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Ministério de Minas e Energia defende integração do Mercosul para ampliar exploração de minerais
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Ministério de Minas e Energia participa de reunião no Paraguai e defende integração regional para fortalecer setor mineral – Foto: MME/ divulgação
O Ministério de Minas e Energia participou da reunião do Subgrupo de Trabalho de Mineração e Geologia do Mercosul, realizada em Assunção, no Paraguai. O encontro reuniu representantes dos países do bloco para discutir políticas públicas voltadas aos minerais estratégicos e ao avanço da transição energética na América do Sul.
Durante os debates, os países-membros discutiram propostas para a criação de um Plano Regional de Minerais Estratégicos do Mercosul, iniciativa que busca ampliar a cooperação entre as nações sul-americanas no aproveitamento sustentável de recursos minerais considerados fundamentais para o futuro energético e industrial.
Representando o Brasil, participaram o coordenador-geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética no Setor Mineral do MME, Gustavo Masili, e a coordenadora-geral de Planejamento Mineral, Mariana Fontineli. Os representantes brasileiros apresentaram ações desenvolvidas pelo governo federal para fortalecer a mineração sustentável e garantir maior segurança energética ao país.
Segundo Gustavo Masili, os minerais críticos têm papel decisivo na economia global e na produção de tecnologias ligadas à energia limpa. Ele destacou ainda que a união entre os países do Mercosul pode fortalecer a competitividade regional diante das mudanças econômicas internacionais.
Já Mariana Fontineli defendeu uma maior integração produtiva entre os países do bloco, ressaltando que a cooperação pode ampliar oportunidades econômicas, fortalecer cadeias produtivas e garantir maior estabilidade no fornecimento de minerais estratégicos para os mercados internacionais.
A programação também contou com apresentações sobre experiências internacionais de integração mineral desenvolvidas por blocos econômicos como a União Europeia, a ASEAN e a União Africana. A participação brasileira reforça o compromisso do governo federal em ampliar a cooperação regional e acelerar soluções sustentáveis para os desafios da transição energética global.
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Ataque com mais de 500 drones deixa mortos e feridos na Rússia em uma das maiores ofensivas da guerra
Moscou volta a ser alvo de bombardeios aéreos enquanto casas, refinaria e áreas residenciais são atingidas.
A guerra entre Rússia e Ucrânia registrou neste domingo (17) um dos maiores ataques com drones desde o início do conflito. Segundo autoridades russas, ao menos quatro pessoas morreram e outras 15 ficaram feridas após uma ofensiva em larga escala realizada por forças ucranianas contra diversas regiões do território russo, incluindo áreas próximas a Moscou.
De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, entre às 22h da noite anterior e às 7h da manhã deste domingo, os sistemas de defesa aérea russos interceptaram e destruíram 556 drones de asa fixa. Os ataques atingiram 14 regiões russas, além da Crimeia e áreas dos mares Negro e de Azov.
Na região metropolitana de Moscou, os impactos provocaram mortes e destruição em bairros residenciais. O governador da região de Moscou, Andrei Vorobiov, informou que uma mulher morreu após um drone atingir uma residência no distrito de Starbeevo, em Khimki. Outro homem ficou soterrado nos escombros. Em Pogorelki, dois homens também morreram depois que destroços de um drone caíram sobre uma casa em construção.
Além das mortes, várias cidades nos arredores da capital russa registraram danos estruturais. Em Krasnogorsk e Istra, a oeste de Moscou, drones atingiram imóveis residenciais e deixaram quatro pessoas feridas. Já na localidade de Subbotino, no distrito de Naro-Fominsk, uma casa pegou fogo após ser atingida por um dos aparelhos não tripulados.
O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou que pelo menos 12 pessoas ficaram feridas, a maioria trabalhadores de uma refinaria localizada na capital russa. Segundo ele, apesar dos danos causados pela ofensiva, o funcionamento da refinaria não foi interrompido e o processo tecnológico da usina continuou operando normalmente.
O novo ataque aumenta ainda mais a tensão entre Rússia e Ucrânia em meio à escalada da guerra. As autoridades russas classificaram a ofensiva como um dos maiores bombardeios aéreos já registrados contra o país desde o início do conflito, enquanto moradores da região de Moscou viveram horas de medo com explosões, incêndios e destruição em áreas urbanas.
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