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Pesquisa da Organização das Nações Unidas (Unesco) aborda implementação do Novo Ensino Médio

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Estudo coletou a percepção de estudantes, docentes e gestores escolares sobre o primeiro ano de implementação do Novo Ensino Médio – Foto: Assessoria

(ME) – A Pesquisa Novo Ensino Médio, realizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), apresenta dados sobre a implementação do Novo Ensino Médio nas escolas públicas brasileiras. O estudo teve o objetivo de coletar dados e analisar a percepção de estudantes, docentes e gestores escolares a respeito do primeiro ano de implementação do atual modelo dessa etapa de ensino, que aconteceu nas turmas do 1º ano, em 2022.

A apresentação dos dados aconteceu no dia 11 de abril e foi contemplada com uma análise de pesquisadores por categoria: estudantes, professores e gestores. Os aspectos metodológicos e detalhados sobre a amostra foram apresentados em webinário, que está disponível no YouTube. O material oriundo dessa pesquisa, que tem o apoio do Ministério da Educação (MEC), está publicado no site da Unesco.

No contexto da Consulta Pública instituída pela Portaria nº 399, de 8 de março de 2023, para avaliar e reestruturar a Política Nacional de Ensino Médio, a pesquisa foi um dos mecanismos adotados para coletar informações envolvendo estudantes, professores e gestores escolares em todas as 27 unidades da Federação, conforme previsto na Portaria.

A pesquisa, alinhada com as evidências das dificuldades encontradas na Consulta Pública sobre implementação do Novo Ensino Médio nas redes públicas de ensino do País, teve o propósito de ouvir os profissionais da educação e os estudantes do ensino médio. A partir dessa percepção, os resultados da pesquisa buscam subsidiar o aprimoramento da gestão e implementação de políticas educacionais para o ensino médio.

A pesquisa foi do tipo quantitativo, e o período de coleta de dados ocorreu entre 23 de junho e 9 de outubro de 2023, com estudantes, professores e gestores escolares. O estudo abrangeu todas as regiões do Brasil, com um total de 79 municípios, 27 capitais, 409 escolas, 409 gestores escolares, 818 docentes e 1.227 estudantes participantes, em uma amostra representativa de todo o território nacional.

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Dia Nacional do Livro Infantil reforça investimentos bilionários e amplia acesso à leitura no Brasil

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Investimentos públicos fortalecem distribuição de obras e destacam importância da educação desde a infância – Foto: Reprodução/ FNDE

O Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, ganha novo significado em 2026 com o reforço de políticas públicas voltadas à formação de leitores no Brasil. O Governo Federal tem ampliado ações que buscam garantir que crianças e jovens tenham acesso a livros de qualidade, especialmente na rede pública de ensino, onde muitas vezes ocorre o primeiro contato com a leitura.

Nos últimos anos, o país tem apostado em programas estruturantes para democratizar o acesso ao livro, garantindo que escolas de diferentes regiões recebam materiais atualizados e diversificados. A estratégia não se limita apenas ao envio de livros didáticos, mas também inclui obras literárias que estimulam o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento cultural dos estudantes.

A ampliação do acervo disponível nas escolas e bibliotecas também reflete uma preocupação com a inclusão. Materiais adaptados e conteúdos voltados a diferentes realidades sociais e culturais passaram a integrar as coleções, permitindo que mais estudantes se identifiquem com as histórias e temas abordados. Esse avanço contribui diretamente para reduzir desigualdades no acesso à educação.

Outro ponto importante é a expansão do alcance das políticas de leitura para além das salas de aula. Bibliotecas públicas e comunitárias têm sido fortalecidas como espaços de aprendizado e convivência, ampliando o acesso ao livro em regiões onde a presença de equipamentos culturais ainda é limitada.

Além da distribuição de obras, especialistas destacam que o incentivo à leitura precisa estar aliado a práticas pedagógicas que valorizem o hábito de ler. Professores e gestores educacionais têm papel fundamental nesse processo, criando ambientes que estimulem o interesse dos alunos e tornem a leitura uma experiência prazerosa.

Mais do que uma ação pontual, o incentivo à leitura no Brasil representa um investimento direto no futuro. Ao formar leitores desde cedo, o país fortalece a educação, amplia oportunidades e contribui para a construção de uma sociedade mais crítica, informada e preparada para os desafios do mundo contemporâneo.

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