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Motoboys protestam após entregador denunciar ameaça com arma em condomínio de São Gonçalo no Rio

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Confusão entre entregador e funcionário de condomínio termina em atos de vandalismo e investigação policial – Foto: Reprodução/ TV Globo

Uma discussão envolvendo um entregador por aplicativo e um funcionário de um condomínio residencial em Alcântara, no município de São Gonçalo, provocou uma grande mobilização de motociclistas e terminou com danos à estrutura do local durante o fim de semana.

Segundo relatos, o desentendimento aconteceu na entrada do Condomínio Almirante Cox. A situação teria começado após reclamações relacionadas ao barulho provocado pela motocicleta utilizada pelo entregador durante o trabalho.

Durante a discussão, o entregador registrou imagens do momento em que o homem, identificado como porteiro do residencial, aparece exibindo uma arma de fogo e fazendo ameaças. O vídeo rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais e gerou indignação entre outros profissionais da categoria.

Na noite seguinte, dezenas de motoboys se reuniram em frente ao condomínio em um ato de protesto organizado por meio de grupos de mensagens. A manifestação reuniu motociclistas que cobravam providências sobre a suposta ameaça sofrida pelo trabalhador.

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Durante o protesto, houve episódios de desordem, com o lançamento de rojões e danos causados ao portão principal e ao sistema automatizado de acesso do condomínio. A chegada das equipes da Polícia Militar provocou a dispersão dos manifestantes.

O caso foi registrado na delegacia responsável pela região e segue sob investigação da Polícia Civil, que busca esclarecer todas as circunstâncias do episódio, incluindo a origem da arma utilizada e a identificação dos envolvidos nos atos de vandalismo. Até o momento, não há informações sobre prisões ou apreensões relacionadas à ocorrência.

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Operação da PM termina com a prisão de um dos criminosos mais procurados do Rio de Janeiro

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Líder do tráfico no Muquiço foi localizado durante procedimento cirúrgico e acabou detido por equipes de inteligência – Foto: Reprodução

O traficante conhecido como “Coronel”, foi preso na noite desta segunda-feira (22) dentro do Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, na Zona Norte do Rio de Janeiro. A captura ocorreu após um trabalho de monitoramento realizado pelo setor de inteligência da Polícia Militar.

De acordo com as informações, os agentes descobriram que o criminoso estaria na unidade de saúde para realizar um procedimento cirúrgico. Com a confirmação da presença dele no local, policiais montaram uma operação para garantir a prisão sem colocar pacientes e profissionais em risco.

A área próxima ao centro cirúrgico foi isolada pelas equipes de inteligência, enquanto policiais do 41º Batalhão da Polícia Militar reforçaram a segurança ao redor do hospital para evitar qualquer tentativa de resgate.

Apontado como uma das principais lideranças do Terceiro Comando Puro (TCP), “Coronel” é considerado chefe do tráfico de drogas da Favela do Muquiço, na Zona Norte da capital fluminense, e acumula diversas investigações e acusações criminais.

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Entre os crimes atribuídos a ele estão participação em organização criminosa, homicídio qualificado, associação para o tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, ameaças contra moradores da comunidade e envolvimento em desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres.

O nome de “Coronel” também aparece em investigações relacionadas à morte de uma jovem após um baile funk na comunidade da Coreia, em Guadalupe, na Zona Oeste do Rio. Familiares da vítima afirmam que ela teria sido assassinada após recusar um convite do traficante, e seu corpo teria sido abandonado em frente à residência da mãe.

As autoridades também apontam que, em 2019, o criminoso teria ordenado ataques contra viaturas blindadas do Exército Brasileiro durante uma ação na região, episódio que foi investigado pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes.

Com a prisão, “Coronel” ficará à disposição da Justiça. As forças de segurança continuam as investigações para identificar outros integrantes da organização criminosa e possíveis ramificações das atividades comandadas pelo traficante.

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