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Gleisi comemora 1ª queda nos casos de feminicídio e atribui resultado às ações do governo Lula

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Brasil registra primeira queda nos casos de feminicídio no primeiro semestre, e Gleisi atribui resultado a ações do governo Lula – Foto: Kayo Magalhães/ CdosD

O Brasil registrou, pela primeira vez desde o início da série histórica, uma redução nos casos de feminicídio durante o primeiro semestre do ano. Os dados apontam uma queda de 2,5% em relação ao mesmo período anterior, resultado que foi destacado pela deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), que atribuiu o desempenho às políticas públicas voltadas ao combate da violência contra as mulheres implementadas pelo governo federal.

Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (22), a parlamentar afirmou que a redução representa um reflexo direto das medidas adotadas pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ela, iniciativas de prevenção, proteção e repressão aos agressores começaram a produzir efeitos concretos nos indicadores nacionais.

Entre as ações mencionadas por Gleisi está o Pacto Brasil contra o Feminicídio, programa lançado pelo governo federal para integrar órgãos de segurança, Justiça e assistência social na prevenção e combate à violência de gênero. Na avaliação da deputada, a estratégia fortaleceu a atuação conjunta das instituições responsáveis pela proteção das vítimas.

Outro ponto destacado foi a Operação Mulher Segura, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com as forças policiais dos estados. De acordo com os números apresentados pela parlamentar, a mobilização resultou na prisão de mais de 17 mil suspeitos de violência contra mulheres desde o início da operação, em março deste ano.

Gleisi também ressaltou avanços no sistema de proteção judicial às vítimas. Segundo ela, o tempo médio para a concessão de medidas protetivas caiu de cerca de 14 dias para menos de dois dias, permitindo respostas mais rápidas em situações de risco e ampliando a segurança das mulheres ameaçadas.

Apesar da redução ser considerada modesta, a deputada avaliou que o resultado representa uma mudança importante em relação aos anos anteriores, quando os registros de feminicídio apresentavam tendência de crescimento. Para ela, a continuidade das políticas públicas poderá consolidar uma trajetória de queda nos próximos anos.

Ao comentar os números, Gleisi elogiou o compromisso do governo federal com a pauta de proteção às mulheres e destacou o envolvimento do presidente Lula e da primeira-dama Janja da Silva nas iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. A parlamentar defendeu que o fortalecimento dessas ações é essencial para preservar vidas e ampliar a rede de proteção às mulheres em todo o país.

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Juliana Brizola lidera corrida pelo governo do Rio Grande do Sul e aparece à frente de Zucco em pesquisa

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Levantamento do Real Time Big Data mostra pedetista com 38% no primeiro turno – Foto: X/ @JulianaBrizola | Marina Ramos/ CdosD

A disputa pelo comando do Rio Grande do Sul tem Juliana Brizola (PDT) na dianteira, segundo pesquisa do Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (25). A candidata alcança 38% das intenções de voto no cenário estimulado para o primeiro turno, enquanto Luciano Zucco (PL) aparece com 32%. Gabriel Souza (MDB) ocupa a terceira colocação, com 19%, e Marcelo Maranata (PSDB) registra 4%. Brancos e nulos representam 3%, mesmo percentual dos entrevistados que não souberam ou preferiram não responder.

O levantamento também simulou possíveis confrontos de segundo turno. Contra Zucco, Juliana aparece com 45%, enquanto o candidato do PL soma 41%. Apesar da vantagem numérica da pedetista, a diferença está dentro da margem de erro, configurando empate técnico. Nesse cenário, 7% permanecem indecisos e outros 7% afirmam que votariam em branco ou anulariam o voto.

Nas outras simulações, Zucco registra 43% diante de Gabriel Souza, que aparece com 38%. Já Juliana Brizola abre uma diferença maior contra o candidato do MDB: a pedetista chega a 48%, ante 35% de Gabriel. Nesse último confronto, 8% não sabem em quem votar e 9% indicam voto branco, nulo ou afirmam que não compareceriam para escolher nenhum dos dois candidatos.

Para o Senado, o cenário apresentado pela pesquisa é marcado por forte equilíbrio. Marcel Van Hattem (Novo) aparece com 20%, seguido de perto por Manuela D’Avila (PSOL), com 19%, e Sanderson (PL), com 17%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os três estão tecnicamente empatados. Pimenta (PT) e Rigotto (MDB) aparecem logo depois, ambos com 15%, enquanto Frederico Antunes (PSD) soma 5%. Os demais nomes testados registram 1% ou não pontuam.

A pesquisa também mediu a percepção dos gaúchos sobre a administração do governador Eduardo Leite (PSD). O resultado aponta que 56% aprovam o governo estadual, contra 38% que desaprovam. Outros 6% não souberam responder. Na avaliação por conceitos, 38% classificam a gestão como regular, 34% como ótima ou boa e 25% como ruim ou péssima, enquanto 3% não apresentaram uma avaliação.

O Real Time Big Data entrevistou 1,6 mil eleitores do Rio Grande do Sul entre os dias 20 e 24 de agosto. A pesquisa possui margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-09640-2026 e apresenta um cenário em que Juliana Brizola inicia a disputa estadual na liderança, enquanto a corrida pelo Senado permanece aberta e concentrada entre vários candidatos.

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