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Ataque com mais de 500 drones deixa mortos e feridos na Rússia em uma das maiores ofensivas da guerra

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Moscou volta a ser alvo de bombardeios aéreos enquanto casas, refinaria e áreas residenciais são atingidas.

A guerra entre Rússia e Ucrânia registrou neste domingo (17) um dos maiores ataques com drones desde o início do conflito. Segundo autoridades russas, ao menos quatro pessoas morreram e outras 15 ficaram feridas após uma ofensiva em larga escala realizada por forças ucranianas contra diversas regiões do território russo, incluindo áreas próximas a Moscou.

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, entre às 22h da noite anterior e às 7h da manhã deste domingo, os sistemas de defesa aérea russos interceptaram e destruíram 556 drones de asa fixa. Os ataques atingiram 14 regiões russas, além da Crimeia e áreas dos mares Negro e de Azov.

Na região metropolitana de Moscou, os impactos provocaram mortes e destruição em bairros residenciais. O governador da região de Moscou, Andrei Vorobiov, informou que uma mulher morreu após um drone atingir uma residência no distrito de Starbeevo, em Khimki. Outro homem ficou soterrado nos escombros. Em Pogorelki, dois homens também morreram depois que destroços de um drone caíram sobre uma casa em construção.

Além das mortes, várias cidades nos arredores da capital russa registraram danos estruturais. Em Krasnogorsk e Istra, a oeste de Moscou, drones atingiram imóveis residenciais e deixaram quatro pessoas feridas. Já na localidade de Subbotino, no distrito de Naro-Fominsk, uma casa pegou fogo após ser atingida por um dos aparelhos não tripulados.

O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, afirmou que pelo menos 12 pessoas ficaram feridas, a maioria trabalhadores de uma refinaria localizada na capital russa. Segundo ele, apesar dos danos causados pela ofensiva, o funcionamento da refinaria não foi interrompido e o processo tecnológico da usina continuou operando normalmente.

O novo ataque aumenta ainda mais a tensão entre Rússia e Ucrânia em meio à escalada da guerra. As autoridades russas classificaram a ofensiva como um dos maiores bombardeios aéreos já registrados contra o país desde o início do conflito, enquanto moradores da região de Moscou viveram horas de medo com explosões, incêndios e destruição em áreas urbanas.

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Após tiroteio, Trump endurece discurso e diz que nada o impedirá de “vencer a guerra contra o Irã”

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Presidente dos EUA sugere que postura internacional pode aumentar riscos, mas afirma que não recuará – Foto: IA

Um episódio de violência durante um evento de alto nível em Washington colocou em alerta autoridades norte-americanas e reacendeu debates sobre segurança presidencial. O presidente Donald Trump foi retirado às pressas após disparos serem registrados durante o tradicional jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado no hotel Washington Hilton.

De acordo com informações iniciais divulgadas pela Reuters, o incidente provocou momentos de pânico entre os presentes, incluindo jornalistas, autoridades e convidados. A ação rápida do Serviço Secreto garantiu a retirada segura do presidente, que não sofreu ferimentos.

Horas após o ocorrido, Trump se pronunciou na Casa Branca e levantou a hipótese de que sua atuação no cenário internacional, especialmente em relação ao Irã, possa ter ampliado os riscos contra sua integridade. Segundo ele, decisões firmes em conflitos globais naturalmente aumentam a exposição a ameaças.

Apesar da declaração, o presidente afirmou que não há, até o momento, indícios concretos que liguem o ataque diretamente a questões geopolíticas. Ele ressaltou que as investigações seguem em andamento e que qualquer conclusão precipitada pode comprometer o entendimento real do caso.

O suspeito envolvido no ataque foi detido pelas autoridades, que agora trabalham para esclarecer a motivação e possíveis conexões do crime. O caso mobiliza diferentes agências de segurança dos Estados Unidos, que buscam determinar se houve planejamento prévio ou atuação isolada.

Mesmo diante da gravidade do episódio, Trump reforçou que não pretende alterar sua linha de atuação internacional. O presidente destacou que continuará adotando uma postura firme diante de adversários externos, incluindo o Irã, e afirmou considerar os riscos parte inerente do cargo.

O incidente reacende discussões sobre a segurança em eventos institucionais e a exposição de lideranças políticas em ambientes públicos. Até o momento, não há confirmação oficial de que o ataque tenha relação direta com conflitos internacionais, mantendo o caso sob investigação das autoridades federais.

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