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Benedita da Silva critica governos alinhados ao bolsonarismo e denuncia caos no Rio de Janeiro

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Deputada federal aponta desorganização administrativa, aumento da violência e crise nos serviços públicos no estado

A deputada federal Benedita da Silva fez duras críticas ao cenário atual do Rio de Janeiro, destacando o que classificou como um período de desorganização administrativa e insegurança crescente. Em declaração recente, a parlamentar afirmou que sucessivos governos alinhados ao bolsonarismo contribuíram para o agravamento da crise no estado.

Segundo Benedita, a população fluminense tem sido diretamente impactada por problemas estruturais que se intensificaram nos últimos anos. Ela citou o aumento da violência nas ruas como um dos principais desafios enfrentados pela sociedade, além das dificuldades no acesso à saúde pública, com longas filas e serviços sobrecarregados.

A deputada também ressaltou que o atual modelo de gestão demonstra sinais claros de esgotamento. Para ela, a falta de planejamento e de políticas públicas eficazes tem comprometido o funcionamento das instituições, que deveriam atuar de forma eficiente em benefício da população.

Outro ponto levantado por Benedita da Silva foi a ausência de oportunidades e o crescimento do desemprego no estado. De acordo com a parlamentar, o Rio de Janeiro tem enfrentado um processo de deterioração social, marcado pela falta de investimentos e pela ausência de ações que promovam desenvolvimento econômico e inclusão.

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A Baixada Fluminense, segundo a deputada, é um dos exemplos mais evidentes desse abandono. Ela afirmou que a região segue esquecida pelo poder público, assim como as favelas e periferias, que continuam sendo tratadas como problema, e não como prioridade nas políticas governamentais.

Diante desse cenário, Benedita defendeu a necessidade de mudanças urgentes. Para a parlamentar, é fundamental restabelecer o funcionamento das instituições e implementar políticas públicas que atendam, de fato, às necessidades da população.

Ao final, a deputada reforçou que o povo do Rio de Janeiro merece mais atenção, respeito e investimentos, destacando que a superação da crise passa por uma gestão comprometida com justiça social, segurança e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

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Lindbergh Farias denuncia manobra para adiar fim da escala 6×1 e cobra pressão popular imediata

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Deputado alerta para estratégia de adiamento e defende pressão popular imediata – Foto: Câmara dos Deputados

O deputado federal Lindbergh Farias afirmou que há uma movimentação política para adiar o debate sobre o fim da escala de trabalho 6×1 no Congresso Nacional. Segundo ele, a proposta enfrenta resistência e pode ser empurrada para depois das eleições, o que, na avaliação do parlamentar, prejudica o avanço da pauta.

De acordo com Lindbergh, a estratégia adotada por setores contrários à mudança é “enrolar” a discussão e evitar uma decisão imediata. Para o deputado, esse tipo de postura tem como objetivo esfriar o debate e reduzir a pressão popular sobre o tema, considerado por ele urgente.

O parlamentar defende que o momento atual exige mobilização intensa da sociedade para garantir que a proposta avance. “A hora é agora”, destacou, ao reforçar que, sem pressão popular, dificilmente haverá mudanças na legislação trabalhista nesse ponto específico.

A escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos com apenas um de descanso, é alvo de críticas de diferentes setores que apontam impactos na qualidade de vida e na saúde dos trabalhadores. O tema tem ganhado espaço no debate público, especialmente em meio a discussões sobre direitos trabalhistas e equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

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Lindbergh também ressaltou que a mobilização deve ser direcionada aos parlamentares que resistem à proposta, cobrando posicionamentos claros. Segundo ele, a pressão social pode ser determinante para impedir o adiamento e garantir que o tema seja votado ainda no atual cenário político.

O debate sobre o fim da escala 6×1 segue em aberto no Congresso, com expectativa de intensificação das discussões nas próximas semanas, impulsionadas por manifestações e articulações políticas em torno do tema.

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