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Ex-vereador do Rio de Janeiro, Jairinho é flagrado com celular no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira

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Aparelho foi localizado durante operação baseada em informações da inteligência da Polícia Penal – Foto: Brunno Dantas/ TJRJ e Divulgação Polícia Penal RJ

O ex-vereador Jairinho voltou ao centro das atenções após agentes da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) encontrarem um telefone celular na cela onde ele cumpre pena, no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, localizado no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A descoberta ocorreu nesta quarta-feira (1º), durante uma operação de fiscalização.

A revista foi realizada após a Corregedoria da Seppen receber informações de inteligência indicando que o detento estaria utilizando um aparelho telefônico de forma irregular dentro da unidade prisional. Durante a inspeção, os policiais penais localizaram o celular escondido entre livros existentes na cela.

Diante da constatação, a administração penitenciária determinou o isolamento disciplinar de Jairinho, medida prevista para situações que envolvem a posse de objetos proibidos dentro do sistema prisional. O procedimento busca preservar a segurança da unidade enquanto as investigações prosseguem.

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Além das sanções disciplinares aplicadas ao preso, a Corregedoria-Geral da Seppen instaurará um procedimento para apurar como o aparelho chegou ao interior da penitenciária. A investigação também avaliará eventual responsabilidade de servidores que atuam na unidade.

A ocorrência será encaminhada à 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), que ficará responsável pela investigação criminal relacionada à entrada e à posse do celular no presídio. O caso poderá resultar em novas medidas judiciais e administrativas.

Jairinho cumpre pena de 43 anos de prisão após ser condenado pela morte do menino Henry Borel, em um processo que também reconheceu o crime de tortura. A Secretaria de Estado de Polícia Penal informou que mantém ações permanentes de fiscalização e reforçou o compromisso de combater a entrada de materiais ilícitos nas unidades prisionais, com o objetivo de preservar a ordem e a segurança no sistema penitenciário do estado.

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Lindbergh Farias pede investigação da PF sobre mansões ligadas a Flávio Bolsonaro e questiona financiamentos do BRB

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Deputado afirma que imóveis milionários e supostas relações com o banco público do Distrito Federal precisam ser apurados – Foto: Redes Sociais I Agência Senado I Divulgação

O deputado federal Lindbergh Farias afirmou que protocolou um pedido para que a Polícia Federal investigue operações envolvendo imóveis de alto valor associados ao senador Flávio Bolsonaro. Segundo o parlamentar, há questionamentos sobre financiamentos concedidos pelo Banco de Brasília para a aquisição de mansões localizadas em Brasília.

De acordo com Lindbergh, duas residências de alto padrão teriam sido financiadas pelo banco público do Distrito Federal durante a gestão de Paulo Henrique Costa. O deputado defende que as circunstâncias dessas operações sejam esclarecidas por meio de uma investigação oficial.

O parlamentar também mencionou o empresário Daniel Vorcaro ao levantar questionamentos sobre a eventual existência de recursos ou relações financeiras que possam ter influenciado as operações envolvendo os imóveis. Segundo ele, essas dúvidas precisam ser respondidas pelas autoridades competentes.

Além das propriedades em Brasília, Lindbergh citou uma disputa envolvendo Flávio Bolsonaro e o ex-jogador Richarlison relacionada a uma mansão avaliada em cerca de R$ 10 milhões, localizada em uma ilha na região de Angra dos Reis. O deputado afirmou que o caso também merece análise detalhada.

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Em sua manifestação, Lindbergh declarou que a recorrente aquisição de imóveis de elevado valor por pessoas ligadas ao senador levanta questionamentos que, em sua avaliação, justificam uma apuração aprofundada por parte da Polícia Federal. Ele sustenta que é necessário verificar a origem dos recursos e a regularidade das operações financeiras.

Até o momento, não há informação sobre abertura formal de investigação da Polícia Federal em relação às declarações feitas pelo deputado. Também não houve manifestação pública de Flávio Bolsonaro ou dos demais citados sobre as novas alegações apresentadas por Lindbergh Farias. A eventual existência de investigação dependerá da análise dos órgãos competentes.

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