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Pesquisa coloca Manuela D’Ávila na liderança da corrida ao Senado no RS, com cenário ainda indefinido

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Levantamento do Paraná Pesquisas indica liderança numérica de Manuela d’Ávila, mas cenário permanece indefinido – Foto: Reprodução/ IA

A corrida pelas duas cadeiras do Senado que estarão em disputa no Rio Grande do Sul nas eleições de 2026 segue sem favoritos definidos. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (22) pelo instituto Paraná Pesquisas revela um cenário de forte equilíbrio entre os principais pré-candidatos, com cinco nomes concentrados dentro da margem de erro do levantamento.

Na pesquisa estimulada, a ex-deputada Manuela d’Ávila (PSOL) aparece na primeira colocação, com 30,7% das intenções de voto. Logo atrás estão o deputado federal Marcel Van Hattem (Novo), que registra 28,6%, e o ex-governador Germano Rigotto (MDB), com 26,3%, formando um bloco tecnicamente empatado na liderança.

O deputado federal Paulo Pimenta (PT) também figura entre os candidatos com chances competitivas, alcançando 23,7% da preferência do eleitorado. Na sequência aparece o deputado federal Sanderson (PL), com 20,3%, mantendo o cenário de disputa aberta entre os cinco primeiros colocados.

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Em um segundo grupo estão Frederico Antunes (PSD), que soma 7,4% das intenções de voto, Renato Jaguarão (Cidadania), com 2,8%, e Milton Cardoso (PSDB), que registra 2,6%. A diferença relativamente pequena entre os candidatos mais bem posicionados reforça a tendência de uma campanha bastante disputada até o pleito.

O levantamento também avaliou o índice de rejeição dos concorrentes. Manuela d’Ávila lidera esse indicador, com 29,7%, seguida por Paulo Pimenta, que registra 24,2%. Marcel Van Hattem aparece em terceiro lugar entre os mais rejeitados, com 13,3% das citações dos entrevistados.

A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 19 de julho, ouvindo 1.500 eleitores em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. O estudo possui margem de erro de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RS-09313/2026.

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Gleisi comemora 1ª queda nos casos de feminicídio e atribui resultado às ações do governo Lula

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Brasil registra primeira queda nos casos de feminicídio no primeiro semestre, e Gleisi atribui resultado a ações do governo Lula – Foto: Kayo Magalhães/ CdosD

O Brasil registrou, pela primeira vez desde o início da série histórica, uma redução nos casos de feminicídio durante o primeiro semestre do ano. Os dados apontam uma queda de 2,5% em relação ao mesmo período anterior, resultado que foi destacado pela deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), que atribuiu o desempenho às políticas públicas voltadas ao combate da violência contra as mulheres implementadas pelo governo federal.

Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (22), a parlamentar afirmou que a redução representa um reflexo direto das medidas adotadas pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ela, iniciativas de prevenção, proteção e repressão aos agressores começaram a produzir efeitos concretos nos indicadores nacionais.

Entre as ações mencionadas por Gleisi está o Pacto Brasil contra o Feminicídio, programa lançado pelo governo federal para integrar órgãos de segurança, Justiça e assistência social na prevenção e combate à violência de gênero. Na avaliação da deputada, a estratégia fortaleceu a atuação conjunta das instituições responsáveis pela proteção das vítimas.

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Outro ponto destacado foi a Operação Mulher Segura, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com as forças policiais dos estados. De acordo com os números apresentados pela parlamentar, a mobilização resultou na prisão de mais de 17 mil suspeitos de violência contra mulheres desde o início da operação, em março deste ano.

Gleisi também ressaltou avanços no sistema de proteção judicial às vítimas. Segundo ela, o tempo médio para a concessão de medidas protetivas caiu de cerca de 14 dias para menos de dois dias, permitindo respostas mais rápidas em situações de risco e ampliando a segurança das mulheres ameaçadas.

Apesar da redução ser considerada modesta, a deputada avaliou que o resultado representa uma mudança importante em relação aos anos anteriores, quando os registros de feminicídio apresentavam tendência de crescimento. Para ela, a continuidade das políticas públicas poderá consolidar uma trajetória de queda nos próximos anos.

Ao comentar os números, Gleisi elogiou o compromisso do governo federal com a pauta de proteção às mulheres e destacou o envolvimento do presidente Lula e da primeira-dama Janja da Silva nas iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. A parlamentar defendeu que o fortalecimento dessas ações é essencial para preservar vidas e ampliar a rede de proteção às mulheres em todo o país.

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