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Seleção Brasileira de Vôlei Feminino garante bronze no Mundial após reação contra o Japão

Derrota na semifinal para a Itália deu lugar a uma vitória consistente e à manutenção do Brasil entre as potências mundiais

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Brasil reage e conquista o bronze no Mundial de Vôlei Feminino contra o Japão – Foto: Luiz Moraes/COB

Um dia após a amarga derrota para a Itália, a Seleção Brasileira feminina de vôlei deu a volta por cima e conquistou, a medalha de bronze no Campeonato Mundial ao vencer o Japão. O resultado coloca novamente o Brasil no pódio da modalidade e reforça o peso da equipe no cenário internacional.

Este é o segundo Mundial consecutivo em que o time comandado por José Roberto Guimarães aparece entre os três primeiros. Em 2022, o Brasil chegou à final, mas perdeu para a Sérvia por 3 sets a 0, ficando com a prata.

Apesar de toda a tradição no esporte — marcada por dois ouros olímpicos —, o título mundial ainda escapa da seleção. Até agora, o currículo registra quatro vice-campeonatos (1994, 2006, 2010 e 2022) e dois terceiros lugares (2014 e 2025). A campanha mais recente reafirma a consistência do grupo e mantém viva a expectativa pelo troféu inédito.

Com o bronze de 2025, o Brasil reforça sua condição de uma das seleções mais regulares do vôlei mundial, mostrando força e capacidade de renovação frente a rivais históricos como Itália, Sérvia, Turquia e Japão. A cada edição, cresce a esperança de que a sonhada conquista máxima esteja cada vez mais próxima.

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Uso irregular de insulina entre fisiculturistas acende alerta médico após morte de influenciador fitness

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Especialistas alertam para risco de hipoglicemia grave, coma, arritmias e morte súbita em atletas – Foto: Reprodução/ Instagram/ @ganleygabriel

O uso de insulina por fisiculturistas e frequentadores de academias voltou ao centro das discussões médicas após a morte do influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos. A substância, indicada exclusivamente para o tratamento de pessoas com diabetes, vem sendo utilizada de forma irregular por atletas saudáveis em busca de aumento rápido de massa muscular, prática considerada extremamente perigosa por endocrinologistas.

A repercussão ganhou força depois que medicamentos, incluindo possíveis anabolizantes, foram encontrados no apartamento do influenciador. Apesar de a causa da morte ainda depender do resultado oficial dos exames do Instituto Médico-Legal (IML), relatos publicados pelo próprio atleta nas redes sociais mostravam episódios de hipoglicemia após o uso de insulina em períodos de restrição alimentar, o que levantou preocupação entre especialistas da área da saúde.

Segundo endocrinologistas, a insulina passou a ser utilizada em protocolos clandestinos de fisiculturismo porque o hormônio atua diretamente no transporte de glicose para as células e interfere nos processos de crescimento muscular. O problema é que o uso sem necessidade clínica pode provocar uma queda brusca do açúcar no sangue, levando a desmaios, convulsões, coma e até morte.

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Médicos afirmam que muitos usuários combinam insulina com esteroides anabolizantes, hormônio do crescimento, estimulantes e diuréticos em busca de resultados estéticos rápidos. A mistura aumenta significativamente os riscos cardiovasculares, favorecendo hipertrofia do coração, arritmias, tromboses e embolias. Especialistas relatam crescimento no número de pacientes jovens apresentando problemas cardíacos relacionados ao uso dessas substâncias.

Estudos recentes realizados por pesquisadores europeus apontam que o uso de hormônios já faz parte da rotina de parte dos fisiculturistas profissionais e amadores. Em muitos casos, os protocolos incluem aplicações de insulina de ação rápida acompanhadas do consumo excessivo de açúcar para tentar evitar crises de hipoglicemia. Ainda assim, médicos destacam que não existe qualquer segurança científica nesse tipo de prática.

Outro fator que preocupa especialistas é a dificuldade de detectar o uso da substância em exames antidoping. A insulina sintética utilizada por humanos é praticamente idêntica à produzida naturalmente pelo organismo e permanece pouco tempo na corrente sanguínea, dificultando a identificação. Pesquisadores tentam encontrar marcadores indiretos em exames laboratoriais, mas ainda não há mecanismos totalmente eficazes para fiscalização.

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Além dos riscos físicos, endocrinologistas alertam para o impacto das redes sociais na popularização de padrões corporais considerados “inatingíveis” sem o uso de hormônios. A exposição constante de físicos extremos tem influenciado jovens atletas e adolescentes a recorrerem a substâncias proibidas sem acompanhamento médico, muitas vezes sem conhecer os efeitos irreversíveis que podem causar à saúde. As informações são do g1.

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