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Nova lei endurece regras nas redes sociais e ameaça sobrevivência de influenciadores
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Legislação cria figura do “profissional multimídia”, amplia tributação e endurece responsabilidades civis – Foto: Reprodução/Instagram
Aprovada pelo Congresso Nacional, a Lei nº 15.325/2026 inaugura uma nova fase de controle e regulamentação sobre a atuação de criadores de conteúdo no Brasil. A legislação impõe regras mais duras para quem monetiza audiência nas redes sociais e rompe com a lógica informal que dominou o setor nos últimos anos, ao estabelecer obrigações fiscais, contratuais e jurídicas claras para a atividade digital.
O Congresso Nacional aprovou a Lei nº 15.325/2026, um novo marco regulatório que altera profundamente a atuação de criadores de conteúdo digital no Brasil. A norma, já apelidada no mercado como a lei que pode “reduzir drasticamente o número de influenciadores”, estabelece regras mais rígidas para quem lucra com audiência, publicidade e parcerias comerciais nas plataformas digitais.
A principal mudança introduzida pela legislação é a substituição do termo “influenciador” pela denominação legal de “profissional multimídia”. A alteração vai além da nomenclatura e reconhece formalmente esses criadores como agentes econômicos, sujeitos a obrigações fiscais específicas, especialmente sobre receitas provenientes de publicidade e ações patrocinadas.
Com a nova lei, a atuação nas redes sociais passa a ter enquadramento tributário definido, encerrando um período marcado por informalidade e recolhimento irregular de impostos. Além disso, os criadores passam a responder legalmente por contratos firmados com marcas e empresas, podendo ser acionados judicialmente em casos de descumprimento ou prejuízos causados a consumidores.
Outro ponto central da legislação é o reforço das regras de transparência na publicidade digital. Conteúdos patrocinados deverão ser claramente identificados, seguindo critérios mais rigorosos de informação ao público. Recomendações enganosas ou que causem danos passam a gerar responsabilização civil direta, fortalecendo a aplicação das normas do Código de Defesa do Consumidor no ambiente digital.
O impacto da lei também recai sobre marcas e anunciantes, que precisarão revisar contratos, adequar campanhas e exigir conformidade legal dos profissionais com quem mantêm parcerias. Especialistas avaliam que muitos criadores terão de buscar suporte contábil e jurídico para continuar atuando de forma regular.
De acordo com analistas do setor, a tendência é que o mercado passe por um processo de filtragem, reduzindo o número de influenciadores ativos e concentrando espaço em quem consegue atender às novas exigências. A Lei nº 15.325/2026 inaugura uma nova fase da economia digital no país, marcada por maior controle, responsabilidade e profissionalização um cenário cujos efeitos práticos devem se tornar mais visíveis nos próximos meses. As ifnormações são do portal Veja.
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Pedro Cardoso sai em defesa de Lula e pede eleição de parlamentares comprometidos com a democracia
Cardoso declara apoio a Lula e critica avanço da extrema direita no Brasil – Foto: Reprodução
O ator Pedro Cardoso voltou a se posicionar politicamente e declarou publicamente apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante entrevista, o artista afirmou que pretende votar novamente no petista nas próximas eleições, alegando que Lula representa a defesa da democracia diante do crescimento da extrema direita no país.
Ao comentar sua decisão, Pedro Cardoso destacou que não esconde sua posição política e reforçou que a escolha por Lula acontece por diversos motivos. Segundo ele, os governos petistas deixaram marcas importantes em áreas sociais e educacionais, especialmente no acesso da população mais pobre às universidades.
O ator afirmou ainda que reconhece avanços promovidos durante as gestões de Lula, principalmente nas políticas de combate à fome e inclusão social. Para Cardoso, o presidente teve papel importante na melhoria das condições de vida de milhões de brasileiros ao longo dos últimos anos.
Durante a declaração, o artista também afirmou que se identifica mais com o atual presidente do que com outras lideranças políticas brasileiras. Segundo ele, Lula transmite diálogo, equilíbrio e maior proximidade com pautas sociais e democráticas defendidas por parte da sociedade brasileira.
Pedro Cardoso aproveitou ainda para defender a importância da escolha de parlamentares comprometidos com a democracia. Na avaliação do ator, não basta apenas eleger um presidente, sendo necessário também formar um Congresso Nacional alinhado à defesa das instituições democráticas e dos direitos civis.
Em tom crítico, o artista fez alertas sobre os riscos de um possível fortalecimento da extrema direita no Brasil. Citando o período da ditadura militar de 1964, Cardoso afirmou que o país precisa permanecer atento para evitar retrocessos políticos e ameaças às liberdades democráticas.
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