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De onde vêm as vitaminas e minerais da ração dos pets? Especialista explica como o premix

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Especialista explica como o premix, mistura de vitaminas e minerais, tem papel importante na formulação de rações e em seu balanço nutricional

Trouw Nutrition – Os tutores de pets procuram cada vez mais formas de proporcionar bem-estar e qualidade de vida aos seus companheiros e parte importante da família. Nesse cenário, a dieta ganha destaque tanto para atender as necessidades nutricionais básicas – os donos querem conhecer a composição e os ingredientes, além de oferecer novidades que ajudam cães e gatos a viver mais e melhor – como a saúde. “É aqui que entra o premix. Ele não é a ração, mas faz parte da formulação. Com sua inclusão, as fábricas de ração conseguem balancear adequadamente vitaminas, minerais, aditivos e aminoácidos. Eles desempenham papel fundamental no desenvolvimento, manutenção das funções fisiológicas e metabólicas dos animais. Por isso, seu processo de produção segue rígidos padrões nacionais e internacionais de formulação”, explica Carlos Feltrin, gerente de formulação da Trouw Nutrition.

Feltrin destaca que a fórmula nem sempre é a mesma. Na verdade, pode variar para estar de acordo com a idade e o estilo de vida dos pets. Ele lembra que as vitaminas são sintetizadas em pequenas quantidades pelo organismo; logo, é necessário incluí-las por meio de uma alimentação equilibrada. Os minerais precisam ser suplementados no alimento fornecido aos animais, pois são percursores de muitos processos físico-químicos essenciais à vida, especialmente como catalisadoras de reações químicas. Além disso, “eles representam parte importante da constituição de dentes, ossos, tecidos, sangue, músculo e células nervosas”, diz o especialista.

Os minerais podem ser obtidos de diferentes fontes (orgânicas e inorgânicas), que diferem em biodisponibilidade, como as fontes orgânicas e hidroxi-minerais – que têm melhor absorção quando comparadas às inorgânicas. “O mesmo acontece com as vitaminas, que podem ser protegidas ou não. Nesse caso, a diferença impacta na vida útil do premix que com a adição das vitaminas protegidas é mais duradoura”.

As opções de rações disponíveis no mercado atende os mais diferentes perfis de consumidores, como é o caso dos alimentos Super Premium. O especialista da Trouw Nutrition assinala que esse tipo de produto possui nutrientes de alto valor biológico e prontamente disponíveis. “É o caso da adição de vitamina E, selênio e zinco, entre outros aditivos que podem promover pele e pelos mais saudáveis, reduzir o odor das fezes e urina e até prevenir a formação de tártaro”.

Carlos Feltrin complementa que além do valor nutricional a indústria de PetFood trabalha para desenvolver e aperfeiçoar soluções sempre levando em consideração o papel dos animais nos lares. Por isso, diferentes medidas de segurança e qualidade são tomadas para garantir seu bem-estar.

“Este segmento é bastante exigente em parâmetros de qualidade. Então, a produção do premix que será levado às fábricas de ração deve ser livre de contaminações, como fungos, toxinas e bactérias. Por isso, a linha de produção precisa ser exclusiva e específica para esse tipo de produto”, alerta o gerente da Trouw Nutrition.

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Veja o Vídeo Abaixo: O presidente Jair Bolsonaro disse que vai prorrogar por mais dois anos a desoneração da folha de pagamento das empresas de 17 setores. “Resolvemos prorrogar por mais dois anos a desoneração da folha. Isso tem a ver com manutenção de emprego. Quem se eleger em 2022 vai ter 2023 todinho para resolver essa questão”, disse em um evento no Palácio do Planalto.

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Safra brasileira de grãos deve superar 360 milhões de toneladas e consolidar novo recorde no campo

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Levantamento da Conab aponta crescimento da produção nacional de grãos na safra 2025/26 – Foto: CNA/ Wenderson Araujo/ Trilux

A agricultura brasileira segue em ritmo de crescimento na temporada 2025/26 e deve alcançar uma produção de 360,1 milhões de toneladas de grãos, segundo as projeções mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa representa um aumento de 2,2% em comparação com o ciclo anterior, reforçando a força do agronegócio na economia nacional.

O avanço da produção é impulsionado principalmente pela ampliação da área cultivada, que deverá atingir 83,5 milhões de hectares. Apesar de a produtividade média permanecer praticamente estável em relação à safra passada, a expansão das lavouras garante um incremento de aproximadamente 7,8 milhões de toneladas no volume total colhido.

Entre as principais culturas, o milho continua ocupando posição de destaque. A expectativa é de uma produção total de 141,7 milhões de toneladas, distribuídas entre as três safras do cereal. A primeira safra está praticamente concluída, enquanto a segunda segue em fase de colheita em grande parte do país. Estados como Mato Grosso apresentam desempenho positivo graças às condições climáticas favoráveis, embora períodos de estiagem tenham afetado parte das lavouras em Goiás, Minas Gerais e Piauí.

A soja também registrou excelente desempenho nesta temporada. Com a colheita já encerrada, a produção foi estimada em 180,6 milhões de toneladas, resultado superior ao ciclo anterior. O crescimento é atribuído ao aumento da área plantada, ao investimento em tecnologia e ao clima favorável durante boa parte do desenvolvimento das lavouras.

No setor do algodão, a expectativa também é positiva. A produção de pluma deve alcançar cerca de 4,06 milhões de toneladas. Mesmo com uma pequena redução na área cultivada, o ganho de produtividade compensou a diminuição dos plantios, favorecido pelas boas condições climáticas observadas ao longo do ciclo.

Já culturas voltadas ao consumo interno apresentam cenários distintos. A produção de arroz foi estimada em 11,1 milhões de toneladas, registrando retração em relação ao ano anterior devido à redução da área cultivada. O feijão também deve apresentar leve queda, com produção próxima de 3 milhões de toneladas, mas o volume continua considerado suficiente para atender ao abastecimento do mercado brasileiro.

Entre as culturas de inverno, o trigo preocupa os técnicos. A expectativa é de uma produção de aproximadamente 6 milhões de toneladas, reflexo tanto da redução da área destinada ao cereal quanto da previsão de menor produtividade nas lavouras desta temporada.

Além da produção, a Conab revisou as projeções para o mercado agrícola. O estoque final de milho foi reajustado para cerca de 14,5 milhões de toneladas ao fim da safra, enquanto as exportações de algodão devem alcançar 3,38 milhões de toneladas. Para a soja, o aumento da demanda interna para processamento e o crescimento das exportações levaram à atualização dos estoques finais, reforçando o bom momento vivido pelo agronegócio brasileiro nos mercados nacional e internacional.

Outras informações sobre o cultivo e as condições de mercado sobre as principais culturas cultivadas no país podem ser encontradas no 10º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26.

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