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Irmão de Lamine Yamal vira sensação da Copa e conquista torcedores com carisma nas arquibancadas
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Pequeno Keyne Yamal, de apenas três anos, ganhou o carinho da torcida espanhola e se transformou em um dos personagens mais queridos – Foto: Reprodução/Instagram
A campanha da Espanha rumo ao título da Copa do Mundo de 2026 não foi marcada apenas pelo desempenho dos jogadores dentro de campo. Fora das quatro linhas, um personagem inesperado conquistou o coração dos torcedores: Keyne Yamal, irmão caçula de Lamine Yamal. Com apenas três anos de idade, o menino se tornou presença constante nas arquibancadas e chamou a atenção por sua espontaneidade e alegria durante os jogos.
Sempre acompanhado por familiares, Keyne apareceu diversas vezes nas transmissões oficiais da competição. Suas comemorações, expressões de entusiasmo e pequenas dancinhas viralizaram nas redes sociais, transformando o garoto em um fenômeno entre os fãs da seleção espanhola.
A identificação da torcida foi imediata. Nas redes, milhares de internautas passaram a chamá-lo de “amuleto da sorte” da Espanha, acreditando que sua presença acompanhava os bons resultados da equipe ao longo do torneio. O menino acabou se tornando uma figura simbólica da campanha espanhola.
Nascido em setembro de 2022, Keyne é meio-irmão de Lamine Yamal. Apesar da diferença de idade entre os dois, a relação familiar sempre foi marcada por muito carinho. O atacante costuma compartilhar momentos ao lado do caçula, demonstrando o forte vínculo que mantém com ele.
Em declarações anteriores, Lamine revelou que sente uma responsabilidade especial pelo irmão mais novo e afirmou que procura estar presente em sua vida sempre que possível. A proximidade entre os dois ficou ainda mais evidente durante a Copa, quando Keyne acompanhou de perto praticamente toda a caminhada da seleção.
Embora não tivesse qualquer participação direta nas atividades da equipe, o pequeno torcedor acabou se tornando um dos rostos mais lembrados da competição. Sua naturalidade diante das câmeras e o entusiasmo com cada lance fizeram dele um dos personagens mais comentados do Mundial.
Enquanto Keyne encantava o público nas arquibancadas, Lamine Yamal desempenhava papel fundamental dentro de campo. Titular absoluto da Espanha, o jovem atacante foi decisivo na criação das principais jogadas ofensivas da equipe, contribuindo com assistências, dribles e movimentação que desequilibraram diversas partidas.
Mesmo convivendo com uma lesão muscular durante parte da competição e enfrentando forte marcação dos adversários, Lamine manteve alto nível de desempenho e ajudou a Espanha a conquistar o bicampeonato mundial. Ao fim da campanha, além do reconhecimento pelo talento do camisa espanhol, a família Yamal também ganhou um novo integrante querido pelo público: o pequeno Keyne, que deixou sua marca na história da Copa com muito carisma e simpatia.
Veja o vídeo:
keyne yamal edit pic.twitter.com/L2C0jBlNCF
— Mithza (@Mithzarsiv) July 11, 2026
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Quem vencer a Copa do Mundo de 2026 garante vaga em 2030? Saiba como funciona a regra
Regra que garantia vaga automática ao vencedor do Mundial foi extinta pela Fifa há duas décadas – Divulgação/ Fifa
A conquista da Copa do Mundo de 2026 não assegurará ao campeão um lugar garantido na edição de 2030. A Federação Internacional de Futebol (Fifa) mantém em vigor a regra que exige que todas as seleções, exceto as anfitriãs, disputem as Eliminatórias para conquistar uma vaga no torneio seguinte.
Durante muitos anos, o país vencedor da Copa tinha presença confirmada na edição seguinte sem precisar disputar a fase classificatória. No entanto, essa vantagem foi extinta antes da Copa do Mundo de 2006, disputada na Alemanha, alterando definitivamente o regulamento da principal competição do futebol mundial.
A França foi a última seleção beneficiada pelo antigo sistema. Após conquistar o título mundial em 1998, os franceses participaram da Copa de 2002, realizada na Coreia do Sul e no Japão, sem a necessidade de disputar as Eliminatórias.
Desde então, todas as seleções campeãs precisaram voltar ao campo para buscar uma nova classificação. O Brasil foi o primeiro vencedor da Copa a enfrentar essa nova realidade, tendo de disputar as Eliminatórias para defender o título conquistado anteriormente.
A Copa do Mundo de 2030 contará com seis países já classificados por sediar o torneio. Espanha, Portugal e Marrocos serão os anfitriões principais da competição, enquanto Argentina, Uruguai e Paraguai receberão as partidas inaugurais em homenagem aos 100 anos da primeira edição do Mundial.
Com essas seis vagas reservadas aos países organizadores, todas as demais seleções, inclusive a campeã da Copa de 2026, precisarão disputar as competições classificatórias em seus respectivos continentes.
A mudança reforça o objetivo da Fifa de manter um processo classificatório igual para praticamente todas as seleções, garantindo que o desempenho recente não substitua a necessidade de conquistar a vaga dentro de campo.
Dessa forma, quem levantar o troféu da Copa do Mundo de 2026 terá um novo desafio pela frente: superar as Eliminatórias e garantir presença na edição histórica de 2030, quando o torneio celebrará seu centenário.
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