Esporte
Botafogo-PB vai começar a sua pré-temporada sem SAF constituída e cercado de muita desconfiança
Esporte
João Burse foi o nome que mais empolgou a torcida até aqui – Foto: Patrick Floriani/FFC
O Botafogo-PB vai começar a sua pré-temporada nesta segunda-feira. O escolhido para o comando técnico é o paulista João Burse, que vai começar a sua trajetória no futebol paraibano. Com um elenco ainda enxuto, com poucas caras conhecidas para o torcedor, o time ainda é alvo de muita desconfiança por parte da torcida alvinegra. O clima de incerteza aumenta ainda mais visto que a constituição do clube em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) ainda não ocorreu e deve ficar só para janeiro.
Enquanto isso, o time teve que ser montado com uma espécie de equipe de transição, capitaneada pelo executivo de futebol, Fausto Momente, ex-jogador do clube, e que foi confirmado que vai permanecer no cargo para 2025.
Mesmo sem a SAF oficializada, os investidores que querem transformar o Belo em SAF seguem dando pitacos e ajudando na construção do elenco. No entanto, até aqui, sem dar as caras, sem falar sobre metas, projeções e ideias de futebol.
O nome que mais empolgou a torcida botafoguense, analisando como termômetro as repercussões nas redes sociais, foi, inclusive, escolhido pelos investidores, em especial Lucas Franzato. João Burse, técnico que tem no currículo um acesso da Série C para a Série B pelo Vitória, foi quem a torcida mais aprovou dos nomes novos. A renovação do zagueiro Wendel Lomar, que segue para 2025, depois de um belo 2024 com a camisa botafoguense, também foi comemorada.
Mesmo sem a SAF oficializada, os investidores que querem transformar o Belo em SAF seguem dando pitacos e ajudando na construção do elenco. No entanto, até aqui, sem dar as caras, sem falar sobre metas, projeções e ideias de futebol. (Veja mais no Ge Globo)
Esporte
Uso irregular de insulina entre fisiculturistas acende alerta médico após morte de influenciador fitness
Especialistas alertam para risco de hipoglicemia grave, coma, arritmias e morte súbita em atletas – Foto: Reprodução/ Instagram/ @ganleygabriel
O uso de insulina por fisiculturistas e frequentadores de academias voltou ao centro das discussões médicas após a morte do influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos. A substância, indicada exclusivamente para o tratamento de pessoas com diabetes, vem sendo utilizada de forma irregular por atletas saudáveis em busca de aumento rápido de massa muscular, prática considerada extremamente perigosa por endocrinologistas.
A repercussão ganhou força depois que medicamentos, incluindo possíveis anabolizantes, foram encontrados no apartamento do influenciador. Apesar de a causa da morte ainda depender do resultado oficial dos exames do Instituto Médico-Legal (IML), relatos publicados pelo próprio atleta nas redes sociais mostravam episódios de hipoglicemia após o uso de insulina em períodos de restrição alimentar, o que levantou preocupação entre especialistas da área da saúde.
Segundo endocrinologistas, a insulina passou a ser utilizada em protocolos clandestinos de fisiculturismo porque o hormônio atua diretamente no transporte de glicose para as células e interfere nos processos de crescimento muscular. O problema é que o uso sem necessidade clínica pode provocar uma queda brusca do açúcar no sangue, levando a desmaios, convulsões, coma e até morte.
Médicos afirmam que muitos usuários combinam insulina com esteroides anabolizantes, hormônio do crescimento, estimulantes e diuréticos em busca de resultados estéticos rápidos. A mistura aumenta significativamente os riscos cardiovasculares, favorecendo hipertrofia do coração, arritmias, tromboses e embolias. Especialistas relatam crescimento no número de pacientes jovens apresentando problemas cardíacos relacionados ao uso dessas substâncias.
Estudos recentes realizados por pesquisadores europeus apontam que o uso de hormônios já faz parte da rotina de parte dos fisiculturistas profissionais e amadores. Em muitos casos, os protocolos incluem aplicações de insulina de ação rápida acompanhadas do consumo excessivo de açúcar para tentar evitar crises de hipoglicemia. Ainda assim, médicos destacam que não existe qualquer segurança científica nesse tipo de prática.
Outro fator que preocupa especialistas é a dificuldade de detectar o uso da substância em exames antidoping. A insulina sintética utilizada por humanos é praticamente idêntica à produzida naturalmente pelo organismo e permanece pouco tempo na corrente sanguínea, dificultando a identificação. Pesquisadores tentam encontrar marcadores indiretos em exames laboratoriais, mas ainda não há mecanismos totalmente eficazes para fiscalização.
Além dos riscos físicos, endocrinologistas alertam para o impacto das redes sociais na popularização de padrões corporais considerados “inatingíveis” sem o uso de hormônios. A exposição constante de físicos extremos tem influenciado jovens atletas e adolescentes a recorrerem a substâncias proibidas sem acompanhamento médico, muitas vezes sem conhecer os efeitos irreversíveis que podem causar à saúde. As informações são do g1.
-
Região Sul5 dias atrásPaulo Pimenta dispara contra Flávio Bolsonaro e diz que aliados devem “abandonar barco” após crise do BM
-
Região Centro-oeste5 dias atrásLula lança programa de R$ 30 bilhões para ajudar taxistas e motoristas de aplicativo a comprar carro próprio
-
Política Destaque6 dias atrásPesquisa Atlas mostra presidente Lula à frente em cenários para 2026 e aponta queda de Flávio Bolsonaro após crise com áudios
-
Região Sul6 dias atrásMoro passa vergonha após Flávio Bolsonaro admitir encontro com Daniel Vorcaro em meio a escândalo do BM


