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Com aporte de R$ 3 milhões do PL, Marcio Bittar assume liderança em recursos na disputa pelo Senado no Acre

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Campanha de Bittar declarou R$ 3,04 milhões em receitas e ultrapassou, até os valores registrados por Jorge e Mara – Foto: Bruno Barata/ PL – Marcos Oliveira/ Senado

A corrida pelas duas vagas do Acre no Senado ganhou um novo cenário também no campo financeiro. O candidato à reeleição Marcio Bittar (PL) passou a ocupar a primeira posição entre os concorrentes com maior volume de recursos declarados para a campanha, alcançando R$ 3,04 milhões em receitas até esta sexta-feira (28).

A maior parte do dinheiro chegou por meio da direção nacional do Partido Liberal. Dos recursos contabilizados pela candidatura, R$ 3,02 milhões foram transferidos pela legenda, representando aproximadamente 99,34% de toda a arrecadação informada. Outros R$ 20 mil aparecem como doação feita por Marcílio Marcel Bittar.

A entrada do recurso partidário colocou Bittar à frente dos principais adversários no levantamento financeiro da disputa. Jorge Viana (PT) aparece com R$ 1.608.286,27 declarados, enquanto Mara Rocha (Republicanos) registra R$ 1.197.998,40. Até a atualização anterior das prestações de contas, Bittar ainda não aparecia com recursos recebidos, mas o aporte do PL alterou de uma só vez sua posição no ranking.

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Os números, entretanto, representam apenas o retrato das informações disponíveis até o dia 28 e podem sofrer alterações ao longo da campanha. Candidatos e partidos continuam registrando receitas, doações e despesas junto à Justiça Eleitoral, o que significa que a ordem entre os concorrentes com maior arrecadação ainda poderá mudar durante o período eleitoral.

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Alcolumbre escolhe Eduardo Braga para relatar marco dos minerais críticos e Senado prepara votação acelerada

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Projeto estava há cerca de quatro meses sem avançar e poderá seguir diretamente ao plenário em regime de urgência durante esforço concentrado – Foto: Geraldo Magela/ Senado

O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi escolhido para assumir a relatoria do projeto que estabelece regras para a exploração de minerais críticos e estratégicos no Brasil. A decisão partiu do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que comunicou ao parlamentar amazonense a nova missão nesta quarta-feira (26).

A mudança na condução da proposta ocorre em meio a uma articulação entre Senado, Câmara dos Deputados e governo federal para destravar a votação. Antes de conversar com Braga, Alcolumbre participou de uma reunião no Palácio da Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Durante as discussões, Alcolumbre sinalizou que pretende dar prioridade ao marco legal dos minerais críticos e trabalhar para que o texto seja apreciado pelo Senado já na próxima semana. A intenção é aproveitar o período de esforço concentrado dos senadores para acelerar a análise de uma matéria considerada estratégica para o setor mineral brasileiro.

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O projeto está sem avançar no Senado há aproximadamente quatro meses. Com a nova articulação, existe a possibilidade de a proposta não percorrer todas as comissões temáticas antes da votação. Caso seja aprovado um requerimento de urgência, o texto poderá ser encaminhado diretamente ao plenário, reduzindo o tempo necessário para sua apreciação.

Os próximos passos deverão ser definidos na segunda-feira (31), quando Alcolumbre e Eduardo Braga têm reunião prevista para tratar da relatoria e do calendário de votação. O encontro deverá estabelecer o rito que será adotado pelo Senado e os ajustes necessários para que o projeto dos minerais críticos possa entrar definitivamente na pauta da Casa.

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