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Antonelli supera estratégia da Ferrari e conquista vitória no GP da Bélgica; Bortoleto pontua novamente
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Líder do campeonato reage após início complicado, vence em Spa-Francorchamps e brasileiro termina entre os oito primeiros – Foto: Divulgação/ F1
Kimi Antonelli confirmou o excelente momento vivido na temporada ao vencer o Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1, disputado neste domingo (19), no circuito de Spa-Francorchamps. O piloto da Mercedes mostrou ritmo superior ao longo da corrida, superou os desafios da primeira metade da prova e cruzou a linha de chegada na primeira colocação.
A corrida começou movimentada, com Max Verstappen assumindo a liderança logo após a largada. O piloto da Red Bull aproveitou a longa reta inicial para ultrapassar Antonelli, mas a vantagem durou pouco. Charles Leclerc também entrou na disputa e transformou as primeiras voltas em um intenso duelo entre os principais candidatos à vitória.
O primeiro incidente importante ocorreu ainda na volta inicial. George Russell acabou envolvido em uma disputa acirrada e abandonou a corrida após uma colisão. O acidente provocou mudanças no cenário da prova e ainda resultou em punição para a Ferrari, que perdeu tempo precioso ao longo da disputa.
Na parte intermediária da corrida, Charles Leclerc aproveitou o bom desempenho da Ferrari nas retas para assumir a liderança ao ultrapassar Lando Norris. O monegasco chegou a abrir vantagem, enquanto Antonelli encontrava dificuldades para superar o piloto da McLaren e iniciar a perseguição.
Mesmo enfrentando tráfego à frente, o líder do campeonato manteve a calma e administrou o desgaste dos pneus até encontrar a oportunidade ideal para atacar. Quando conseguiu ultrapassar Norris, Antonelli rapidamente reduziu a diferença para Leclerc e passou a pressionar o rival.
A ultrapassagem decisiva aconteceu nas voltas finais. Com melhor desempenho e ritmo consistente, o piloto da Mercedes deixou Leclerc para trás e assumiu definitivamente a ponta da corrida, controlando a vantagem até receber a bandeirada.
Max Verstappen completou o pódio na terceira posição após uma corrida consistente, enquanto Charles Leclerc terminou em segundo lugar depois de liderar parte importante da prova, mas sem conseguir resistir ao ritmo da Mercedes.
O brasileiro Gabriel Bortoleto também teve motivos para comemorar. Apesar de perder posições na largada, o piloto aproveitou uma parada estratégica durante o período de Virtual Safety Car para recuperar terreno e finalizar a corrida na oitava colocação, somando mais quatro pontos importantes na classificação do campeonato.
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Quem vencer a Copa do Mundo de 2026 garante vaga em 2030? Saiba como funciona a regra
Regra que garantia vaga automática ao vencedor do Mundial foi extinta pela Fifa há duas décadas – Divulgação/ Fifa
A conquista da Copa do Mundo de 2026 não assegurará ao campeão um lugar garantido na edição de 2030. A Federação Internacional de Futebol (Fifa) mantém em vigor a regra que exige que todas as seleções, exceto as anfitriãs, disputem as Eliminatórias para conquistar uma vaga no torneio seguinte.
Durante muitos anos, o país vencedor da Copa tinha presença confirmada na edição seguinte sem precisar disputar a fase classificatória. No entanto, essa vantagem foi extinta antes da Copa do Mundo de 2006, disputada na Alemanha, alterando definitivamente o regulamento da principal competição do futebol mundial.
A França foi a última seleção beneficiada pelo antigo sistema. Após conquistar o título mundial em 1998, os franceses participaram da Copa de 2002, realizada na Coreia do Sul e no Japão, sem a necessidade de disputar as Eliminatórias.
Desde então, todas as seleções campeãs precisaram voltar ao campo para buscar uma nova classificação. O Brasil foi o primeiro vencedor da Copa a enfrentar essa nova realidade, tendo de disputar as Eliminatórias para defender o título conquistado anteriormente.
A Copa do Mundo de 2030 contará com seis países já classificados por sediar o torneio. Espanha, Portugal e Marrocos serão os anfitriões principais da competição, enquanto Argentina, Uruguai e Paraguai receberão as partidas inaugurais em homenagem aos 100 anos da primeira edição do Mundial.
Com essas seis vagas reservadas aos países organizadores, todas as demais seleções, inclusive a campeã da Copa de 2026, precisarão disputar as competições classificatórias em seus respectivos continentes.
A mudança reforça o objetivo da Fifa de manter um processo classificatório igual para praticamente todas as seleções, garantindo que o desempenho recente não substitua a necessidade de conquistar a vaga dentro de campo.
Dessa forma, quem levantar o troféu da Copa do Mundo de 2026 terá um novo desafio pela frente: superar as Eliminatórias e garantir presença na edição histórica de 2030, quando o torneio celebrará seu centenário.
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