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Pesca artesanal da tainha em Santa Catarina vai receber cota extra, confirma deputado Fabiano da Luz

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A pesca artesanal da tainha em Santa Catarina vai ter uma cota adicional para permitir a retomada da atividade após atingir o limite autorizado para a safra. A informação foi confirmada pelo líder do PT na Alesc, deputado Fabiano da Luz, após reunião com representantes do Ministério da Pesca e Aquicultura. O volume extra que será destinado ao Estado deve ser anunciado ainda hoje pelo governo federal.

Segundo o deputado, a medida está sendo definida em Brasília e permitirá que regiões ainda não contempladas pela safra possam manter a atividade.

A informação foi repassada a Fabiano durante reunião com o superintendente federal do Ministério da Pesca e Aquicultura em Santa Catarina, Jean Ricardo Antunes, e outros representantes da pasta.

“A safra deste ano registrou um volume elevado de captura, o que fez com que a cota fosse atingida rapidamente. Estamos fazendo um esforço para garantir a pesca da tainha em regiões que ainda não foram contempladas. Não podemos deixar municípios sem essa atividade, que é símbolo da cultura de Santa Catarina”, afirmou o deputado.

As cotas destinadas às diferentes modalidades de pesca da tainha tiveram aumento de 20% em 2026, totalizando mais de 8 mil toneladas. Santa Catarina é o estado que mais foi beneficiado com esse ajuste. Ainda assim, a pesca artesanal já ultrapassa 90% do limite autorizado e precisou ser interrompida.

Para a retomada da atividade, será necessário um remanejamento das cotas, processo que está em fase final de definição pelo governo federal. Segundo Fabiano da Luz, o gabinete do presidente Lula acompanha as negociações.

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Gleisi comemora 1ª queda nos casos de feminicídio e atribui resultado às ações do governo Lula

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Brasil registra primeira queda nos casos de feminicídio no primeiro semestre, e Gleisi atribui resultado a ações do governo Lula – Foto: Kayo Magalhães/ CdosD

O Brasil registrou, pela primeira vez desde o início da série histórica, uma redução nos casos de feminicídio durante o primeiro semestre do ano. Os dados apontam uma queda de 2,5% em relação ao mesmo período anterior, resultado que foi destacado pela deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), que atribuiu o desempenho às políticas públicas voltadas ao combate da violência contra as mulheres implementadas pelo governo federal.

Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (22), a parlamentar afirmou que a redução representa um reflexo direto das medidas adotadas pela gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ela, iniciativas de prevenção, proteção e repressão aos agressores começaram a produzir efeitos concretos nos indicadores nacionais.

Entre as ações mencionadas por Gleisi está o Pacto Brasil contra o Feminicídio, programa lançado pelo governo federal para integrar órgãos de segurança, Justiça e assistência social na prevenção e combate à violência de gênero. Na avaliação da deputada, a estratégia fortaleceu a atuação conjunta das instituições responsáveis pela proteção das vítimas.

Outro ponto destacado foi a Operação Mulher Segura, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com as forças policiais dos estados. De acordo com os números apresentados pela parlamentar, a mobilização resultou na prisão de mais de 17 mil suspeitos de violência contra mulheres desde o início da operação, em março deste ano.

Gleisi também ressaltou avanços no sistema de proteção judicial às vítimas. Segundo ela, o tempo médio para a concessão de medidas protetivas caiu de cerca de 14 dias para menos de dois dias, permitindo respostas mais rápidas em situações de risco e ampliando a segurança das mulheres ameaçadas.

Apesar da redução ser considerada modesta, a deputada avaliou que o resultado representa uma mudança importante em relação aos anos anteriores, quando os registros de feminicídio apresentavam tendência de crescimento. Para ela, a continuidade das políticas públicas poderá consolidar uma trajetória de queda nos próximos anos.

Ao comentar os números, Gleisi elogiou o compromisso do governo federal com a pauta de proteção às mulheres e destacou o envolvimento do presidente Lula e da primeira-dama Janja da Silva nas iniciativas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero. A parlamentar defendeu que o fortalecimento dessas ações é essencial para preservar vidas e ampliar a rede de proteção às mulheres em todo o país.

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