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Três crianças são internadas com suspeita de meningite em João Pessoa; casos são investigados

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Familiares e alunos de uma das turmas receberam medicação preventiva; Paraíba já notificou 165 casos – Foto: Reprodução/ Google Street View

Três crianças estão hospitalizadas em João Pessoa após apresentarem sintomas que levantaram suspeita de meningite. Os casos estão sendo acompanhados pela Vigilância Epidemiológica da capital paraibana, enquanto exames são realizados para confirmar ou descartar a doença.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, as crianças não frequentaram a escola durante o período em que manifestaram os sintomas. Como medida preventiva, familiares e estudantes da turma de uma delas receberam quimioprofilaxia, procedimento indicado para reduzir o risco de desenvolvimento da doença entre pessoas que possam ter tido contato com um caso suspeito. A prefeitura reforçou, entretanto, que a criança não esteve com os colegas enquanto apresentava sintomas.

Os novos casos surgem em meio ao acompanhamento da meningite na Paraíba. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2026, o estado já contabilizou 165 notificações, sendo 38 casos confirmados, 89 descartados, 29 ainda em investigação e nove classificados como inconclusivos. No último dia 9 de agosto, uma morte com suspeita da doença também foi registrada no Hospital de Trauma de Campina Grande.

A meningite provoca inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal e pode ter diferentes causas, incluindo vírus e bactérias. Febre alta, dor de cabeça intensa, rigidez na nuca, vômitos e sensibilidade à luz estão entre os principais sinais de alerta. A vacinação é uma das formas mais importantes de prevenção, e o SUS disponibiliza imunizantes contra diferentes agentes causadores da doença. A orientação é manter a caderneta de vacinação atualizada e procurar atendimento médico diante do aparecimento de sintomas suspeitos.

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SUS inicia substituição gradual da insulina NPH por glargina para ampliar qualidade no tratamento do diabetes

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Novo medicamento será destinado, inicialmente, a crianças, adolescentes e idosos – Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde deu início à substituição gradual da insulina NPH pela insulina glargina na rede pública de saúde. A mudança contempla, nesta primeira etapa, crianças e adolescentes de 2 a 18 anos incompletos com diabetes tipo 1, além de pessoas com 70 anos ou mais diagnosticadas com diabetes tipo 1 ou tipo 2. O objetivo é oferecer um tratamento mais moderno e eficiente aos pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A insulina glargina possui ação prolongada e, na maioria dos casos, exige apenas uma aplicação diária, reduzindo a necessidade de múltiplas injeções ao longo do dia. Além de proporcionar maior comodidade, o medicamento contribui para um controle mais estável dos níveis de glicose no sangue, diminuindo os riscos de episódios de hipoglicemia e favorecendo a adesão ao tratamento.

Para garantir a implantação da nova estratégia, o Ministério da Saúde já iniciou o envio de centenas de milhares de unidades do medicamento aos estados brasileiros, acompanhadas de canetas reutilizáveis para aplicação. A expectativa é que toda a distribuição seja concluída até o fim de julho, fortalecendo o abastecimento da rede pública e assegurando o acesso dos pacientes contemplados.

Os interessados devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, munidos de receita médica válida, para que uma equipe multiprofissional avalie a possibilidade de substituição da insulina. Além da medicação, os pacientes receberão orientações sobre a forma correta de aplicação, armazenamento e acompanhamento do tratamento, garantindo uma transição segura e eficaz para o novo esquema terapêutico.

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