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Seleção Brasileira fica sem chances de avançar à fase final da Liga das Nações de Vôlei Masculino

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Resultados da rodada eliminam matematicamente a seleção brasileira da disputa por vaga nas finais da VNL – Foto: Alexandre Loureiro/ COB

A Seleção Brasileira masculina está oficialmente fora da fase final da Liga das Nações de Vôlei (VNL) 2026. A combinação de resultados da penúltima rodada confirmou a eliminação da equipe, encerrando qualquer possibilidade de classificação antes mesmo do encerramento da fase preliminar.

A situação do Brasil já era delicada após o revés diante da Polônia, resultado que obrigava a equipe a depender de uma sequência favorável de resultados envolvendo concorrentes diretos na luta pelas últimas vagas.

Entretanto, a vitória da Bulgária sobre os Estados Unidos acabou frustrando as expectativas brasileiras. O resultado alterou a classificação e tornou impossível a recuperação da seleção na tabela, independentemente do desempenho na rodada final.

Ao longo da campanha, o Brasil apresentou oscilações que comprometeram a busca por uma vaga entre os melhores da competição. Em 11 partidas disputadas, a equipe conquistou apenas seis vitórias, desempenho insuficiente para permanecer entre os candidatos à classificação.

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O regulamento da Liga das Nações prevê a classificação das oito seleções que disputarão a fase decisiva. No entanto, como a China será a sede das finais, a equipe asiática tem presença garantida mesmo sem figurar entre os oito primeiros colocados da classificação geral.

Com isso, a disputa pelas demais vagas ficou ainda mais acirrada, exigindo campanhas consistentes durante toda a fase classificatória. O Brasil não conseguiu manter a regularidade necessária e acabou sendo ultrapassado pelos adversários diretos.

A eliminação representa um resultado abaixo das expectativas para uma das seleções mais tradicionais do voleibol mundial, que buscava retornar ao protagonismo internacional após mudanças no elenco e na comissão técnica.

Agora, o foco da equipe brasileira passa a ser a preparação para os próximos compromissos da temporada e para as principais competições do calendário internacional, com o objetivo de corrigir as falhas apresentadas na VNL e voltar a disputar títulos nos próximos torneios.

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Quem vencer a Copa do Mundo de 2026 garante vaga em 2030? Saiba como funciona a regra

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Regra que garantia vaga automática ao vencedor do Mundial foi extinta pela Fifa há duas décadas – Divulgação/ Fifa

A conquista da Copa do Mundo de 2026 não assegurará ao campeão um lugar garantido na edição de 2030. A Federação Internacional de Futebol (Fifa) mantém em vigor a regra que exige que todas as seleções, exceto as anfitriãs, disputem as Eliminatórias para conquistar uma vaga no torneio seguinte.

Durante muitos anos, o país vencedor da Copa tinha presença confirmada na edição seguinte sem precisar disputar a fase classificatória. No entanto, essa vantagem foi extinta antes da Copa do Mundo de 2006, disputada na Alemanha, alterando definitivamente o regulamento da principal competição do futebol mundial.

A França foi a última seleção beneficiada pelo antigo sistema. Após conquistar o título mundial em 1998, os franceses participaram da Copa de 2002, realizada na Coreia do Sul e no Japão, sem a necessidade de disputar as Eliminatórias.

Desde então, todas as seleções campeãs precisaram voltar ao campo para buscar uma nova classificação. O Brasil foi o primeiro vencedor da Copa a enfrentar essa nova realidade, tendo de disputar as Eliminatórias para defender o título conquistado anteriormente.

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A Copa do Mundo de 2030 contará com seis países já classificados por sediar o torneio. Espanha, Portugal e Marrocos serão os anfitriões principais da competição, enquanto Argentina, Uruguai e Paraguai receberão as partidas inaugurais em homenagem aos 100 anos da primeira edição do Mundial.

Com essas seis vagas reservadas aos países organizadores, todas as demais seleções, inclusive a campeã da Copa de 2026, precisarão disputar as competições classificatórias em seus respectivos continentes.

A mudança reforça o objetivo da Fifa de manter um processo classificatório igual para praticamente todas as seleções, garantindo que o desempenho recente não substitua a necessidade de conquistar a vaga dentro de campo.

Dessa forma, quem levantar o troféu da Copa do Mundo de 2026 terá um novo desafio pela frente: superar as Eliminatórias e garantir presença na edição histórica de 2030, quando o torneio celebrará seu centenário.

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