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Filho de Malu Mader e Tony Bellotto deixa cargo na Prefeitura do Rio de Janeiro após passagem por diferentes funções
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Antônio Bellotto pede exoneração de cargo na área de Inovação e encerra trajetória na gestão municipal – Foto: Reprodução
A Prefeitura do Rio de Janeiro oficializou, por meio do Diário Oficial a exoneração do advogado Antônio Mader Bellotto, de 28 anos, que ocupava o cargo de assessor na Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele é filho da atriz Malu Mader e do músico Tony Bellotto.
Formado em Direito e habilitado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) desde 2022, Antônio construiu sua trajetória dentro da administração municipal ao longo dos últimos anos, passando por diferentes funções estratégicas dentro da pasta.
A atuação do jovem advogado na Prefeitura teve início em fevereiro de 2023, quando ingressou como assistente. Com o tempo, ele foi ganhando espaço e assumiu novas responsabilidades, sendo posteriormente nomeado coordenador na área de Inovação.
Em 2024, Antônio Bellotto chegou ao cargo de chefe de gabinete da secretaria, consolidando sua presença na estrutura administrativa. Já em janeiro de 2025, passou a atuar como assessor, função que ocupava até a recente exoneração.
Durante sua passagem pela gestão municipal, também integrou comissões relevantes, atuando em processos ligados à avaliação de contratos, monitoramento da Lei de Acesso à Informação (LAI) e participação em parcerias estratégicas da secretaria.
A nomeação mais recente ocorreu durante a gestão da vereadora Tatiana Roque à frente da pasta, que também deixou o cargo recentemente, marcando mudanças na condução da secretaria.
Até o momento, não há informações oficiais sobre os próximos passos de Antônio Bellotto, nem sobre uma eventual candidatura nas eleições de outubro.
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Governador substitui comando da Casa Civil e escolhe Flávio Willeman para função estratégica no Rio de Janeiro
Ricardo Couto promove nova dança das cadeiras e consolida controle sobre áreas estratégicas – Foto: Reprodução/ TV Globo
Em meio a um cenário de forte rearranjo político, o governador em exercício do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, deu mais um passo para redesenhar o núcleo de poder do estado ao substituir o comando da Casa Civil, ampliando o ritmo das mudanças no alto escalão e reforçando sua influência direta sobre as decisões estratégicas do governo.
Para assumir o cargo, foi escolhido Flávio de Araújo Willeman, que chega com forte bagagem jurídica e trânsito tanto no setor público quanto em instituições privadas. Ele substitui Marco Antônio Rodrigues Simões, que deixa a função, mas permanece no governo em outro posto estratégico.
Willeman, que atualmente também ocupa posição de destaque no Flamengo, construiu carreira sólida dentro da Procuradoria-Geral do Estado, onde atua há mais de duas décadas. Sua experiência inclui ainda passagem pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, reforçando seu perfil técnico e jurídico para a função.
A nomeação ocorre em um contexto de reformulação política conduzida por Couto, que vem promovendo uma verdadeira
“limpeza” em cargos considerados ligados à gestão anterior. A troca na Casa Civil é vista como peça-chave nesse processo, já que a pasta é responsável pela articulação política e pela coordenação das principais decisões do governo.
Mesmo após deixar o cargo principal, Simões não foi afastado do núcleo de poder. Ele foi realocado para o gabinete do governador, mantendo status de secretário, o que indica uma tentativa de preservar quadros experientes, ainda que sob nova configuração de comando.
As mudanças não se limitaram à Casa Civil. Nos últimos dias, Couto também determinou a saída de nomes considerados próximos ao ex-governador Cláudio Castro, incluindo figuras estratégicas da gestão anterior. A movimentação reforça a tentativa de consolidar um novo grupo político dentro da estrutura estadual.
Outro ponto de impacto foi a troca no comando do Rioprevidência, fundo responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões de milhares de servidores. A decisão ocorreu em meio a investigações sobre aplicações financeiras suspeitas, o que aumentou a pressão por maior controle e transparência na gestão dos recursos públicos.
Além das exonerações, o governador interino anunciou um pacote de medidas voltadas à transparência, exigindo que órgãos estaduais apresentem, em prazo curto, um levantamento detalhado de contratos, despesas e quadro de pessoal. A iniciativa é interpretada como uma tentativa de dar respostas rápidas às críticas e reforçar o controle sobre a máquina pública.
Com essas ações, Ricardo Couto sinaliza que pretende não apenas administrar o estado de forma interina, mas também imprimir sua própria marca na gestão, reorganizando o centro de decisões e ampliando sua influência sobre áreas estratégicas do governo fluminense.
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