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Pecuaristas gaúchos têm nova solução para combater os carrapatos; O modo de uso do produto é muito simples

Estudos comprovam que a inclusão de Diflubenzuron, cujo nome comercial é Difly S3®, no protocolo sanitário, misturado à alimentação dos bovinos e fornecido no cocho, proporcionam benefícios significativos ao controle dos parasitas.

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Foto: Assessoria / Comunicação Corporativa 

Comunicação Corporativa – A posição geográfica e as condições climáticas do Rio Grande do Sul fazem deste estado uma das regiões brasileiras mais afetadas pelos carrapatos, o que impõe altos desafios em manejos e custos de tratamentos ainda mais intensos à pecuária da região. “O Rio Grande do Sul, sem sombra de dúvidas, é o Estado brasileiro onde existe o maior desafio no controle do carrapato”, explica o médico-veterinário Humberto Moura, gerente de marketing da Champion. “O controle tem de ser estratégico, intenso e eficaz. Caso contrário, sua incidência compromete tanto o bem-estar como o desempenho produtivo dos bovinos de corte e de leite”.

Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), estima-se que o bovino perde um grama de carne por carrapato ao longo do ano, e nos animais produtores de leite uma perda anual de 95kg de leite por vaca.

Estudos comprovam que a inclusão de Diflubenzuron, cujo nome comercial é Difly S3®, no protocolo sanitário, misturado à alimentação dos bovinos e fornecido no cocho, proporcionam benefícios significativos ao controle dos parasitas.

“À medida que o pecuarista utiliza o produto o número de manejos no gado para combater os carrapatos vai diminuindo, ou aumentado seus intervalos. Isso ocorre porque o Difly S3® contribui para diminuir o número de parasitas que reinfestam os animais, reduzindo o estresse, transmissão de doenças e possibilitando maior ganho em produtividade”, informa Moura.

O modo de uso do produto é muito simples. Basta adicionar no cocho juntamente com o sal mineral ou proteinados para nutrição do rebanho. “Difly S3® é a peça que faltava no protocolo parasitário do Rio Grande do Sul. Um verdadeiro ganho em produtividade e redução dos manejos convencionais de forma simples e sustentável, diretamente no cocho e sem carências para o abate e leite. O consumo diário potencializa sua ação longo do fornecimento os resultados são visíveis”, informa Moura.

Sobre a Champion – Fundada em 1959, a empresa tem como compromisso o desenvolvimento de produtos voltados para o bem-estar, saúde e nutrição dos animais e proteção das pessoas. A Champion possue duas unidades industriais em Anápolis (GO), onde também conta com um Centro de Pesquisas em parceria com a UFG para o fomento e desenvolvimento de tecnologia para uma produção pecuária cada vez mais sustentável. Com presença nacional, também atua no mercado internacional, através de operação própria nos Estados Unidos e exportação de matérias-primas para diversos países. Mais informações: www.champion.ind.br ou no telefone e whatsapp 0800 723 1616.

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Safra brasileira de grãos deve superar 360 milhões de toneladas e consolidar novo recorde no campo

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Levantamento da Conab aponta crescimento da produção nacional de grãos na safra 2025/26 – Foto: CNA/ Wenderson Araujo/ Trilux

A agricultura brasileira segue em ritmo de crescimento na temporada 2025/26 e deve alcançar uma produção de 360,1 milhões de toneladas de grãos, segundo as projeções mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa representa um aumento de 2,2% em comparação com o ciclo anterior, reforçando a força do agronegócio na economia nacional.

O avanço da produção é impulsionado principalmente pela ampliação da área cultivada, que deverá atingir 83,5 milhões de hectares. Apesar de a produtividade média permanecer praticamente estável em relação à safra passada, a expansão das lavouras garante um incremento de aproximadamente 7,8 milhões de toneladas no volume total colhido.

Entre as principais culturas, o milho continua ocupando posição de destaque. A expectativa é de uma produção total de 141,7 milhões de toneladas, distribuídas entre as três safras do cereal. A primeira safra está praticamente concluída, enquanto a segunda segue em fase de colheita em grande parte do país. Estados como Mato Grosso apresentam desempenho positivo graças às condições climáticas favoráveis, embora períodos de estiagem tenham afetado parte das lavouras em Goiás, Minas Gerais e Piauí.

A soja também registrou excelente desempenho nesta temporada. Com a colheita já encerrada, a produção foi estimada em 180,6 milhões de toneladas, resultado superior ao ciclo anterior. O crescimento é atribuído ao aumento da área plantada, ao investimento em tecnologia e ao clima favorável durante boa parte do desenvolvimento das lavouras.

No setor do algodão, a expectativa também é positiva. A produção de pluma deve alcançar cerca de 4,06 milhões de toneladas. Mesmo com uma pequena redução na área cultivada, o ganho de produtividade compensou a diminuição dos plantios, favorecido pelas boas condições climáticas observadas ao longo do ciclo.

Já culturas voltadas ao consumo interno apresentam cenários distintos. A produção de arroz foi estimada em 11,1 milhões de toneladas, registrando retração em relação ao ano anterior devido à redução da área cultivada. O feijão também deve apresentar leve queda, com produção próxima de 3 milhões de toneladas, mas o volume continua considerado suficiente para atender ao abastecimento do mercado brasileiro.

Entre as culturas de inverno, o trigo preocupa os técnicos. A expectativa é de uma produção de aproximadamente 6 milhões de toneladas, reflexo tanto da redução da área destinada ao cereal quanto da previsão de menor produtividade nas lavouras desta temporada.

Além da produção, a Conab revisou as projeções para o mercado agrícola. O estoque final de milho foi reajustado para cerca de 14,5 milhões de toneladas ao fim da safra, enquanto as exportações de algodão devem alcançar 3,38 milhões de toneladas. Para a soja, o aumento da demanda interna para processamento e o crescimento das exportações levaram à atualização dos estoques finais, reforçando o bom momento vivido pelo agronegócio brasileiro nos mercados nacional e internacional.

Outras informações sobre o cultivo e as condições de mercado sobre as principais culturas cultivadas no país podem ser encontradas no 10º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26.

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