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Falso entregador suspeito de praticar roubos na Zona Sul do Rio é preso após colisão com viatura da PC

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Investigado por diversos assaltos em bairros da Zona Sul, homem utilizava motocicleta roubada para abordar vítimas – Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um homem apontado como responsável por uma sequência de assaltos na Zona Sul da capital. A captura ocorreu em Ipanema, após o suspeito tentar escapar de uma abordagem policial e colidir a motocicleta que conduzia contra uma viatura.

O preso foi identificado como Max Fernando Abrantes de Amorim, conhecido pelo apelido de “Nandinho”. Segundo as investigações, ele fingia trabalhar como entregador de aplicativo para não levantar suspeitas enquanto circulava por bairros movimentados da cidade.

De acordo com a polícia, o investigado utilizava uma motocicleta com registro de roubo para cometer os crimes. As ações criminosas teriam ocorrido principalmente em Copacabana, Flamengo e Ipanema, onde as vítimas eram surpreendidas e tinham celulares e outros pertences levados.

A prisão foi resultado de uma operação realizada por agentes da 13ª Delegacia de Polícia (Ipanema), que monitoravam os deslocamentos da motocicleta suspeita de estar sendo utilizada nos roubos registrados na região.

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Durante a vigilância, os policiais localizaram o veículo trafegando pela Rua Xavier Leal, nas proximidades do Arpoador. Pouco depois, flagraram o momento em que o suspeito abordava uma mulher em uma tentativa de roubo de celular, interrompida pela rápida chegada da equipe policial.

Ao perceber a presença dos agentes, o homem acelerou para tentar fugir. No entanto, perdeu o controle da motocicleta e acabou colidindo contra a viatura da Polícia Civil, sendo imobilizado e preso no local, sem conseguir escapar.

A motocicleta roubada foi recuperada e encaminhada à delegacia, onde também foram realizados os procedimentos de prisão. A Polícia Civil continua as investigações para verificar se o suspeito participou de outros assaltos registrados recentemente na Zona Sul do Rio de Janeiro.

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Três policiais militares voltam à prisão após descumprirem regras da prisão domiciliar no Rio de Janeiro

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Justiça determina nova prisão de policiais investigados por atuar na segurança de Rogério de Andrade –  Foto: Divulgação

Três policiais militares investigados por suposta participação em um esquema de proteção ao contraventor Rogério de Andrade foram presos novamente no Rio de Janeiro. A nova ordem de prisão foi expedida após o Ministério Público apontar que os investigados descumpriram diversas condições impostas pela Justiça durante o período em que estavam em prisão domiciliar.

A ação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) e da Corregedoria da Polícia Militar. Os mandados de prisão preventiva foram cumpridos em diferentes endereços.

Os policiais detidos são Carlos Fernando Dias Chaves, Carlos Magno Mariano de Souza e Waldeci Barbosa Nunes. Eles respondem a processos relacionados à Operação Petrorianos, investigação que apura a atuação de uma organização criminosa formada para prestar segurança ao grupo liderado por Rogério de Andrade, apontado pelas autoridades como um dos principais nomes da contravenção no estado.

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Segundo o Ministério Público, relatórios de monitoramento indicaram que os três investigados deixaram suas residências em ocasiões não autorizadas, inclusive durante horários em que deveriam permanecer recolhidos. As irregularidades ocorreram, de acordo com os promotores, durante a noite e também em fins de semana.

No caso de Carlos Fernando Dias Chaves, a investigação aponta ainda falhas recorrentes no uso da tornozeleira eletrônica. Conforme os registros apresentados à Justiça, o equipamento permaneceu descarregado por vários dias em diferentes ocasiões, incluindo um período superior a três dias consecutivos, comprometendo o monitoramento eletrônico.

Para o Gaeco, o comportamento dos investigados demonstra desrespeito às medidas cautelares determinadas pela Justiça e reforça a necessidade da prisão preventiva para garantir o andamento das investigações, a aplicação da lei penal e a preservação da ordem pública.

A Operação Petrorianos foi deflagrada em março de 2024 e revelou um suposto esquema envolvendo policiais militares e outros integrantes responsáveis por fornecer segurança ao contraventor. Na primeira fase da investigação foram cumpridos dezenas de mandados de prisão e de busca e apreensão. Posteriormente, uma segunda etapa também resultou na prisão de Rogério de Andrade e de outros investigados ligados ao grupo.

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Ao todo, o Ministério Público denunciou 31 pessoas por organização criminosa. Rogério de Andrade permanece custodiado no Presídio Federal de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, acusado de ser o mandante do assassinato de Fernando Iggnácio, herdeiro de uma das principais famílias da contravenção no Rio de Janeiro. As investigações apontam que a disputa pelo controle dos negócios ilegais entre grupos rivais provocou dezenas de homicídios ao longo dos últimos anos.

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