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Atletas brasileiros conquistam títulos, pratas e vitórias marcantes em eventos de alto nível pelo mundo

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Brasil soma medalhas e recordes em fim de semana de grandes resultados – Foto: Jacob Hammond/ World Boxing

Semanalmente, o Ministério do Esporte divulga os principais resultados esportivos de atletas brasileiros em competições internacionais. Confira os destaques:

Boxe

A Seleção Brasileira de boxe vem conquistando resultados excelentes nas etapas da Copa do Mundo. Na rodada de Astana, no Cazaquistão, a delegação garantiu sete medalhas no total e presença em seis finais neste domingo (6). Confira os resultados:

Luiz “Bolinha” Oliveira (60kg) – medalha de ouro

Kaian Reis (70kg) – medalha de ouro

Isaías Ribeiro (90kg) – medalha de ouro

Yuri Falcão (65kg) – medalha de ouro

Rebeca Santos (60kg) – medalha de prata

Jucielen Romeu (57kg) – medalha de prata

Caroline Almeida (51kg) – medalha de bronze

Salto com Vara

Pela terceira vez em 2025, Juliana Campos superou a marca dos 4,60m e ainda cravou um novo recorde pessoal no salto com vara: 4,68m. No Fly Athens, evento realizado nas ruas de Atenas e parte do Continental Tour de Atletismo, a brasileira conquistou o segundo lugar e garantiu a medalha de prata neste domingo.

A primeira colocada foi Molly Candery, do Reino Unido, com 4,80m (recorde da competição). Elien Vekemans, da Bélgica, completou o pódio com 4,63m.

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Basquete

A seleção brasileira feminina de basquete ficou com o vice-campeonato da AmeriCupW. Neste domingo, no Centro de Deportes Colectivos (Chile), o Brasil foi derrotado pelos Estados Unidos por 92 a 84 e viu o sonho do hepta na AmeriCup de basquete feminino ser adiado.

As norte-americanas, que haviam vencido pela última vez em 2021, conquistaram seu quinto título da competição (1993, 2007, 2019, 2021 e 2025). A Seleção Brasileira buscará vaga na Copa do Mundo por meio do Pré-Mundial, em março de 2026.

Atletismo

Com o tempo de 46.65, o velocista Alison dos Santos foi campeão na prova dos 400 metros com barreiras da etapa de Eugene, nos Estados Unidos, pela Diamond League. O brasileiro superou o campeão olímpico Rai Benjamin.

Tênis

Luisa Stefani, número 1 do Brasil e 29ª do mundo, segue vencendo em Wimbledon e, neste domingo, alcançou as quartas de final de duplas mistas ao lado do britânico Joe Salisbury. A dupla derrotou o argentino Andres Molteni e a norte-americana Asia Muhammad em dois tie-breaks: 7/6 (9/7) e 7/6 (7/5).

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Tênis de Mesa

Principal nome do tênis de mesa feminino brasileiro, Bruna Takahashi venceu com facilidade a egípcia Dina Meshref por 3 a 0 na estreia do WTT Smash Estados Unidos 2025, neste domingo (6). Dominante, ela fechou o jogo em menos de 16 minutos, perdendo apenas 15 pontos. Na próxima rodada, ela enfrenta a japonesa Hayata Hina, 9ª do ranking mundial. Hina venceu a canadense Mo Zhang por 3 a 2 após virar a partida. O confronto entre Bruna e Hina, que vale vaga nas oitavas de final, ainda não tem horário definido.

Entre os homens, Vitor Ishiy não teve a mesma sorte. Ele perdeu na estreia para o japonês Shinozuka Hiroto por 3 a 0 (11/5, 11/5 e 11/7) e foi eliminado.

Hipismo

Em ótima fase, Stephan Barcha conquistou três medalhas no CHIO Aachen 2025 de hipismo saltos e ficou em 4º lugar no Grand Prix, realizado no domingo, 6 de julho. Montando Chevaux Primavera Império Egípcio, o brasileiro fez percurso limpo nas duas rodadas e no jump-off, com o tempo de 54s33, a menos de dois segundos do pódio. A vitória foi do suíço Martin Fuchs, seguido por Laura Kraut (EUA) e Steve Guerdat (Suíça).

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Uso irregular de insulina entre fisiculturistas acende alerta médico após morte de influenciador fitness

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Especialistas alertam para risco de hipoglicemia grave, coma, arritmias e morte súbita em atletas – Foto: Reprodução/ Instagram/ @ganleygabriel

O uso de insulina por fisiculturistas e frequentadores de academias voltou ao centro das discussões médicas após a morte do influenciador fitness Gabriel Ganley, de 22 anos. A substância, indicada exclusivamente para o tratamento de pessoas com diabetes, vem sendo utilizada de forma irregular por atletas saudáveis em busca de aumento rápido de massa muscular, prática considerada extremamente perigosa por endocrinologistas.

A repercussão ganhou força depois que medicamentos, incluindo possíveis anabolizantes, foram encontrados no apartamento do influenciador. Apesar de a causa da morte ainda depender do resultado oficial dos exames do Instituto Médico-Legal (IML), relatos publicados pelo próprio atleta nas redes sociais mostravam episódios de hipoglicemia após o uso de insulina em períodos de restrição alimentar, o que levantou preocupação entre especialistas da área da saúde.

Segundo endocrinologistas, a insulina passou a ser utilizada em protocolos clandestinos de fisiculturismo porque o hormônio atua diretamente no transporte de glicose para as células e interfere nos processos de crescimento muscular. O problema é que o uso sem necessidade clínica pode provocar uma queda brusca do açúcar no sangue, levando a desmaios, convulsões, coma e até morte.

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Médicos afirmam que muitos usuários combinam insulina com esteroides anabolizantes, hormônio do crescimento, estimulantes e diuréticos em busca de resultados estéticos rápidos. A mistura aumenta significativamente os riscos cardiovasculares, favorecendo hipertrofia do coração, arritmias, tromboses e embolias. Especialistas relatam crescimento no número de pacientes jovens apresentando problemas cardíacos relacionados ao uso dessas substâncias.

Estudos recentes realizados por pesquisadores europeus apontam que o uso de hormônios já faz parte da rotina de parte dos fisiculturistas profissionais e amadores. Em muitos casos, os protocolos incluem aplicações de insulina de ação rápida acompanhadas do consumo excessivo de açúcar para tentar evitar crises de hipoglicemia. Ainda assim, médicos destacam que não existe qualquer segurança científica nesse tipo de prática.

Outro fator que preocupa especialistas é a dificuldade de detectar o uso da substância em exames antidoping. A insulina sintética utilizada por humanos é praticamente idêntica à produzida naturalmente pelo organismo e permanece pouco tempo na corrente sanguínea, dificultando a identificação. Pesquisadores tentam encontrar marcadores indiretos em exames laboratoriais, mas ainda não há mecanismos totalmente eficazes para fiscalização.

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Além dos riscos físicos, endocrinologistas alertam para o impacto das redes sociais na popularização de padrões corporais considerados “inatingíveis” sem o uso de hormônios. A exposição constante de físicos extremos tem influenciado jovens atletas e adolescentes a recorrerem a substâncias proibidas sem acompanhamento médico, muitas vezes sem conhecer os efeitos irreversíveis que podem causar à saúde. As informações são do g1.

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