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Núcleo de Acessibilidade da Univali promove roda de conversa sobre autismo no ambiente acadêmico

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Instituição tem cerca de 250 alunos com Transtorno do Espectro Autista

O Núcleo de Acessibilidade (NAU) da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) irá promover uma roda de conversa sobre autismo no ambiente acadêmico. O objetivo do evento é conscientizar a comunidade acadêmica sobre a inclusão do aluno com Transtorno do Espectro Autista e os recursos de acessibilidade necessários para o sucesso da graduação.

A instituição tem hoje mais de 700 alunos com algum tipo de deficiência ou transtorno, sendo que, em média, 250 são autistas.

A responsável pelo NAU, Bianca Reimão Curraladas, explica que o evento faz parte das atividades do Mês de Conscientização do Autismo e visa debater o direito ao acesso e à permanência dos acadêmicos no ensino superior. “Nossa intenção é abordar os desafios e os cases de sucesso no processo de inclusão, trazer depoimentos de alunos autistas, professores e técnicos de Educação, bem como apresentar o fluxo de atendimento do NAU”.

Segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), cerca de 6 mil pessoas com autismo estavam matriculadas no ensino superior brasileiro em 2023, um aumento de mais de 500% em relação aos 980 registrados em 2017.

O evento acontece no dia 28 de abril, das 19h às 22h30, no auditório do bloco F4. A inscrição pode ser feira aqui.

Mais informações: no Núcleo de Acessibilidade Univali – (47) 3341-7572.

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Educação

Dia Nacional do Livro Infantil reforça investimentos bilionários e amplia acesso à leitura no Brasil

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Investimentos públicos fortalecem distribuição de obras e destacam importância da educação desde a infância – Foto: Reprodução/ FNDE

O Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, ganha novo significado em 2026 com o reforço de políticas públicas voltadas à formação de leitores no Brasil. O Governo Federal tem ampliado ações que buscam garantir que crianças e jovens tenham acesso a livros de qualidade, especialmente na rede pública de ensino, onde muitas vezes ocorre o primeiro contato com a leitura.

Nos últimos anos, o país tem apostado em programas estruturantes para democratizar o acesso ao livro, garantindo que escolas de diferentes regiões recebam materiais atualizados e diversificados. A estratégia não se limita apenas ao envio de livros didáticos, mas também inclui obras literárias que estimulam o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento cultural dos estudantes.

A ampliação do acervo disponível nas escolas e bibliotecas também reflete uma preocupação com a inclusão. Materiais adaptados e conteúdos voltados a diferentes realidades sociais e culturais passaram a integrar as coleções, permitindo que mais estudantes se identifiquem com as histórias e temas abordados. Esse avanço contribui diretamente para reduzir desigualdades no acesso à educação.

Outro ponto importante é a expansão do alcance das políticas de leitura para além das salas de aula. Bibliotecas públicas e comunitárias têm sido fortalecidas como espaços de aprendizado e convivência, ampliando o acesso ao livro em regiões onde a presença de equipamentos culturais ainda é limitada.

Além da distribuição de obras, especialistas destacam que o incentivo à leitura precisa estar aliado a práticas pedagógicas que valorizem o hábito de ler. Professores e gestores educacionais têm papel fundamental nesse processo, criando ambientes que estimulem o interesse dos alunos e tornem a leitura uma experiência prazerosa.

Mais do que uma ação pontual, o incentivo à leitura no Brasil representa um investimento direto no futuro. Ao formar leitores desde cedo, o país fortalece a educação, amplia oportunidades e contribui para a construção de uma sociedade mais crítica, informada e preparada para os desafios do mundo contemporâneo.

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