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Profissionais do esporte paraibano terão nomes eternizados na Calçada da Fama na Vila Olímpica

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Vila Olímpica Parahyba – Foto: Reprodução

Desportistas e paradesportistas que representaram a Paraíba em nível nacional e internacional terão seus nomes eternizados na Calçada da Fama do Esporte Paraibano, instituída pelo governador João Azevêdo por meio do Decreto de número 45.681 de 18 de outubro de 2024. O espaço será construída nas dependências da Vila Olímpica Parahyba entre o parque aquático e a arquibancada do campo de futebol principal.

De acordo com o decreto, publicado no Diário Oficial do Estado desse sábado (19), a Calçada da Fama do Esporte Paraibano tem o objetivo de homenagear atletas, ex-atletas, técnicos, ex-técnicos e profissionais que atuam e/ou atuaram diretamente com o desporto e paradesporto da Paraíba. Os nomes que ficarão no local serão escolhidos por meio de uma comissão de avaliação, que será composta por representantes da Associação das Fedederações de Espprtes da Paraíba, do segmento paradesportivo, de um membro do curso superior em história ou ligado à antropologia de qualquer instituição de ensino, além de pessoas ligadas à Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer (Sejel).

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O secretário da Juventude, Esporte e Lazer, Lindolfo Pires, justificou a ação lebrando que a Paraíba possui uma galeria de desportistas e paradesportistas que se destacaram nas diversas áreas do esporte. “São inúmeros os nomes de atletas, paratletas, técnicos e desportistas em geral que representaram bem a Paraíba, brilhando em competições no Brasil e no mundo e agora eles terão seus nomes eternizados com uma estrela e num espaço que é considerado o coração do esporte no estado, que é a Vila Olímpica Parahyba”, disse.

“Agora, que está devidamente instituída, a Calçada da Fama do Esporte Paraibano começará a ser estruturada fisicamente para que, num breve espaço de tempo, possa ser inaugurada. O local vai ser mais um ponto de turismo para João Pessoa e a Paraíba, pois, sem dúvida, entrará na rota e as pessoas daqui e de fora estarão visitando”, concluiu. (Parlamento PB)

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Uso irregular de insulina entre fisiculturistas acende alerta médico após morte de influenciador fitness

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Especialistas alertam para risco de hipoglicemia grave, coma, arritmias e morte súbita em atletas – Foto: Reprodução/ Instagram/ @ganleygabriel

O uso de insulina por fisiculturistas e frequentadores de academias voltou ao centro das discussões médicas após a morte do influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos. A substância, indicada exclusivamente para o tratamento de pessoas com diabetes, vem sendo utilizada de forma irregular por atletas saudáveis em busca de aumento rápido de massa muscular, prática considerada extremamente perigosa por endocrinologistas.

A repercussão ganhou força depois que medicamentos, incluindo possíveis anabolizantes, foram encontrados no apartamento do influenciador. Apesar de a causa da morte ainda depender do resultado oficial dos exames do Instituto Médico-Legal (IML), relatos publicados pelo próprio atleta nas redes sociais mostravam episódios de hipoglicemia após o uso de insulina em períodos de restrição alimentar, o que levantou preocupação entre especialistas da área da saúde.

Segundo endocrinologistas, a insulina passou a ser utilizada em protocolos clandestinos de fisiculturismo porque o hormônio atua diretamente no transporte de glicose para as células e interfere nos processos de crescimento muscular. O problema é que o uso sem necessidade clínica pode provocar uma queda brusca do açúcar no sangue, levando a desmaios, convulsões, coma e até morte.

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Médicos afirmam que muitos usuários combinam insulina com esteroides anabolizantes, hormônio do crescimento, estimulantes e diuréticos em busca de resultados estéticos rápidos. A mistura aumenta significativamente os riscos cardiovasculares, favorecendo hipertrofia do coração, arritmias, tromboses e embolias. Especialistas relatam crescimento no número de pacientes jovens apresentando problemas cardíacos relacionados ao uso dessas substâncias.

Estudos recentes realizados por pesquisadores europeus apontam que o uso de hormônios já faz parte da rotina de parte dos fisiculturistas profissionais e amadores. Em muitos casos, os protocolos incluem aplicações de insulina de ação rápida acompanhadas do consumo excessivo de açúcar para tentar evitar crises de hipoglicemia. Ainda assim, médicos destacam que não existe qualquer segurança científica nesse tipo de prática.

Outro fator que preocupa especialistas é a dificuldade de detectar o uso da substância em exames antidoping. A insulina sintética utilizada por humanos é praticamente idêntica à produzida naturalmente pelo organismo e permanece pouco tempo na corrente sanguínea, dificultando a identificação. Pesquisadores tentam encontrar marcadores indiretos em exames laboratoriais, mas ainda não há mecanismos totalmente eficazes para fiscalização.

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Além dos riscos físicos, endocrinologistas alertam para o impacto das redes sociais na popularização de padrões corporais considerados “inatingíveis” sem o uso de hormônios. A exposição constante de físicos extremos tem influenciado jovens atletas e adolescentes a recorrerem a substâncias proibidas sem acompanhamento médico, muitas vezes sem conhecer os efeitos irreversíveis que podem causar à saúde. As informações são do g1.

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