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Atletas cearenses brilham nas Paralimpiadas Escolares e encerram competição com 45 medalhas

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Atletas cearenses brilham e somam 45 medalhas – Foto: Ascom Sesporte

A delegação cearense encerrou sua participação nas Paralimpiadas Escolares com um desempenho que reforça a força e o crescimento do paradesporto no estado. Ao longo de duas semanas de disputas em São Paulo, os jovens competidores superaram desafios, ampliaram suas marcas e retornaram para casa carregando conquistas que representam esforço, dedicação e superação.

Para o secretário do Esporte, Rogério Pinheiro, o resultado mostra o avanço do trabalho desenvolvido no Ceará em apoio aos atletas com deficiência. Ele destacou que o desempenho expressivo é fruto de investimento contínuo e do comprometimento das equipes técnicas. “Os resultados mostram que estamos no caminho certo, valorizando nossos talentos e incentivando o esporte paralímpico”, afirmou.

No total, o Ceará alcançou o 12º lugar no ranking geral, somando 45 medalhas — sendo 10 de ouro, 16 de prata e 19 de bronze. As premiações vieram de modalidades diversas, distribuídas entre as duas fases da competição, que incluíram provas de atletismo, basquete em cadeira de rodas, goalball, halterofilismo, natação, judô, vôlei sentado, bocha, entre outras disputas realizadas no Centro de Treinamento Paralímpico.

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Reconhecida como o maior evento mundial dedicado a jovens atletas com deficiência, a Paralimpiada Escolar desempenha um papel essencial na formação de novas gerações do paradesporto brasileiro. Para o Ceará, a participação reforça a importância de continuar investindo em inclusão, preparo técnico e oportunidades, garantindo que cada vez mais atletas possam alcançar performances expressivas nos principais palcos esportivos do país.

Veja os últimos resultados

Modalidade: Bocha Paralímpica

Classe: BC3 – categoria B

Atleta: Enrico Gomes Paiva

Colocação: 2° colocado (Prata)

Escola: Escola Johnson

Município: Fortaleza

Modalidade: Badminton

Prova: Simples masculino SL4- B*

Atleta: Lucas Benjamin Mendes Figueiredo de Almeida

Colocação: 1° colocado (Ouro)

Escola: Colégio Ateneu

Município: Fortaleza

Modalidade: Tênis de Mesa

Prova: Individual MAS Classe 8

Atleta: Tiago Freitas

Colocação: 1° colocado (Ouro)

Escola: Colégio 7 de Setembro

Município: Fortaleza

Modalidade: Tênis de Mesa

Prova: Individual MAS Classes 2 a 5.

Atleta: Kaio Sousa

Colocação: 2° colocado (Prata)

Escola: Centro Educacional Doris Johnson.

Município: Fortaleza

Modalidade: Tênis de Mesa

Prova: Individual MAS Classe 4

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Atleta: João Felipe Carneiro

Colocação: 3° colocado (Bronze)

Escola: Colégio Darwin

Município: Fortaleza

Foto: Ascom Sesporte

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Uso irregular de insulina entre fisiculturistas acende alerta médico após morte de influenciador fitness

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Especialistas alertam para risco de hipoglicemia grave, coma, arritmias e morte súbita em atletas – Foto: Reprodução/ Instagram/ @ganleygabriel

O uso de insulina por fisiculturistas e frequentadores de academias voltou ao centro das discussões médicas após a morte do influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos. A substância, indicada exclusivamente para o tratamento de pessoas com diabetes, vem sendo utilizada de forma irregular por atletas saudáveis em busca de aumento rápido de massa muscular, prática considerada extremamente perigosa por endocrinologistas.

A repercussão ganhou força depois que medicamentos, incluindo possíveis anabolizantes, foram encontrados no apartamento do influenciador. Apesar de a causa da morte ainda depender do resultado oficial dos exames do Instituto Médico-Legal (IML), relatos publicados pelo próprio atleta nas redes sociais mostravam episódios de hipoglicemia após o uso de insulina em períodos de restrição alimentar, o que levantou preocupação entre especialistas da área da saúde.

Segundo endocrinologistas, a insulina passou a ser utilizada em protocolos clandestinos de fisiculturismo porque o hormônio atua diretamente no transporte de glicose para as células e interfere nos processos de crescimento muscular. O problema é que o uso sem necessidade clínica pode provocar uma queda brusca do açúcar no sangue, levando a desmaios, convulsões, coma e até morte.

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Médicos afirmam que muitos usuários combinam insulina com esteroides anabolizantes, hormônio do crescimento, estimulantes e diuréticos em busca de resultados estéticos rápidos. A mistura aumenta significativamente os riscos cardiovasculares, favorecendo hipertrofia do coração, arritmias, tromboses e embolias. Especialistas relatam crescimento no número de pacientes jovens apresentando problemas cardíacos relacionados ao uso dessas substâncias.

Estudos recentes realizados por pesquisadores europeus apontam que o uso de hormônios já faz parte da rotina de parte dos fisiculturistas profissionais e amadores. Em muitos casos, os protocolos incluem aplicações de insulina de ação rápida acompanhadas do consumo excessivo de açúcar para tentar evitar crises de hipoglicemia. Ainda assim, médicos destacam que não existe qualquer segurança científica nesse tipo de prática.

Outro fator que preocupa especialistas é a dificuldade de detectar o uso da substância em exames antidoping. A insulina sintética utilizada por humanos é praticamente idêntica à produzida naturalmente pelo organismo e permanece pouco tempo na corrente sanguínea, dificultando a identificação. Pesquisadores tentam encontrar marcadores indiretos em exames laboratoriais, mas ainda não há mecanismos totalmente eficazes para fiscalização.

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Além dos riscos físicos, endocrinologistas alertam para o impacto das redes sociais na popularização de padrões corporais considerados “inatingíveis” sem o uso de hormônios. A exposição constante de físicos extremos tem influenciado jovens atletas e adolescentes a recorrerem a substâncias proibidas sem acompanhamento médico, muitas vezes sem conhecer os efeitos irreversíveis que podem causar à saúde. As informações são do g1.

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