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Documentos oficiais dos Estados Unidos citam Luciana Gimenez em arquivos ligados a Jeffrey Epstein
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Luciana Gimenez é citada em novos documentos públicos do escândalo Jeffrey Epstein – Foto: Reprodução/ Instagram
O nome da apresentadora brasileira Luciana Gimenez voltou ao centro do noticiário internacional após aparecer em documentos oficiais divulgados pelas autoridades dos Estados Unidos dentro do processo de abertura de arquivos relacionados ao caso Jeffrey Epstein. O material faz parte de um amplo conjunto de registros financeiros e listas de contatos associados ao empresário norte-americano, condenado por crimes sexuais.
A revelação foi publicada originalmente pela jornalista Fábia Oliveira, em sua coluna no portal Metrópoles, que teve acesso aos documentos liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA. Os arquivos incluem extratos bancários, comunicações e informações sobre movimentações financeiras ligadas a Epstein.
Entre os registros tornados públicos, constam transferências atribuídas ao empresário em direção ao nome de Luciana Gimenez, somando aproximadamente US$ 12 milhões ao longo de diferentes anos. As datas chamaram atenção por abrangerem períodos distintos, inclusive próximos à prisão definitiva de Epstein. Os documentos, porém, não explicam a finalidade dos repasses nem trazem qualquer conclusão oficial sobre a natureza dessas operações.
A análise do material também foi repercutida por criadores de conteúdo que acompanham o caso, apontando que a última movimentação teria ocorrido meses antes da detenção do empresário. Ainda assim, os próprios arquivos não estabelecem ligação direta entre a apresentadora e atividades ilegais.
Outro ponto destacado é que os documentos não apresentam empresas em nome de Luciana relacionadas a agenciamento artístico ou modelos que pudessem justificar formalmente os valores citados, o que acabou alimentando especulações nas redes sociais — sem, contudo, haver comprovação de irregularidades.
Além da apresentadora, outros nomes conhecidos aparecem nos arquivos divulgados, como o músico Mick Jagger, pai de um dos filhos de Luciana. Há ainda menções genéricas a tentativas de contato envolvendo pessoas do círculo de Epstein, mas sem detalhamento de conteúdo ou indicação de participação em crimes.
Jeffrey Epstein já havia sido condenado anteriormente e voltou a ser preso anos depois, em um caso que ganhou repercussão mundial. Desde então, a divulgação gradual de documentos oficiais tem reacendido o debate público sobre o alcance de sua rede de relacionamentos e suas movimentações financeiras.
A coluna de Fábia Oliveira informou que tentou contato com a assessoria de Luciana Gimenez para comentar as informações, mas não obteve resposta até o fechamento da matéria.
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Pedro Cardoso sai em defesa de Lula e pede eleição de parlamentares comprometidos com a democracia
Cardoso declara apoio a Lula e critica avanço da extrema direita no Brasil – Foto: Reprodução
O ator Pedro Cardoso voltou a se posicionar politicamente e declarou publicamente apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante entrevista, o artista afirmou que pretende votar novamente no petista nas próximas eleições, alegando que Lula representa a defesa da democracia diante do crescimento da extrema direita no país.
Ao comentar sua decisão, Pedro Cardoso destacou que não esconde sua posição política e reforçou que a escolha por Lula acontece por diversos motivos. Segundo ele, os governos petistas deixaram marcas importantes em áreas sociais e educacionais, especialmente no acesso da população mais pobre às universidades.
O ator afirmou ainda que reconhece avanços promovidos durante as gestões de Lula, principalmente nas políticas de combate à fome e inclusão social. Para Cardoso, o presidente teve papel importante na melhoria das condições de vida de milhões de brasileiros ao longo dos últimos anos.
Durante a declaração, o artista também afirmou que se identifica mais com o atual presidente do que com outras lideranças políticas brasileiras. Segundo ele, Lula transmite diálogo, equilíbrio e maior proximidade com pautas sociais e democráticas defendidas por parte da sociedade brasileira.
Pedro Cardoso aproveitou ainda para defender a importância da escolha de parlamentares comprometidos com a democracia. Na avaliação do ator, não basta apenas eleger um presidente, sendo necessário também formar um Congresso Nacional alinhado à defesa das instituições democráticas e dos direitos civis.
Em tom crítico, o artista fez alertas sobre os riscos de um possível fortalecimento da extrema direita no Brasil. Citando o período da ditadura militar de 1964, Cardoso afirmou que o país precisa permanecer atento para evitar retrocessos políticos e ameaças às liberdades democráticas.
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