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Instituto Amazônia na Feira do Polo Digital de Manaus: resgate e memória através da Inovação

Durante a fala, Castro também destacou que em breve o espaço do Instituto Amazônia irá oferecer oportunidade para que aproximadamente 25 startups e empresas de base tecnológica possam ocupar o local

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Dois terços do Polo estão situados no nosso espaço, então é importante estarmos próximos dessas startups – Fotos: Laiz Neves

Mariah Brandt – A feira do Polo Digital de Manaus acontece entre os dias 3 e 5 de novembro no Centro de Convenções Vasco Vasques, reunindo entidades, organizações, institutos e profissionais interessados em não só construir uma agenda de Ciência e Tecnologia mais ampla na capital amazonense, mas também estabelecer o Polo Digital de Manaus como uma das mais relevantes e inovadoras alternativas econômicas do Brasil.

O Instituto Amazônia, que também integra a Associação do Polo Digital de Manaus, está presente no evento com o Espaço Ilha de São Vicente, que contou com a palestra de abertura do diretor-presidente do Instituto, Paulo Henrique de Castro, destacando a importância de estar situado com a OSCIP exatamente na área onde estão destinadas as ações do Polo Digital de Manaus.

“Nós precisamos que os projetos se realizem, a gente precisa do poder público junto. Dois terços do Polo estão situados no nosso espaço, então é importante estarmos próximos dessas startups”, destacou Castro durante o evento.

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Palestra

Todo o histórico dos 22 anos do Instituto Amazônia e sua atuação nos estados do Amazonas e de Roraima foi apresentado durante a palestra do diretor-presidente Paulo Henrique de Castro. O propósito de ampliar ações de desenvolvimento sustentável, o resgate da memória e a revitalização do Centro Histórico de Manaus também foram pontos centrais na apresentação.

Os projetos de revitalização do Espaço São Vicente, a atuação de arquitetos profissionais e também o projeto de desenvolvimento social Casa do Frei, Caminhos da Arte e a Feira do Paço foram narrados e explicados amplamente durante o evento. Durante a fala, Castro também destacou que em breve o espaço do Instituto Amazônia irá oferecer oportunidade para que aproximadamente 25 startups e empresas de base tecnológica possam ocupar o local.

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Ministério do Turismo destaca destinos da Amazônia e apresenta roteiro pelos principais atrativos naturais da região

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Levantamento reúne experiências de ecoturismo, turismo de base comunitária e paisagens preservadas em nove estados brasileiros – Foto: Divulgação

A Amazônia segue como um dos maiores patrimônios naturais do planeta e concentra algumas das mais impressionantes paisagens do Brasil. Com o objetivo de incentivar o turismo sustentável, o Ministério do Turismo reuniu uma seleção de destinos espalhados pelos nove estados que compõem o bioma, valorizando experiências ligadas à natureza, à cultura e às comunidades tradicionais.

O levantamento apresenta opções para diferentes perfis de visitantes, desde aventureiros interessados em trilhas e montanhismo até turistas que buscam passeios fluviais, observação da fauna, cachoeiras e vivências em territórios indígenas e ribeirinhos. A proposta é mostrar a diversidade de ambientes e culturas existentes dentro da maior floresta tropical do mundo.

No Acre, um dos destaques é o Parque Nacional da Serra do Divisor, considerado um dos principais polos de ecoturismo da região amazônica. O local oferece trilhas em meio à floresta, cachoeiras, rica biodiversidade e contato direto com comunidades tradicionais, proporcionando uma experiência de imersão na natureza.

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O roteiro também contempla destinos conhecidos nacionalmente, como Anavilhanas e Mamirauá, no Amazonas; Alter do Chão e a Ilha de Marajó, no Pará; além do Monte Roraima, da Serra do Tepequém e do Parque Nacional do Viruá, em Roraima. Cada local reúne características próprias que reforçam o potencial turístico da Amazônia brasileira.

Outros estados também aparecem com atrações voltadas ao turismo de natureza e de base comunitária. Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins oferecem opções que incluem passeios por manguezais, observação de aves, pesca esportiva, trilhas em áreas preservadas, navegação por rios e experiências culturais conduzidas pelas próprias comunidades locais.

Segundo o Ministério do Turismo, além de incentivar o lazer, a iniciativa busca fortalecer práticas de conservação ambiental e gerar oportunidades econômicas para populações que vivem na floresta. O turismo sustentável é apontado como uma alternativa para promover o desenvolvimento regional aliado à preservação dos ecossistemas amazônicos.

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