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Crime no Rio de Janeiro: mulher é morta por homens em motocicleta em Seropédica, na Baixada Fluminense

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Execução em plena luz do dia assusta moradores da Baixada Fluminense – Foto: Reprodução

Polícia Civil do Rio de Janeiro abriu investigação para esclarecer o assassinato de uma jovem de 24 anos ocorrido no município de Seropédica, na Baixada Fluminense. O crime causou forte comoção entre moradores da região.

Segundo informações preliminares, a vítima foi surpreendida por criminosos armados enquanto estava na Rua 53, no bairro KM 39. Testemunhas afirmaram que dois homens em uma motocicleta se aproximaram rapidamente e efetuaram vários disparos antes de fugir.

Equipes do 24º BPM foram acionadas para atender a ocorrência. Ao chegarem ao local, os policiais constataram que a jovem já estava sem sinais vitais. Cápsulas de munição foram encontradas espalhadas pela via.

O caso está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, que realiza diligências e coleta de provas para identificar os autores e entender a motivação do crime.

Investigadores trabalham com diferentes hipóteses, incluindo a possibilidade de ligação com grupos criminosos que atuam na região. A polícia também apura se o homicídio pode ter relação com um duplo assassinato registrado dias antes na mesma área.

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Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil pede que informações que possam auxiliar nas investigações sejam repassadas de forma anônima às autoridades.

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Polícia Federal intensifica combate ao garimpo ilegal e destrói estrutura criminosa em operações na Amazônia

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Ações no Amapá terão apoio de forças federais e estaduais no combate aos crimes ambientais – Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal anunciou o reforço das operações de combate ao garimpo ilegal no Amapá, ampliando a presença de agentes em áreas consideradas críticas para a exploração clandestina de minério dentro da Amazônia Legal. A medida faz parte do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano AMAS), que reúne forças de segurança e órgãos ambientais em ações integradas de fiscalização.

Nos últimos meses, a PF intensificou operações contra grupos criminosos envolvidos na extração ilegal de ouro e cassiterita, principalmente em regiões de floresta de difícil acesso. Segundo a corporação, o objetivo é enfraquecer organizações que atuam na destruição ambiental, no financiamento do crime organizado e na contaminação de rios e comunidades tradicionais.

Uma das ações mais recentes ocorreu no Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, onde equipes da Polícia Federal e do ICMBio destruíram três escavadeiras hidráulicas utilizadas no garimpo clandestino. Durante a fiscalização, também foi apreendido mercúrio, substância tóxica usada na separação do ouro e considerada uma das maiores ameaças ambientais da atividade ilegal.

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Em maio, a Operação Calha Norte mobilizou cerca de 80 agentes em áreas próximas à divisa entre Amapá e Pará. A força-tarefa contou com apoio do Ibama, ICMBio, Força Nacional e órgãos estaduais, resultando na inutilização de maquinários pesados, motores, tratores, acampamentos clandestinos e milhares de litros de combustível usados para abastecer a estrutura criminosa instalada dentro da floresta.

Outra ofensiva de grande impacto ocorreu em fevereiro, durante a Operação Trono de Ferro, que investigou uma organização criminosa suspeita de atuar no comércio ilegal de cassiterita extraída de garimpos clandestinos no Amapá, em Roraima e até na Venezuela. As investigações levaram ao bloqueio de aproximadamente R$ 405 milhões em bens e valores ligados aos investigados.

A Polícia Federal afirmou que o combate aos crimes ambientais será uma das prioridades estratégicas em 2026 e destacou que novas operações já estão previstas para as próximas semanas. A expectativa é ampliar a presença do Estado em regiões dominadas pelo garimpo ilegal e fortalecer ações de proteção ambiental em toda a Amazônia.

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