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Benedita da Silva elogia evento e celebra chegada de Raone Ferreira ao partido em noite marcada por mobilização política

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A deputada federal Benedita da Silva participou, recentemente, de um evento político em Volta Redonda que reuniu lideranças, militantes e apoiadores em uma noite de forte simbolismo para o Partido dos Trabalhadores (PT).

Durante a cerimônia, que marcou a filiação do vereador Raone Ferreira à sigla, Benedita fez questão de destacar o clima de entusiasmo e união presente no evento. “Que festa linda, Volta Redonda! Uma noite maravilhosa”, afirmou a parlamentar, evidenciando a importância do momento para o fortalecimento do partido na região.

A chegada de Raone Ferreira ao PT é vista como um movimento estratégico dentro do cenário político local, ampliando a base da legenda e fortalecendo sua atuação no município. A filiação foi acompanhada por diversas lideranças políticas, que reforçaram o compromisso com a construção de um projeto coletivo.

Nos bastidores, o evento também foi interpretado como um sinal de reorganização e crescimento do PT no interior do estado do Rio de Janeiro, mirando futuras disputas eleitorais e ampliando o diálogo com diferentes setores da sociedade.

A participação de Benedita da Silva, uma das principais lideranças históricas do partido, deu ainda mais peso ao ato político, consolidando a filiação como um marco importante para a militância petista em Volta Redonda.

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Com o fortalecimento de novos quadros e a presença ativa de figuras experientes, o PT busca retomar protagonismo na região, apostando na união e na mobilização popular como pilares para os próximos desafios políticos.

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Lindbergh pede ao STF buscas e apreensão de jatos ligados a Vorcaro e Willer Tomaz após voos de Flávio Bolsonaro

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Deputado quer acesso a registros, passageiros e dados das aeronaves para esclarecer viagens realizadas pelo senador e sua família – Foto: Kayo Magalhães/ CdosD

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que sejam realizadas buscas em aeronaves relacionadas ao empresário Daniel Vorcaro e ao advogado Willer Tomaz. A iniciativa pretende reunir informações sobre viagens feitas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em aviões vinculados aos dois. As providências solicitadas ainda dependem de decisão judicial.

Entre as medidas requeridas estão a obtenção de diários de bordo, relação de passageiros, histórico dos voos e informações armazenadas nos sistemas das aeronaves. Lindbergh também pediu a apreensão e indisponibilidade dos aviões, além do levantamento de informações junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Polícia Federal e órgãos responsáveis pelos aeroportos.

Um dos principais pontos do pedido envolve um Legacy 650, utilizado por Flávio Bolsonaro em janeiro de 2025 durante uma viagem entre a Flórida, nos Estados Unidos, e Brasília. O senador estava acompanhado da esposa, Fernanda Bolsonaro, das duas filhas e de Willer Tomaz. A aeronave era operada pela Prime You, empresa que teve Vorcaro entre seus sócios.

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Willer Tomaz afirma que pagou integralmente pela viagem e que Flávio e seus familiares embarcaram como convidados, sem custos. Flávio também declarou que, conforme as informações que possuía, o avião pertencia ao advogado e negou que sua viagem tivesse qualquer relação com Daniel Vorcaro. Tomaz detinha uma participação na aeronave, enquanto outra parte estava vinculada à Prime You.

O mesmo Legacy 650 apareceu posteriormente em reportagens envolvendo o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes. O escritório da advogada informou que contratou serviços de táxi aéreo e afirmou que Vorcaro não esteve presente nos voos. As informações sobre a utilização da aeronave ampliaram a repercussão em torno das relações entre seus cotistas, operadores e passageiros.

No requerimento, Lindbergh sustenta que os registros das viagens e eventuais movimentações financeiras precisam ser analisados conjuntamente para esclarecer quem pagou pelos deslocamentos e em quais circunstâncias eles ocorreram. As suspeitas levantadas pelo deputado ainda precisam ser apuradas e não representam uma conclusão judicial sobre Flávio Bolsonaro, Willer Tomaz ou os demais citados. Caberá ao STF decidir sobre a adoção das medidas solicitadas e o eventual aprofundamento das diligências.

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