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Ministério da Educação inicia formação continuada de coordenadores pedagógicos, “são 540 vagas ofertadas”

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Curso de Aperfeiçoamento em Coordenação Pedagógica terá 540 vagas ofertadas para secretários municipais e estaduais de Educação de todo o Brasil – Foto: Divulgação/MEC

(MEC) – O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB) e em parceria com a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), vai iniciar a oferta do Curso de Aperfeiçoamento em Coordenação Pedagógica. São 540 vagas ofertadas, destinadas a inscritos de secretarias municipais e estaduais de Educação do País inteiro.  

O curso, com 210 horas de duração, surgiu como uma resposta à demanda de formação dos coordenadores pedagógicos atuantes nas escolas públicas do ensino fundamental. O propósito primordial é fornecer uma formação abrangente e robusta, visando não apenas aprimorar as habilidades técnicas dos profissionais, mas também promover uma visão mais ampla e comprometida com a formação integral dos estudantes. 

A essência da formação reside na busca por soluções pedagógicas que transcendam a transmissão de conteúdos, almejando, sobretudo, instigar nos estudantes a consciência cidadã e o pensamento crítico. Assim, serão estimuladas tanto a absorção passiva do conhecimento quanto a vivência de processos colaborativos que fomentem a produção ativa de saberes. 

Dentre as características marcantes do curso, está a promoção da integração entre os diversos agentes educacionais, incluindo coordenadores, professores e membros da comunidade escolar. Por meio dessa interação, busca-se fortalecer o trabalho do coordenador pedagógico, assim como a coesão e eficácia de toda a equipe educacional. 

Segundo Kátia Schweickardt, secretária de Educação Básica do Ministério, “os cursos disponibilizados pelo MEC são muito importantes para consolidar as políticas prioritárias, como a de alfabetização, de educação em tempo integral e de conectividade”. 

O diretor de Formação Docente e Valorização dos Profissionais da Educação, Lourival Martins Filho, destacou que a Ufam é “uma universidade que tem longa trajetória na formação de profissionais para atuação na coordenação pedagógica nos diferentes contextos educativos. Entende-se que o papel da coordenação é fundamental para uma escola com foco na aprendizagem e inclusão”.

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Dia Nacional do Livro Infantil reforça investimentos bilionários e amplia acesso à leitura no Brasil

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Investimentos públicos fortalecem distribuição de obras e destacam importância da educação desde a infância – Foto: Reprodução/ FNDE

O Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, ganha novo significado em 2026 com o reforço de políticas públicas voltadas à formação de leitores no Brasil. O Governo Federal tem ampliado ações que buscam garantir que crianças e jovens tenham acesso a livros de qualidade, especialmente na rede pública de ensino, onde muitas vezes ocorre o primeiro contato com a leitura.

Nos últimos anos, o país tem apostado em programas estruturantes para democratizar o acesso ao livro, garantindo que escolas de diferentes regiões recebam materiais atualizados e diversificados. A estratégia não se limita apenas ao envio de livros didáticos, mas também inclui obras literárias que estimulam o pensamento crítico, a criatividade e o desenvolvimento cultural dos estudantes.

A ampliação do acervo disponível nas escolas e bibliotecas também reflete uma preocupação com a inclusão. Materiais adaptados e conteúdos voltados a diferentes realidades sociais e culturais passaram a integrar as coleções, permitindo que mais estudantes se identifiquem com as histórias e temas abordados. Esse avanço contribui diretamente para reduzir desigualdades no acesso à educação.

Outro ponto importante é a expansão do alcance das políticas de leitura para além das salas de aula. Bibliotecas públicas e comunitárias têm sido fortalecidas como espaços de aprendizado e convivência, ampliando o acesso ao livro em regiões onde a presença de equipamentos culturais ainda é limitada.

Além da distribuição de obras, especialistas destacam que o incentivo à leitura precisa estar aliado a práticas pedagógicas que valorizem o hábito de ler. Professores e gestores educacionais têm papel fundamental nesse processo, criando ambientes que estimulem o interesse dos alunos e tornem a leitura uma experiência prazerosa.

Mais do que uma ação pontual, o incentivo à leitura no Brasil representa um investimento direto no futuro. Ao formar leitores desde cedo, o país fortalece a educação, amplia oportunidades e contribui para a construção de uma sociedade mais crítica, informada e preparada para os desafios do mundo contemporâneo.

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