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Valorização da educação: MEC garante R$ 400 milhões a institutos e universidades federais

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A recomposição orçamentária reforça o compromisso do governo federal com a educação técnica e superior federal – Foto: Luís Fortes/MEC

(MEC) – Em mais um passo pelo compromisso do Governo Federal com a valorização da educação pública e a consolidação das universidades e institutos federais, o Ministério da Educação (MEC) formalizou a recomposição orçamentária, por meio da Portaria GM/MPO nº 177, de 26 de junho de 2025, publicada no Diário Oficial da União. A pasta havia anunciado, em 27 de maio, a recomposição orçamentária de R$ 400 milhões para o exercício de 2025.

Os recursos, destinados às instituições federais de ensino superior (Ifes), têm como objetivo mitigar os efeitos de restrições orçamentárias anteriores e garantir a manutenção das atividades acadêmicas, administrativas e de assistência estudantil, essenciais para o pleno funcionamento das universidades e institutos federais em todo o País.

De acordo com o secretário de Educação Superior, Marcus David, a medida reforça a a tenção do governo federal junto ao orçamento da educação federal. “A recomposição orçamentária assegura melhores condições para que nossas universidades e institutos federais mantenham seu papel estratégico na produção de conhecimento, na formação de profissionais e no desenvolvimento social. É uma sinalização do compromisso do MEC com a autonomia e o fortalecimento das instituições federais”, destacou o secretário.

Para o secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli, a recomposição orçamentária demonstra a sensibilidade do ministro Camilo Santana diante das principais demandas das instituições federais. “O ministro tem se mostrado atento especialmente à assistência estudantil, que é fundamental para garantir a permanência dos estudantes, e ao custeio de serviços essenciais, como os prestados por trabalhadores terceirizados. Isso ajuda a manter postos de trabalho, gerando emprego e renda em todo o país”, destacou.

A ampliação dos recursos também contribui para o avanço de programas prioritários da educação técnica e superior, como a expansão da oferta de vagas, o fomento à inclusão e à permanência estudantil e o investimento em infraestrutura e inovação.

Linha do tempo – universidades e institutos federais

  • 2023: suplementação em R$ 1,7 bilhão;
  • 2024: suplementação em R$ 7 34, 2 milhões, para recomposição da lei Orçamentária  Anual (LOA) e correção da inflação;
  • 2025: suplementação em R$ 400 milhões , para recomposição da LOA.
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Dia Nacional do Livro Infantil reforça investimentos bilionários e amplia acesso à leitura no Brasil

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Investimentos públicos fortalecem distribuição de obras e destacam importância da educação desde a infância – Foto: Reprodução/ FNDE

O Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, ganha novo significado em 2026 com o reforço de políticas públicas voltadas à formação de leitores no Brasil. O Governo Federal tem ampliado ações que buscam garantir que crianças e jovens tenham acesso a livros de qualidade, especialmente na rede pública de ensino, onde muitas vezes ocorre o primeiro contato com a leitura.

Nos últimos anos, o país tem apostado em programas estruturantes para democratizar o acesso ao livro, garantindo que escolas de diferentes regiões recebam materiais atualizados e diversificados. A estratégia não se limita apenas ao envio de livros didáticos, mas também inclui obras literárias que estimulam o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento cultural dos estudantes.

A ampliação do acervo disponível nas escolas e bibliotecas também reflete uma preocupação com a inclusão. Materiais adaptados e conteúdos voltados a diferentes realidades sociais e culturais passaram a integrar as coleções, permitindo que mais estudantes se identifiquem com as histórias e temas abordados. Esse avanço contribui diretamente para reduzir desigualdades no acesso à educação.

Outro ponto importante é a expansão do alcance das políticas de leitura para além das salas de aula. Bibliotecas públicas e comunitárias têm sido fortalecidas como espaços de aprendizado e convivência, ampliando o acesso ao livro em regiões onde a presença de equipamentos culturais ainda é limitada.

Além da distribuição de obras, especialistas destacam que o incentivo à leitura precisa estar aliado a práticas pedagógicas que valorizem o hábito de ler. Professores e gestores educacionais têm papel fundamental nesse processo, criando ambientes que estimulem o interesse dos alunos e tornem a leitura uma experiência prazerosa.

Mais do que uma ação pontual, o incentivo à leitura no Brasil representa um investimento direto no futuro. Ao formar leitores desde cedo, o país fortalece a educação, amplia oportunidades e contribui para a construção de uma sociedade mais crítica, informada e preparada para os desafios do mundo contemporâneo.

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