Esporte
Corrida do Servidor do RN bate recorde de participação e celebra promoção da qualidade de vida
Esporte
A corrida contou com grande participação de servidores e membros da comunidade – Foto: André Salustino
Rio Grande do Norte abriu espaço para mais uma grande celebração do esporte e da cidadania com a realização da 13ª Corrida do Servidor. A largada, realizada no Centro Administrativo, reuniu centenas de participantes em um percurso de 5 km que marcou mais um capítulo das ações do Programa Estadual de Qualidade de Vida e Saúde no Trabalho (PQVST), iniciativa voltada ao bem-estar e à valorização dos servidores públicos.
Nesta 13ª edição, a corrida alcançou números expressivos, consolidando-se como uma das maiores já realizadas. Servidores estaduais, municipais, federais e membros da comunidade estiveram lado a lado, celebrando a prática esportiva e a importância de um estilo de vida mais ativo. O aumento no número de inscritos demonstra quanto o programa tem avançado no estímulo ao bem-estar e no fortalecimento da convivência entre diferentes categorias do funcionalismo.
Uma das novidades deste ano foi o Pelotão Especial, formado por atletas que se destacaram no Circuito de Corridas do Servidor e em competições conveniadas ao PQVST. Os vencedores conquistaram vagas para representar o Rio Grande do Norte na tradicional Corrida Internacional de São Silvestre, marcada para 31 de dezembro de 2025, em São Paulo — uma oportunidade que celebra mérito, dedicação e a valorização dos servidores.
Ao final da manhã esportiva, o clima geral foi de comemoração e orgulho entre os participantes. Novatos e veteranos compartilharam a satisfação de integrar um evento que, para além da competição, simboliza união, incentivo à saúde e reconhecimento aos profissionais que diariamente atuam na máquina pública. A corrida, organizada pela Secretaria de Administração com apoio de outras pastas estaduais, reafirma o compromisso do Governo do RN com políticas que promovem qualidade de vida e integração social.
Esporte
Uso irregular de insulina entre fisiculturistas acende alerta médico após morte de influenciador fitness
Especialistas alertam para risco de hipoglicemia grave, coma, arritmias e morte súbita em atletas – Foto: Reprodução/ Instagram/ @ganleygabriel
O uso de insulina por fisiculturistas e frequentadores de academias voltou ao centro das discussões médicas após a morte do influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos. A substância, indicada exclusivamente para o tratamento de pessoas com diabetes, vem sendo utilizada de forma irregular por atletas saudáveis em busca de aumento rápido de massa muscular, prática considerada extremamente perigosa por endocrinologistas.
A repercussão ganhou força depois que medicamentos, incluindo possíveis anabolizantes, foram encontrados no apartamento do influenciador. Apesar de a causa da morte ainda depender do resultado oficial dos exames do Instituto Médico-Legal (IML), relatos publicados pelo próprio atleta nas redes sociais mostravam episódios de hipoglicemia após o uso de insulina em períodos de restrição alimentar, o que levantou preocupação entre especialistas da área da saúde.
Segundo endocrinologistas, a insulina passou a ser utilizada em protocolos clandestinos de fisiculturismo porque o hormônio atua diretamente no transporte de glicose para as células e interfere nos processos de crescimento muscular. O problema é que o uso sem necessidade clínica pode provocar uma queda brusca do açúcar no sangue, levando a desmaios, convulsões, coma e até morte.
Médicos afirmam que muitos usuários combinam insulina com esteroides anabolizantes, hormônio do crescimento, estimulantes e diuréticos em busca de resultados estéticos rápidos. A mistura aumenta significativamente os riscos cardiovasculares, favorecendo hipertrofia do coração, arritmias, tromboses e embolias. Especialistas relatam crescimento no número de pacientes jovens apresentando problemas cardíacos relacionados ao uso dessas substâncias.
Estudos recentes realizados por pesquisadores europeus apontam que o uso de hormônios já faz parte da rotina de parte dos fisiculturistas profissionais e amadores. Em muitos casos, os protocolos incluem aplicações de insulina de ação rápida acompanhadas do consumo excessivo de açúcar para tentar evitar crises de hipoglicemia. Ainda assim, médicos destacam que não existe qualquer segurança científica nesse tipo de prática.
Outro fator que preocupa especialistas é a dificuldade de detectar o uso da substância em exames antidoping. A insulina sintética utilizada por humanos é praticamente idêntica à produzida naturalmente pelo organismo e permanece pouco tempo na corrente sanguínea, dificultando a identificação. Pesquisadores tentam encontrar marcadores indiretos em exames laboratoriais, mas ainda não há mecanismos totalmente eficazes para fiscalização.
Além dos riscos físicos, endocrinologistas alertam para o impacto das redes sociais na popularização de padrões corporais considerados “inatingíveis” sem o uso de hormônios. A exposição constante de físicos extremos tem influenciado jovens atletas e adolescentes a recorrerem a substâncias proibidas sem acompanhamento médico, muitas vezes sem conhecer os efeitos irreversíveis que podem causar à saúde. As informações são do g1.
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