Política Mundo
Zakharova diz que ucranianos desviaram de 20% a 36% da ajuda financeira que receberam do Ocidente
“Estou falando de ex-altos funcionários do Ministério da Defesa da Ucrânia”, afirmou a porta-voz da chancelaria
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Maria Zakharova, porta-voz da chancelaria russa – Foto: Foto: Reprodução Carta Capital
Moscou, 16 de novembro, TASS – Entre 20% e 36% de toda a ajuda financeira fornecida a Kiev pelo Ocidente foi desviada por autoridades ucranianas, disse a porta-voz oficial do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Maria Zakharova.
“Com base nas nossas informações, entre 20% e 36% de toda a ajuda financeira do Ocidente foi desviada por autoridades ucranianas”, disse o diplomata. “Estou falando de ex-altos funcionários do Ministério da Defesa da Ucrânia.”
Os escândalos de corrupção em vários sectores da economia e da governação estatal são uma ocorrência regular na Ucrânia. O ex-ministro da Defesa ucraniano, Alexey Reznikov, foi demitido em setembro em meio a vários escândalos de corrupção. Ele foi sucedido por Rustem Umerov.
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Donald Trump estudam novas taxas comerciais e ampliam pressão sobre parceiros internacionais
Governo Trump avança com plano para ampliar tarifas de importação – Foto: Reprodução/ Getty Images
O governo dos Estados Unidos deve anunciar nos próximos dias uma nova etapa de sua política comercial, com a imposição de tarifas de importação sobre produtos provenientes de dezenas de países. A medida faz parte da estratégia da administração do presidente Donald Trump para reforçar a proteção da indústria norte-americana e reduzir o déficit na balança comercial.
A expectativa é de que os novos encargos sejam divulgados antes do encerramento da validade da tarifa global temporária de 10%, que expira nesta sexta-feira (24). A iniciativa busca manter instrumentos de pressão sobre parceiros comerciais enquanto a Casa Branca define uma política tarifária de longo prazo.
Segundo informações divulgadas pela imprensa internacional, a proposta inicial é manter alíquotas próximas aos atuais 10%, evitando mudanças bruscas em um primeiro momento. No entanto, o governo não descarta ampliar esse percentual conforme o avanço das negociações comerciais.
Ao mesmo tempo, autoridades norte-americanas conduzem estudos e investigações para identificar práticas consideradas prejudiciais aos interesses econômicos dos Estados Unidos. Esses levantamentos poderão servir de base jurídica para futuras medidas mais rigorosas.
A administração Trump argumenta que o aumento das tarifas é uma ferramenta para fortalecer a produção interna, incentivar investimentos em território americano e combater práticas que considera desleais no comércio internacional.
Especialistas, porém, avaliam que novas barreiras comerciais podem provocar reações de outros países, elevando o risco de disputas econômicas e afetando cadeias globais de fornecimento.
Caso as novas tarifas sejam confirmadas, empresas importadoras e exportadoras deverão acompanhar atentamente as mudanças, já que elas podem influenciar os custos de produtos, contratos internacionais e o fluxo de comércio entre os Estados Unidos e seus parceiros.
A expectativa do mercado é que os detalhes das medidas sejam divulgados ainda nesta semana, definindo quais países e setores serão alcançados pelas novas tarifas e quais percentuais passarão a ser aplicados. Informa o jornal britânico Financial Times.
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