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Presidente Lula celebra Oscar histórico de “Ainda Estou Aqui” e exalta trabalho de toda a equipe do filme
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Para o presidente, premiação é reconhecimento do trabalho de todos os envolvidos nessa obra que mostrou ao Brasil e ao mundo a importância da luta contra o autoritarismo
(Gov) – Em pleno domingo de Carnaval, as três indicações ao Oscar de “Ainda Estou Aqui”, do diretor Walter Salles, mobilizaram brasileiros de todo o País a torcerem pelo filme nacional. Em clima de Copa do Mundo, famílias se reuniram em frente à TV, em casa, ou em multidões, nas ruas, em meio à folia, para acompanhar a cerimônia realizada no Teatro Dolby, em Los Angeles, na Califórnia (EUA). Ao lado da primeira-dama, Janja, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi um desses brasileiros que vibraram com a conquista inédita do Oscar de Melhor Filme Internacional.
“Hoje é o dia de sentir ainda mais orgulho de ser brasileiro. Orgulho do nosso cinema, dos nossos artistas e, principalmente, orgulho da nossa democracia. Eu e Janja estamos muito felizes assistindo tudo ao vivo”, escreveu o presidente em uma rede social.
“O Oscar de Melhor Filme Internacional para ‘Ainda Estou Aqui’ é o reconhecimento do trabalho de Walter Salles e toda equipe, de Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, Selton Mello, do Marcelo Rubens Paiva e família e todos os envolvidos nessa extraordinária obra que mostrou ao Brasil e ao mundo a importância da luta contra o autoritarismo. Parabéns! Viva o cinema brasileiro, viva ‘Ainda Estou Aqui’”, prosseguiu.
Lula exaltou o trabalho da atriz Fernanda Torres, que concorreu ao Oscar na categoria Melhor Atriz. “Querida Fernanda, você honrou o Brasil com sua brilhante atuação em ‘Ainda Estou Aqui’ e encantou o mundo todo vivendo a grande Eunice Paiva. Receba um abraço e um beijo carinhoso meu e da Janja.”
Além de Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz, ‘Ainda Estou Aqui’ foi indicado ao prêmio de Melhor Filme da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.
O longa brasileiro narra a trajetória de Eunice Paiva, que teve o marido, o ex-deputado federal Rubens Paiva, levado de casa em 1971 e morto pela ditadura militar. O percurso dela e de sua família em busca de informações sobre o que realmente ocorreu se tornou símbolo da luta pela verdade e pela defesa dos direitos humanos. O roteiro tem como base o livro homônimo escrito por Marcelo Rubens Paiva, filho do casal.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, também celebrou a conquista de ‘Ainda Estou Aqui’, na madrugada desta segunda-feira (3/2), ressaltando que os brasileiros pararam para assistir, em meio ao Carnaval, o reconhecimento do filme e do que ele representa.
“O Oscar de Melhor Filme Internacional recebido por ‘Ainda Estou Aqui’ é de todo o mérito de Walter Salles, Fernanda Torres, Selton Mello, Fernanda Montenegro e equipe, a quem cumprimento pela vitória. Um orgulho para todos os brasileiros e brasileiras que, em meio ao Carnaval, pararam para assistir nosso país ser reconhecido mundialmente pela sua arte e pela defesa dos valores democráticos, tão bem representados pela família Paiva”, afirmou Alckmin.
Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, parabenizou Fernanda Torres e Walter Salles, também destacando o orgulho pela conquista.
“É do Brasil! Parabéns, Fernanda! Parabéns, Walter! O filme ‘Ainda Estou Aqui’ faz história e leva o Oscar de Melhor Filme Internacional. Orgulho nacional.”
Em nota conjunta , o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério da Cultura (MinC) cumprimentaram Salles e toda a equipe de ‘Ainda Estou Aqui’ pela premiação como Melhor Filme Internacional. Felicitaram também Fernanda Torres pela histórica indicação na categoria de Melhor Atriz .
“A premiação reflete a excelência do cinema brasileiro, ampliando sua projeção no cenário internacional. Além disso, reforça o indispensável papel da cultura como instrumento de memória e de reflexão, destacando a importância da proteção e da promoção dos direitos humanos e da democracia como valores inegociáveis da sociedade brasileira.”, escreveram os ministérios.
Em vídeos nas redes sociais, o MinC ainda enfatizou a festa dos brasileiros após o anúncio da vitória no Oscar e as homenagens ao filme em blocos de Carnaval pelo País.
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Pedro Cardoso sai em defesa de Lula e pede eleição de parlamentares comprometidos com a democracia
Cardoso declara apoio a Lula e critica avanço da extrema direita no Brasil – Foto: Reprodução
O ator Pedro Cardoso voltou a se posicionar politicamente e declarou publicamente apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante entrevista, o artista afirmou que pretende votar novamente no petista nas próximas eleições, alegando que Lula representa a defesa da democracia diante do crescimento da extrema direita no país.
Ao comentar sua decisão, Pedro Cardoso destacou que não esconde sua posição política e reforçou que a escolha por Lula acontece por diversos motivos. Segundo ele, os governos petistas deixaram marcas importantes em áreas sociais e educacionais, especialmente no acesso da população mais pobre às universidades.
O ator afirmou ainda que reconhece avanços promovidos durante as gestões de Lula, principalmente nas políticas de combate à fome e inclusão social. Para Cardoso, o presidente teve papel importante na melhoria das condições de vida de milhões de brasileiros ao longo dos últimos anos.
Durante a declaração, o artista também afirmou que se identifica mais com o atual presidente do que com outras lideranças políticas brasileiras. Segundo ele, Lula transmite diálogo, equilíbrio e maior proximidade com pautas sociais e democráticas defendidas por parte da sociedade brasileira.
Pedro Cardoso aproveitou ainda para defender a importância da escolha de parlamentares comprometidos com a democracia. Na avaliação do ator, não basta apenas eleger um presidente, sendo necessário também formar um Congresso Nacional alinhado à defesa das instituições democráticas e dos direitos civis.
Em tom crítico, o artista fez alertas sobre os riscos de um possível fortalecimento da extrema direita no Brasil. Citando o período da ditadura militar de 1964, Cardoso afirmou que o país precisa permanecer atento para evitar retrocessos políticos e ameaças às liberdades democráticas.
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