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Donald Trump estudam novas taxas comerciais e ampliam pressão sobre parceiros internacionais
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Governo Trump avança com plano para ampliar tarifas de importação – Foto: Reprodução/ Getty Images
O governo dos Estados Unidos deve anunciar nos próximos dias uma nova etapa de sua política comercial, com a imposição de tarifas de importação sobre produtos provenientes de dezenas de países. A medida faz parte da estratégia da administração do presidente Donald Trump para reforçar a proteção da indústria norte-americana e reduzir o déficit na balança comercial.
A expectativa é de que os novos encargos sejam divulgados antes do encerramento da validade da tarifa global temporária de 10%, que expira nesta sexta-feira (24). A iniciativa busca manter instrumentos de pressão sobre parceiros comerciais enquanto a Casa Branca define uma política tarifária de longo prazo.
Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a proposta inicial é manter alíquotas próximas aos atuais 10%, evitando mudanças bruscas em um primeiro momento. No entanto, o governo não descarta ampliar esse percentual conforme o avanço das negociações comerciais.
Ao mesmo tempo, autoridades norte-americanas conduzem estudos e investigações para identificar práticas consideradas prejudiciais aos interesses econômicos dos Estados Unidos. Esses levantamentos poderão servir de base jurídica para futuras medidas mais rigorosas.
A administração Trump argumenta que o aumento das tarifas é uma ferramenta para fortalecer a produção interna, incentivar investimentos em território americano e combater práticas que considera desleais no comércio internacional.
Especialistas, porém, avaliam que novas barreiras comerciais podem provocar reações de outros países, elevando o risco de disputas econômicas e afetando cadeias globais de fornecimento.
Caso as novas tarifas sejam confirmadas, empresas importadoras e exportadoras deverão acompanhar atentamente as mudanças, já que elas podem influenciar os custos de produtos, contratos internacionais e o fluxo de comércio entre os Estados Unidos e seus parceiros.
A expectativa do mercado é que os detalhes das medidas sejam divulgados ainda nesta semana, definindo quais países e setores serão alcançados pelas novas tarifas e quais percentuais passarão a ser aplicados. Informa o jornal britânico Financial Times.
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Irã anuncia ataque contra instalação militar dos EUA na Síria e amplia tensão no Oriente Médio
Guarda Revolucionária afirma ter atingido centro de operações em al-Tanf e faz novas ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz – Foto: Reprodução/ IA
O governo iraniano anunciou por meio da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), que realizou um ataque contra um centro de comando de operações especiais dos Estados Unidos na região de al-Tanf, no sul da Síria. Segundo Teerã, a ofensiva foi uma resposta à morte de militares iranianos registrada recentemente na cidade de Iranshahr, no sudeste do país.
As informações foram divulgadas inicialmente pela imprensa estatal iraniana e repercutidas por agências internacionais. Até o momento, porém, a versão apresentada pelo Irã não foi confirmada de forma independente, e autoridades norte-americanas e sírias ainda não divulgaram posicionamentos oficiais sobre a suposta ação militar.
Além da ofensiva anunciada, a Guarda Revolucionária voltou a endurecer o discurso em relação ao tráfego marítimo no Golfo Pérsico. O comando militar afirmou que o Irã possui condições de controlar o Estreito de Ormuz e advertiu que a passagem poderá ser comprometida caso continuem ocorrendo ações militares dos Estados Unidos contra interesses iranianos.
O Estreito de Ormuz é considerado uma das rotas estratégicas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo e gás natural. Qualquer ameaça ao fluxo de embarcações na região costuma provocar preocupação nos mercados internacionais devido ao impacto potencial sobre o abastecimento global de energia.
A situação também chama atenção porque a área de al-Tanf ocupa uma posição estratégica na fronteira entre Síria, Iraque e Jordânia. Embora militares americanos tenham informado anteriormente a conclusão da retirada de tropas da base, o local continua sendo um ponto de grande relevância para o monitoramento da segurança regional.
Com o novo episódio, cresce a apreensão da comunidade internacional sobre uma possível ampliação das tensões no Oriente Médio. Especialistas acompanham os desdobramentos do caso diante do risco de novos confrontos militares e de possíveis reflexos na estabilidade da região e no mercado internacional de energia.
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