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Mata Atlântica é um dos mais importantes biomas terrestres e uma região rica em biodiversidade

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Data ajuda a conscientizar a população para a conservação, recuperação e uso sustentável das riquezas naturais brasileiras – Foto: Assessoria

(MT) – De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), estima-se que ela é abrigo de mais de 20 mil espécies de árvores e arbustos (35% das espécies existentes no Brasil), sendo 8 mil delas endêmicas à região. Suas florestas centenárias enchem os olhos e o coração de quem a visita nos vários cantos do país, já que é amplamente encontrada na costa brasileira.

Esse bioma diverso é essencial para a vida urbana, já que fornece serviços ecossistêmicos como produção, regulação e abastecimento de água; regulação e equilíbrio climáticos; proteção de encostas e atenuação de desastres; fertilidade e proteção do solo; produção de alimentos, madeira, fibras, óleos e remédios; além de, claro, ser palco para patrimônios históricos e raízes culturais.

O ecoturismo ou turismo de natureza tem sido um importante agente de preservação ambiental, promovendo a visitação responsável e sustentável nessas áreas naturais, fornecendo uma conexão direta entre as pessoas e o meio ambiente, e gerando benefícios econômicos para as comunidades locais. No dia 27 de maio, quando se comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica, a Agência de Notícias do Turismo chama a atenção para a contribuição valiosa da atividade turística na preservação deste importante bioma no Brasil.

Segundo pesquisa divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com o apoio do Ministério do Turismo, o ecoturismo tem sido responsável por 60% do faturamento do turismo. Ao permitir que os visitantes experimentem a beleza e a diversidade das florestas e de parques naturais de maneira consciente, esse segmento ajuda a sensibilizar as pessoas para a importância da preservação ambiental. Além disso, oferece uma fonte de renda alternativa para as comunidades que vivem nessas áreas, incentivando a conservação desses ecossistemas em vez de sua manipulação ou desmatamento.

COP 30

No próximo ano, o Brasil sediará, na cidade de Belém (PA), a COP 30, um importante evento internacional que vai mobilizar representantes de todo o mundo na discussão de medidas urgentes que ajudem na preservação das riquezas naturais.

Nesse sentido, o MTur comemora o Dia Nacional da Mata Atlântica como uma oportunidade para celebrar a riqueza natural do país e destacar a importância do ecoturismo como uma ferramenta eficaz para a conservação das matas e florestas e a promoção do desenvolvimento sustentável.

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Resultado final da Chamada Pública Florestas e Comunidades: Amazônia Viva é divulgado

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Projetos selecionados receberão apoio para ampliar infraestrutura, melhorar o escoamento da produção e fortalecer a geração de renda – Foto: Agência.ac.gov

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciaram o resultado final da chamada pública Florestas e Comunidades: Amazônia Viva, após a conclusão da análise dos recursos apresentados pelas organizações participantes. A relação contempla projetos voltados ao fortalecimento da produção sustentável em diferentes territórios da Amazônia Legal.

A seleção reúne iniciativas apresentadas por povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares que atuam na conservação da floresta e na produção de alimentos e produtos da sociobiodiversidade. Com a divulgação do resultado definitivo, as organizações selecionadas avançam para as próximas etapas previstas no programa.

Criado por meio de uma parceria entre a Conab e o BNDES, o projeto Amazônia Viva foi estruturado para impulsionar o desenvolvimento sustentável da região, promovendo investimentos que contribuam para melhorar as condições de produção, armazenamento, beneficiamento e comercialização dos produtos locais.

Entre os principais objetivos da iniciativa está a redução dos obstáculos enfrentados pelas comunidades amazônicas, como a precariedade da infraestrutura, os elevados custos logísticos, a falta de estruturas de armazenamento e processamento, além das dificuldades para atender às exigências sanitárias e acessar mercados consumidores.

Com os investimentos previstos, a expectativa é ampliar a capacidade produtiva das organizações beneficiadas, reduzir perdas durante o transporte e agregar valor aos produtos oriundos da floresta, fortalecendo a economia local e incentivando práticas ambientalmente sustentáveis.

Outro foco do programa é ampliar o acesso dessas comunidades às políticas públicas e às oportunidades de comercialização, promovendo maior inclusão econômica e estimulando cadeias produtivas que conciliem geração de renda com preservação ambiental.

A iniciativa reforça a importância de apoiar quem vive e produz na Amazônia, reconhecendo o papel estratégico das populações tradicionais e dos agricultores familiares na conservação dos recursos naturais e no desenvolvimento sustentável da região.

Com a divulgação do resultado final, o projeto entra em uma nova fase, voltada à implementação das ações previstas pelas organizações selecionadas, consolidando mais um passo para fortalecer a bioeconomia e incentivar modelos de produção sustentáveis na Amazônia Legal.

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