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Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, divulga lista dos 100 mil pesquisadores mais influentes do mundo

Univali faz parte do ranking com 979 brasileiros e 30 catarinenses

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Valdir Cechinel Filho – Foto Dales Hoeckesfeld

Roberta Locatelli Ramos Schaefer – A Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, divulgou a lista dos 100 mil pesquisadores mais influentes do mundo. Pelo quarto ano consecutivo, o reitor da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), professor Valdir Cechinel Filho, foi classificado no ranking que destaca 979 pesquisadores brasileiros e 30 de universidades de Santa Catarina.

A pesquisa, elaborada em parceria com a editora Elsevier, utiliza as citações da base de dados Scopus e os cientistas são classificados em 22 campos científicos e 176 subcampos. O levantamento apresenta um ranking que analisa o impacto do pesquisador ao longo de sua carreira e outro que considera os impactos recentes de suas pesquisas. A edição atual é baseada nas informações disponíveis em 1 de outubro de 2023 do Scopus.

Além do reitor, o levantamento ainda destaca os Doutores Honoris Causa da Univali, professor Arturo San Feliciano, da Universidade de Salamanca e o professor Rosendo Augusto Yunes, da Universidade Federal de Santa Catarina.

“Pessoalmente é uma honra muito grande representar a Univali e ter o meu nome figurando mais uma vez neste que é um dos mais prestigiados rankings internacionais. Essa classificação atesta que nossas pesquisas têm gerado impacto e servido também como referência para outros pesquisadores. Acima de tudo, este reconhecimento envolve todos os pesquisadores, docentes e alunos parceiros que dão suporte aos projetos que participo em mais de três décadas de experiência na área de pesquisa”, afirma Cechinel.

Valdir Cechinel Filho é pesquisador 1B do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), coordenador internacional da Rede Iberoamericana de Estudo e Aproveitamento Sustentável da Biodiversidade Regional de Interesse Farmacêutico (Ribiofar) e da Rede Iberoamericana de Investigação em Câncer (Ribecancer), ambas apoiadas pelo CYTED e CNPq, envolvendo 16 países e 40 Grupos de Pesquisa.

Atua como editor associado e assessor científico para inúmeros periódicos especializados e é autor de 60 livros e capítulos de livros, cerca de 400 artigos científicos publicados em periódicos especializados nacionais e internacionais, além de 12 depósitos de patentes nacionais e internacionais.

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Educação

Dia Nacional do Livro Infantil reforça investimentos bilionários e amplia acesso à leitura no Brasil

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Investimentos públicos fortalecem distribuição de obras e destacam importância da educação desde a infância – Foto: Reprodução/ FNDE

O Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, ganha novo significado em 2026 com o reforço de políticas públicas voltadas à formação de leitores no Brasil. O Governo Federal tem ampliado ações que buscam garantir que crianças e jovens tenham acesso a livros de qualidade, especialmente na rede pública de ensino, onde muitas vezes ocorre o primeiro contato com a leitura.

Nos últimos anos, o país tem apostado em programas estruturantes para democratizar o acesso ao livro, garantindo que escolas de diferentes regiões recebam materiais atualizados e diversificados. A estratégia não se limita apenas ao envio de livros didáticos, mas também inclui obras literárias que estimulam o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento cultural dos estudantes.

A ampliação do acervo disponível nas escolas e bibliotecas também reflete uma preocupação com a inclusão. Materiais adaptados e conteúdos voltados a diferentes realidades sociais e culturais passaram a integrar as coleções, permitindo que mais estudantes se identifiquem com as histórias e temas abordados. Esse avanço contribui diretamente para reduzir desigualdades no acesso à educação.

Outro ponto importante é a expansão do alcance das políticas de leitura para além das salas de aula. Bibliotecas públicas e comunitárias têm sido fortalecidas como espaços de aprendizado e convivência, ampliando o acesso ao livro em regiões onde a presença de equipamentos culturais ainda é limitada.

Além da distribuição de obras, especialistas destacam que o incentivo à leitura precisa estar aliado a práticas pedagógicas que valorizem o hábito de ler. Professores e gestores educacionais têm papel fundamental nesse processo, criando ambientes que estimulem o interesse dos alunos e tornem a leitura uma experiência prazerosa.

Mais do que uma ação pontual, o incentivo à leitura no Brasil representa um investimento direto no futuro. Ao formar leitores desde cedo, o país fortalece a educação, amplia oportunidades e contribui para a construção de uma sociedade mais crítica, informada e preparada para os desafios do mundo contemporâneo.

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