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Seleção Brasileira Feminina de Futsal é convocada para disputar Torneio de Xanxerê, que ocorre de 6 a 11 de agosto

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A primeira edição do Torneio de Xanxerê foi disputada em maio de 2023, e a Seleção Brasileira conquistou o título ao vencer o Paraguai por 2 x 0 na final – Foto: Divulgação/MEsp

(MEsp) – A Seleção Brasileira Feminina de Futsal foi convocada na sexta-feira (12/7) para disputar a segunda edição do Torneio de Xanxerê, que ocorre de 6 a 11 de agosto, no município de Santa Catarina. A realização do torneio é resultado de um convênio entre o Ministério do Esporte, em parceria com a prefeitura da cidade.

Além do Brasil, também disputam a competição as seleções da Argentina, Marrocos e Paraguai. O município catarinense de 50 mil habitantes foi escolhido por já ter uma intimidade com o futsal feminino e times fortes na modalidade, como Leoa da Serra, Chapecoense e outros.

A primeira edição do Torneio de Xanxerê foi disputada em maio de 2023, e a Seleção Brasileira conquistou o título ao vencer o Paraguai por 2 x 0 na final. Durante a competição, o Brasil ainda derrotou Bolívia, Bélgica e Venezuela.

Em 2019, a mesma arena, que foi reconstruída após ser devastada por um tornado em 2014, recebeu o 1º Grand Prix de Futsal Feminino. Chile, Paraguai e Argentina participaram, e o Brasil foi o campeão. Xanxerê já é referência de acolhimento e qualidade de instalações para torneios esportivos internacionais.

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Goleiras

Bianca- Stein Cascavel (BRA)

Sara – Ourense CF (ESP)

Fixas

Taty – Montesilvano (ITA)

Diana – Bitonto (ITA)

Camila – Stein Cascavel (BRA)

Alas

Amandinha – Torreblanca (ESP)

Vanin – Female (BRA)

Bia – Torreblanca (ESP)

Emilly – Burela (ESP)

Nati – Female (BRA)

Luana – Stein Cascavel (BRA)

Pivôs

Natalinha – Taboão Magnus (BRA)

Luciléia – Bitonto (ITA)

Ana Luiza – Torreblanca (ESP)

A Comissão Técnica será composta por Wilson Sabóia (técnico), Márcio Coelho (auxiliar técnico), Alê Politzer (preparador de goleiras), Marilia Sales (preparadora física), Renato Moterani (fisioterapeuta), Alemão (fisioterapeuta), Yhasmin Redondo (médica), Allan Peloggia (analista de desempenho), Sandra Sampaio (administrativo) e Gisele Fernandes (supervisora).

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Uso irregular de insulina entre fisiculturistas acende alerta médico após morte de influenciador fitness

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Especialistas alertam para risco de hipoglicemia grave, coma, arritmias e morte súbita em atletas – Foto: Reprodução/ Instagram/ @ganleygabriel

O uso de insulina por fisiculturistas e frequentadores de academias voltou ao centro das discussões médicas após a morte do influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos. A substância, indicada exclusivamente para o tratamento de pessoas com diabetes, vem sendo utilizada de forma irregular por atletas saudáveis em busca de aumento rápido de massa muscular, prática considerada extremamente perigosa por endocrinologistas.

A repercussão ganhou força depois que medicamentos, incluindo possíveis anabolizantes, foram encontrados no apartamento do influenciador. Apesar de a causa da morte ainda depender do resultado oficial dos exames do Instituto Médico-Legal (IML), relatos publicados pelo próprio atleta nas redes sociais mostravam episódios de hipoglicemia após o uso de insulina em períodos de restrição alimentar, o que levantou preocupação entre especialistas da área da saúde.

Segundo endocrinologistas, a insulina passou a ser utilizada em protocolos clandestinos de fisiculturismo porque o hormônio atua diretamente no transporte de glicose para as células e interfere nos processos de crescimento muscular. O problema é que o uso sem necessidade clínica pode provocar uma queda brusca do açúcar no sangue, levando a desmaios, convulsões, coma e até morte.

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Médicos afirmam que muitos usuários combinam insulina com esteroides anabolizantes, hormônio do crescimento, estimulantes e diuréticos em busca de resultados estéticos rápidos. A mistura aumenta significativamente os riscos cardiovasculares, favorecendo hipertrofia do coração, arritmias, tromboses e embolias. Especialistas relatam crescimento no número de pacientes jovens apresentando problemas cardíacos relacionados ao uso dessas substâncias.

Estudos recentes realizados por pesquisadores europeus apontam que o uso de hormônios já faz parte da rotina de parte dos fisiculturistas profissionais e amadores. Em muitos casos, os protocolos incluem aplicações de insulina de ação rápida acompanhadas do consumo excessivo de açúcar para tentar evitar crises de hipoglicemia. Ainda assim, médicos destacam que não existe qualquer segurança científica nesse tipo de prática.

Outro fator que preocupa especialistas é a dificuldade de detectar o uso da substância em exames antidoping. A insulina sintética utilizada por humanos é praticamente idêntica à produzida naturalmente pelo organismo e permanece pouco tempo na corrente sanguínea, dificultando a identificação. Pesquisadores tentam encontrar marcadores indiretos em exames laboratoriais, mas ainda não há mecanismos totalmente eficazes para fiscalização.

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Além dos riscos físicos, endocrinologistas alertam para o impacto das redes sociais na popularização de padrões corporais considerados “inatingíveis” sem o uso de hormônios. A exposição constante de físicos extremos tem influenciado jovens atletas e adolescentes a recorrerem a substâncias proibidas sem acompanhamento médico, muitas vezes sem conhecer os efeitos irreversíveis que podem causar à saúde. As informações são do g1.

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