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Polícia Federal investiga grupo suspeito de enviar cocaína ao exterior em carregamentos de frutas

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Operação Papaia cumpre mandados em Pernambuco e na Paraíba para aprofundar investigação sobre tráfico internacional de drogas – Foto: Arquivo

A Polícia Federal realizou a Operação Papaia, uma ofensiva destinada a combater uma organização criminosa suspeita de atuar no tráfico internacional de drogas. A ação busca reunir novas provas e identificar todos os envolvidos no esquema investigado.

Durante a operação, os agentes cumpriram três mandados de busca e apreensão. As diligências ocorreram em dois endereços localizados no município de Petrolina, em Pernambuco, e em outro imóvel situado em João Pessoa, na Paraíba, por determinação da Justiça.

A investigação teve início após uma grande apreensão de cocaína realizada em um aeroporto pernambucano. Na ocasião, aproximadamente 300 quilos da droga foram encontrados escondidos em uma carga composta por dez pallets de mamão papaia, que seria embarcada para o exterior a partir do Aeroporto Internacional dos Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes.

Com o avanço das investigações, a Polícia Federal identificou indícios de que o grupo utilizava cargas de frutas para ocultar entorpecentes destinados ao mercado internacional, empregando uma estrutura organizada para dificultar a fiscalização e o rastreamento da droga.

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Os mandados cumpridos nesta fase têm como principal objetivo recolher documentos, aparelhos eletrônicos e demais materiais que possam contribuir para esclarecer o funcionamento da organização criminosa, além de apontar possíveis novos integrantes do esquema.

Segundo a Polícia Federal, o material apreendido será submetido à perícia e poderá reforçar as provas já reunidas durante a investigação, permitindo o aprofundamento das apurações sobre a logística utilizada para o envio dos carregamentos ilícitos.

Caso as suspeitas sejam confirmadas, os investigados poderão responder por crimes como tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, cujas penas podem ultrapassar duas décadas de prisão, dependendo da participação de cada envolvido no esquema criminoso.

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Polícia Federal amplia investigação sobre suposto desvio de verbas parlamentares e apreende dinheiro em livros

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Terceira fase da Operação Rent a Car mira investigados por suspeitas de peculato – Crédito: Divulgação/ Polícia Federal

A Polícia Federal realizou, na manhã desta quarta-feira (1º), uma nova etapa da Operação Rent a Car, denominada Galho Fraco II, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes da cota parlamentar. A ação foi autorizada pela Justiça e mobilizou equipes em diferentes unidades da federação.

Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em imóveis localizados em Minas Gerais, Distrito Federal e Goiás. Durante as diligências, os agentes encontraram uma quantia em dinheiro escondida dentro de livros cenográficos, utilizados para ocultar valores, na residência de um advogado que é investigado no caso. Também foram recolhidos relógios de alto valor, que passarão por análise.

De acordo com a Polícia Federal, esta fase da operação concentra-se em pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara dos Deputados. Apesar da ligação dos investigados com o parlamentar, a corporação informou que, nesta etapa, ele não é alvo das medidas judiciais determinadas pela Justiça.

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As investigações apontam indícios da prática de crimes como peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. Os investigadores buscam esclarecer a movimentação dos recursos e identificar todos os envolvidos no suposto esquema.

A Operação Rent a Car foi iniciada em 2024 para apurar suspeitas de desvio de verbas públicas destinadas à contratação de serviços de locação de veículos. Desde então, a Polícia Federal vem reunindo provas e ampliando o alcance das investigações com o cumprimento de novas diligências.

A atual ofensiva também é um desdobramento da primeira fase da Operação Galho Fraco, realizada em dezembro do ano passado. Na ocasião, foram cumpridos mandados contra o deputado Sóstenes Cavalcante, quando aproximadamente R$ 400 mil em dinheiro vivo foram apreendidos em sua residência.

Após a ação anterior, o parlamentar declarou que os recursos encontrados eram de origem lícita e correspondiam ao valor obtido com a venda de um imóvel. As investigações seguem em andamento, e a Polícia Federal afirma que o objetivo desta nova fase é reunir elementos para esclarecer a possível participação dos investigados e a extensão do suposto esquema.

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