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Governo do presidente Lula amplia Novo Desenrola e renegocia quase R$ 12 bilhões em dívidas de brasileiros

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Programa federal já beneficiou mais de 1 milhão de pessoas e terá nova fase para trabalhadores sem dívidas atrasadas – Foto: Ricardo Stuckert 

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta semana novos resultados do programa Novo Desenrola, iniciativa criada para ajudar brasileiros endividados a renegociar débitos com descontos que chegam a até 90%. Segundo o Ministério da Fazenda, o programa já movimentou quase R$ 12 bilhões em acordos e beneficiou mais de 1 milhão de pessoas em todo o país.

Durante apresentação do balanço oficial, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que mais de 1,1 milhão de operações já foram realizadas desde o lançamento da nova etapa do programa. O governo considera a iniciativa uma das principais ações de impacto social e econômico da atual gestão federal.

Entre os números divulgados, o destaque ficou para as renegociações feitas por famílias brasileiras. De acordo com o governo, centenas de milhares de dívidas foram quitadas à vista com descontos médios próximos de 85%, reduzindo significativamente o valor final pago pelos consumidores. Além disso, milhares de contratos foram refinanciados com apoio do Fundo Garantidor de Operações, permitindo que muitos brasileiros saíssem da inadimplência.

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O programa também avançou na renegociação de contratos do Fies, beneficiando estudantes que estavam com parcelas atrasadas do financiamento estudantil. O Ministério da Fazenda informou que mais de 34 mil contratos já passaram por renegociação, reduzindo dívidas bilionárias para valores muito menores após aplicação dos descontos oferecidos pelo governo federal.

Outra novidade anunciada é que trabalhadores poderão utilizar parte do saldo do FGTS para quitar débitos dentro do Novo Desenrola. Pelas regras apresentadas, será possível usar até 20% do saldo disponível ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor. A expectativa da equipe econômica é movimentar bilhões de reais com essa nova modalidade de pagamento e facilitar ainda mais a limpeza do nome de milhares de brasileiros.

Além das famílias e estudantes, o programa também passou a atender micro e pequenas empresas por meio de linhas como Pronampe e Procred. O governo federal informou ainda que prepara uma nova etapa do Desenrola voltada para consumidores adimplentes, ou seja, pessoas que mantêm pagamentos em dia, mas que poderão ter acesso a condições especiais de crédito e renegociação no futuro.

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Ministro do Trabalho, Luiz Marinho reforça defesa do fim da escala 6×1 e cobra votação da jornada de 40 horas

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Ministro do Trabalho afirma que Congresso precisa ouvir trabalhadores e aprovar mudança sem redução salarial – Foto: Camila Cantarino/ MTE

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho voltou a defender o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal para 40 horas sem corte nos salários dos trabalhadores. A declaração foi feita durante audiência pública realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte, onde parlamentares, sindicatos e representantes de movimentos sociais discutiram mudanças nas relações de trabalho no país.

Durante o encontro, Luiz Marinho afirmou que a pressão popular, principalmente liderada por mulheres e jovens, foi fundamental para colocar o debate no centro das discussões nacionais. Segundo ele, o governo federal apoia a proposta encaminhada ao Congresso Nacional, que prevê duas folgas semanais aos trabalhadores sem prejuízo financeiro.

O ministro destacou ainda que muitas empresas já vêm adotando a escala 5×2 de forma antecipada e obtendo resultados positivos. De acordo com ele, a redução da jornada tem contribuído para diminuir faltas no trabalho, afastamentos por doenças e acidentes laborais, além de melhorar a produtividade e a qualidade dos serviços oferecidos.

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A audiência também contou com a participação do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, que defendeu a proposta e rebateu críticas de setores empresariais. Boulos lembrou que mudanças trabalhistas anteriores também foram alvo de previsões negativas, mas acabaram fortalecendo a economia e garantindo mais direitos à população trabalhadora.

O presidente da comissão especial da Câmara dos Deputados, Alencar Santana, informou que o relatório final sobre a proposta deve ser apresentado nos próximos dias. Segundo ele, o ambiente político atual é favorável para a aprovação da medida, que pode representar uma das maiores mudanças nas regras trabalhistas brasileiras dos últimos anos.

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