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Cármen Lúcia acompanha Moraes e amplia votos pela condenação de Eduardo Bolsonaro

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Caso envolve difamação contra Tabata Amaral em publicações sobre projeto de lei – Foto: Zeca Ribeiro/ Câmara dos Deputados

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, votou pela condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro a um ano de detenção pelo crime de difamação contra a deputada Tabata Amaral. O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma da Corte e ainda está em andamento.

Com o voto de Cármen Lúcia, o placar parcial chegou a dois votos favoráveis à condenação. A ministra acompanhou o entendimento do relator, Alexandre de Moraes, que considerou que as declarações feitas por Eduardo Bolsonaro configuraram ataque à reputação da parlamentar.

Segundo Moraes, as publicações questionadas tratavam de um projeto apresentado por Tabata Amaral sobre a distribuição de absorventes em espaços públicos. Para o relator, o ex-deputado atribuiu à proposta uma finalidade irregular, sugerindo benefício indevido a terceiros, o que caracteriza difamação.

O ministro destacou ainda que houve intenção clara de atingir a honra da deputada, com uso de estratégias consideradas enganosas na divulgação das informações. Na avaliação dele, tanto a materialidade quanto a autoria do crime estão comprovadas no processo.

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De acordo com o voto, Eduardo Bolsonaro agiu de forma consciente ao publicar o conteúdo e assumiu a responsabilidade pelas declarações. Moraes ressaltou que o próprio ex-parlamentar afirmou não confiar em mecanismos tradicionais de verificação de informações.

A pena proposta inclui um ano de detenção em regime inicial aberto, além do pagamento de 39 dias-multa, com valor equivalente a dois salários mínimos por dia. O relator também apontou que, por o réu estar em local incerto, não é possível a substituição da pena por medidas alternativas.

O julgamento deve ser concluído nos próximos dias e ainda conta com os votos dos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino, que integram a Primeira Turma do STF.

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Benedita da Silva destaca investimento de R$ 120 milhões em programa que amplia pesquisa clínica no SUS

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Iniciativa do governo federal aposta na ciência para ampliar tratamentos e tecnologias de saúde no Brasil.

Ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a deputada federal Benedita da Silva participou da abertura do Programa Nacional de Pesquisa Clínica, uma iniciativa considerada estratégica para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS). O evento marcou o lançamento de uma política pública voltada à ampliação da capacidade científica do país na área da saúde.

Com investimento de R$ 120 milhões, o programa tem como foco principal incentivar pesquisas clínicas que contribuam para o desenvolvimento de medicamentos, tratamentos e novas tecnologias adaptadas à realidade brasileira. A proposta também busca reduzir a dependência externa e fortalecer a autonomia do país no setor.

Durante a cerimônia, Benedita da Silva destacou a importância do investimento em ciência e inovação como ferramenta essencial para garantir avanços na saúde pública. Segundo ela, iniciativas como essa ampliam o acesso da população a tratamentos mais eficazes e alinhados às necessidades nacionais.

O ministro Alexandre Padilha reforçou que o programa representa um passo importante para consolidar o SUS como um sistema cada vez mais moderno e preparado para os desafios da saúde pública. Ele ressaltou ainda que a pesquisa clínica é fundamental para melhorar diagnósticos e terapias oferecidas à população.

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A ação integra a política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem priorizado investimentos em áreas estratégicas como saúde, ciência e tecnologia. A aposta é que o fortalecimento dessas áreas contribua diretamente para o desenvolvimento social e econômico do país.

Com o novo programa, o governo federal reforça o compromisso com a valorização da ciência nacional, defendendo que investir em pesquisa é investir em vida, dignidade e no futuro da população brasileira.

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