda vez que ia dar um exemplo, falava de Acrelândia. O cara acabou de sair da Prefeitura de Rio Branco e, talvez lá no íntimo, saiba a tragédia que foi a gestão dele para essa cidade”, alfinetou Kamai.

O ponto central da cobrança, contudo, voltou-se à postura do ex-prefeito ao ser confrontado sobre o escândalo do “Aedes do Bem” — caso envolvendo a compra de ovos de mosquito geneticamente modificados. No debate de ontem, Bocalom alegou que ele próprio teria denunciado o secretário de saúde da sua gestão para desvincular seu nome do episódio.

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Kamai desmentiu a versão do candidato e relembrou a atuação da oposição para investigar o caso. “Primeiro, é uma mentira. Em janeiro de 2025, eu fui ao Ministério Público e fiz aquela denúncia. Na sequência, o vereador Eber foi até a imprensa. O prefeito impediu e orientou a sua base para que não aprovasse os requerimentos e a CPI que pedimos nesta Casa”, rebateu o vereador.

Ao comentar a declaração em que Bocalom disse ter empurrado a responsabilidade ao subordinado para “não sujar o próprio CPF”, Kamai cobrou providências imediatas dos órgãos de fiscalização e do Judiciário diante do que classificou como uma confissão pública de irregularidades.

“Eu quero saber agora se, com a denúncia do prefeito, o Ministério Público continuará omisso. Queremos saber se, depois do prefeito confessar que na gestão dele se desviou R$ 4,5 milhões com ovo de carapanã, o MP atuará ou não frente a essa confissão de que houve malversação de dinheiro público”, cobrou categoricamente o parlamentar da tribuna.

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