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Relatório chinês destaca o Novo PAC como principal motor do desenvolvimento planejado e da infraestrutura

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Relatório internacional destaca avanços em energia, transportes, tecnologia e planejamento estratégico do país – Foto: Xinhua/ Cheong Kam Ka

O Brasil consolidou sua posição como referência em infraestrutura entre os países de língua portuguesa graças aos investimentos realizados por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Um relatório internacional divulgado em junho de 2026 apontou o programa federal como o principal responsável pelo fortalecimento da capacidade de investimento e pela modernização de setores estratégicos da economia brasileira.

O estudo, elaborado por entidades chinesas ligadas ao setor de infraestrutura e financiamento internacional, posicionou o Brasil na liderança do Índice de Desenvolvimento de Infraestrutura dos Países Lusófonos. O país alcançou a maior pontuação entre as nove nações avaliadas, superando concorrentes como Moçambique e Angola.

Um dos principais diferenciais apontados pelo documento é a capacidade do Brasil de conduzir seus próprios projetos de desenvolvimento, reduzindo a dependência de financiamentos externos e tornando a execução das obras menos vulnerável às oscilações econômicas internacionais. Essa autonomia fortalece a estabilidade dos investimentos e amplia a capacidade de planejamento de longo prazo.

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A expansão da matriz energética renovável também foi destacada como um dos pilares desse crescimento. Grandes empreendimentos de energia solar e eólica estão ampliando a oferta de energia limpa no país, principalmente na Bahia, enquanto novas linhas de transmissão conectam as regiões produtoras aos maiores centros consumidores brasileiros.

O setor de transportes aparece como outro protagonista dessa transformação. Obras ferroviárias, ampliação dos sistemas de mobilidade urbana e projetos de modernização portuária vêm recebendo investimentos bilionários, impulsionando a logística nacional e fortalecendo a competitividade econômica do Brasil.

A infraestrutura digital também ganhou protagonismo no relatório internacional. A expansão da tecnologia 5G para áreas do interior do país está permitindo avanços na agricultura, na automação industrial e na modernização dos sistemas produtivos, reduzindo custos e aumentando a eficiência das cadeias de abastecimento.

Outro destaque é a implantação de grandes centros de processamento de dados sustentáveis, instalados em cidades estratégicas e abastecidos por fontes renováveis de energia. A combinação entre tecnologia e sustentabilidade é vista como uma das principais vantagens competitivas do Brasil na América Latina.

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Para especialistas, os resultados demonstram que a continuidade dos investimentos públicos em infraestrutura vem fortalecendo a economia brasileira, atraindo novos investidores e criando condições para a geração de empregos, aumento da produtividade e desenvolvimento regional em diversas partes do país.

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Brasil e China avançam juntos em agenda estratégica de armazenamento de energia e hidrogênio verde

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Especialistas defendem integração de novas tecnologias para garantir segurança energética e acelerar a expansão das fontes renováveis – Foto: Brasil 247

O avanço das energias renováveis tem impulsionado uma nova etapa da transformação energética mundial, marcada pela crescente adoção de tecnologias capazes de garantir maior estabilidade ao fornecimento de eletricidade. Entre as soluções que mais atraem investimentos e atenção de governos e empresas estão os sistemas de armazenamento de energia e a produção de hidrogênio verde.

O tema esteve no centro das discussões durante um importante encontro internacional realizado em Macau nesta sexta-feira (12), reunindo representantes de grandes companhias do setor energético, especialistas e autoridades de diferentes países. O objetivo foi debater estratégias para fortalecer a transição energética e ampliar o uso de fontes limpas em escala global.

Durante os debates, especialistas destacaram que a expansão acelerada da energia solar e da geração eólica tem criado novos desafios para os sistemas elétricos. Como essas fontes dependem das condições climáticas, a capacidade de armazenar energia tornou-se essencial para garantir fornecimento contínuo e reduzir oscilações na rede.

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No Brasil, o tema também ganha relevância. O governo federal já anunciou a realização do primeiro leilão nacional voltado exclusivamente para sistemas de armazenamento por baterias, previsto para ocorrer em dezembro de 2026. A expectativa é atrair bilhões de reais em investimentos e fortalecer a integração das energias renováveis ao sistema elétrico nacional.

Representantes do setor energético internacional ressaltaram que o armazenamento deixou de ser uma tecnologia complementar e passou a ocupar posição estratégica no planejamento energético. A capacidade de guardar energia produzida em horários de maior geração e utilizá-la posteriormente é vista como uma das principais ferramentas para aumentar a eficiência dos sistemas modernos.

Outro destaque das discussões foi o papel do hidrogênio verde, apontado como uma alternativa promissora para reduzir as emissões de carbono em setores de difícil eletrificação. Áreas como transporte marítimo, aviação e indústrias pesadas são consideradas fundamentais para a expansão dessa tecnologia nos próximos anos.

Empresas do setor apresentaram experiências desenvolvidas em diferentes regiões do mundo, incluindo grandes projetos que combinam geração solar, armazenamento em baterias e produção de hidrogênio. A integração dessas tecnologias é apontada como uma das principais tendências para os sistemas energéticos das próximas décadas.

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Ao final do encontro, os participantes defenderam que o futuro da energia dependerá da combinação entre fontes renováveis, armazenamento e hidrogênio verde. A avaliação predominante é que essas soluções, quando utilizadas de forma integrada, serão fundamentais para construir uma matriz energética mais limpa, segura, resiliente e preparada para atender à crescente demanda mundial por eletricidade. As informações e do portal Brasil 247

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